"Escrita - Acto Solitário, mas que se deve Partilhar" - Gabriel de Sousa *** "Quanto mais envelhecemos, mais precisamos de ter que fazer" - Voltaire *** "Homens de poucas palavras são os melhores" - Shakespeare *** "Um Banco é como um tipo que nos empresta o chapéu-de-chuva quando está sol e que o pede assim que começa a chover" - Mark Twain
segunda-feira, 15 de agosto de 2016
15 DE AGOSTO - RICHARD CHELIMO
EFEMÉRIDE
– Richard Chelimo, atleta queniano ex recordista mundial de 10 000 metros,
morreu em Eldoret no dia 15 de Agosto de 2001. Nascera em Chesubet, em 21
de Abril de 1972.
Pertencia
à tribo dos Kalenjin, igualmente conhecida pela “tribo dos corredores”. Entre
os membros da sua família, figuram – entre outros – o tricampeão mundial de 3
000 metros obstáculos Moses Kiptanui e o seu irmão Ismael Kirui, bicampeão
mundial de 5 000 metros.
Richard
Chelimo conquistou a Medalha de Ouro nos Campeonatos do Mundo de
Cross-country (1990) e recebeu no ano seguinte a Medalha de Prata
dos 10 000 metros nos Campeonatos Mundiais de Juniores.
Em
1992, participou na final dos Jogos Olímpicos de Barcelona, conquistando
a Medalha de Prata dos 10 000 metros.
Em
1993, ainda júnior, bateu o recorde do mundo dos 10 000 metros
(juniores/seniores) em
Estocolmo. Ainda nesta temporada, ficou em 3º lugar nos Mundiais
de Estugarda.
Encerrou
a carreira desportiva ainda muito jovem, com 24 anos, em virtude de não se
conformar em não figurar mais no topo do atletismo mundial. Fora das pistas, regressou
às fileiras do exército e afundou-se no alcoolismo, engordando muitos quilos. Encorajado
por alguns amigos, voltou a treinar, ficando apenas a 5 kg do seu peso quando competia.
Veio a falecer, porém, aos 29 anos de idade, vítima de um tumor cerebral.
domingo, 14 de agosto de 2016
14 DE AGOSTO - GEORGES HALDAS
EFEMÉRIDE
– Georges Haldas, escritor, filósofo e tradutor suíço, nasceu em Genebra,
no dia 14 de Agosto de 1917. Morreu em Le Mont-sur -Lausanne, em
24 de Outubro de 2010.
De
pai com origem grega e de mãe suíça, viveu até aos nove anos na ilha de Cefalónia,
na Grécia. Depois, mudou-se com os pais para Genebra, onde viveu grande parte da
sua vida. Sucessivamente, trabalhou para uma agência de notícias, exerceu a
função de revisor, professor, livreiro e jornalista. Após ter residido muitos
anos em Genebra, Paris e Itália, no final da sua vida mudou-se para
Mont-sur-Lausanne onde, até ao fim, viveu com a sua companheira, a também
escritora, Catherine de Perrot Challandes.
Como
poeta, ensaísta e tradutor, Georges Haldas foi autor de uma produção literária muito
rica e expressiva sobre a existência humana, que compreende catorze colectâneas
de poemas (transformadas em antologia no ano 2000, com a publicação de sua “Poesia
Completa”), traduções, ensaios, quarenta e cinco crónicas e os “Cadernos”
intitulados “O Estado de Poesia”.
Georges
Haldas explicava a criação da sua obra pela indissociável herança genética greco-suíça.
O pai passava longas horas falando-lhe de questões metafísicas, enquanto a mãe
se mostrava, sobretudo, receptiva em relação à poesia do quotidiano.
Depois
dos estudos clássicos, Haldas inscreveu-se no curso de Letras da Universidade
de Genebra. Numa certa época, pensou em se tornar teólogo ou tentar uma
carreira no futebol, paixão desportiva transmitida pelo pai. Aos vinte anos, porém,
passou a dedicar definitivamente a sua vida à arte da escrita, quando um dos
seus professores o iniciou no estudo da Poesia.
Georges
Haldas escrevia essencialmente nas mesas dos cafés de Genebra, que frequentava
quase todos os dias. Escrevia cerca de cinco horas diariamente. O resto do
tempo, dedicava-o a viver, a fim de poder transmitir nos seus escritos as
experiências vividas.
Ele
foi sobretudo um poeta e sonhava com um mundo onde os homens fossem iguais,
apesar das diferenças de origem familiar, social e de talento. Esta atitude
poética fez despertar nele o engajamento pela causa humana, denunciando regularmente
tudo o que pudesse minar a igualdade e a dignidade dos homens.
Mesmo
não exercendo uma militância directa nos meios políticos, apoiou – nos tempos
da Guerra Fria – a coexistência pacífica com a União Soviética. Mais
tarde, as efervescências no Médio Oriente preocuparam-no igualmente. «Enquanto
os palestinos não tiverem uma terra, como Israel tem a sua, não haverá paz»,
repetia. «A paz do mundo passa hoje pelo Médio Oriente. É sobre isso que
temos de concentrar a nossa atenção», afirmava também.
Recebeu
duas vezes o Prémio Schiller (1971 e 1977). È reconhecido como um dos
mestres contemporâneos dos diários e das autobiografias. Foi galardoado
igualmente com o Grande Prémio de Genebra (1971) e com o Prémio
Édouard-Rod 2004 pelo conjunto da sua obra.
sexta-feira, 12 de agosto de 2016
8 DE AGOSTO - DUSTIN HOFFMAN
EFEMÉRIDE
– Dustin Lee Hoffman, actor e realizador norte-americano, de origem
judaica romeno/ucraniana, nasceu em Los Angeles no dia 8 de Agosto de 1937. Ao
longo da sua carreira, conquistou dois Oscars (pelas suas actuações em “Kramer
vs. Kramer” e “Rain Man”), cinco Globos de Ouro, quatro BAFTAs
e um Emmy.
Diplomou-se
em 1955, na Los Angeles High School, prevendo seguir Medicina no Santa
Monica College. Um ano depois, no entanto, foi estudar Arte Dramática
na Pasadena Community Playhouse. Esteve depois em Nova Iorque, para frequentar
cursos do célebre Lee Strasberg, no Actor's Studio.
Após
uma carreira no teatro, iniciada em 1964 e na qual chegou a ganhar um Theatre
World Award e um Drama Desk Award, Dustin Hoffman veio a alcançar a
fama no cinema ao protagonizar o filme “The Graduate”, em 1967, que lhe
valeu a nomeação para o Oscar de Melhor Actor.
Depois
deste sucesso, estrelou outros filmes famosos nos anos 1970, como “Midnight
Cowboy”, “Little Big Man”, “Papillon” (ao lado de Steve
McQueen) e “All the President's Men”. Mais tarde, brilhou em “Tootsie”,
com nomeação para o Oscar de Melhor Actor, e “Kramer vs. Kramer”.
Todos estes filmes vieram a tornar-se verdadeiros clássicos da 7ª arte.
A
sua actuação no drama “Rain Man” (1988), como irmão autista de Charlie,
interpretado por Tom Cruise, valeu-lhe o segundo Oscar de Melhor Actor. Nos
anos 1990, entrou no elenco de filmes de vários realizadores famosos
como Steven Spielberg, Costa-Gravas e Luc Besson, entre outros.
Trabalhou
ainda noutros dramas e filmes de acção, como “Confidence” e “Runaway
Jury”, ambos de 2003; e comédias, como “Meet the Fockers”, de 2004.
Estreou-se
como realizador em 2012, com “Quartet”. Em 2013, foi tratado com sucesso
a uma doença oncológica.
domingo, 7 de agosto de 2016
7 DE AGOSTO - JORGE SILVA MELO
EFEMÉRIDE
– Jorge Silva Melo, encenador, cineasta, dramaturgo e crítico português,
nasceu em Lisboa no dia 7 de Agosto de 1948.
Frequentou
a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde integrou o Grupo
de Teatro de Letras. Em 1969, partiu para Inglaterra, com uma bolsa da Fundação
Calouste Gulbenkian, tendo obtido um diploma em Realização, na London
Film School. Passou por Berlim e por Milão, onde estudou Teatro.
Em
1973, com Luís Miguel Cintra, fundou o Teatro da Cornucópia, que
integrou até 1979.
Em
1995, fundou a Artistas Unidos, companhia que dirige e na qual se centra
a sua actividade como encenador.
Realizou
nove filmes, tendo participado na cooperativa de cinema Grupo Zero,
entre 1975 e 1979. Foi professor na Escola Superior de Teatro e Cinema.
É
autor de várias peças de teatro e do libreto de “Le Château dês Carpathes,”
de Philippe Hersant, baseado em
Júlio Verne.
Traduziu
obras de Carlo Goldoni, Luigi Pirandello, Oscar Wilde, Bertolt Brecht,
Michelangelo Antonioni, Pier Paolo Pasolini e Harold Pinter, entre outros. Foi
ainda cronista do “Mil Folhas”, suplemento cultural do jornal “Público”.
sábado, 6 de agosto de 2016
6 DE AGOSTO - ALBANO DIAS MARTINS
EFEMÉRIDE
– Albano Dias Martins, poeta português, nasceu na aldeia do Telhado,
concelho do Fundão, em 6 de Agosto de 1930.
Formado
em Filologia
Clássica pela Faculdade de Letras da Universidade
de Lisboa, foi professor do Ensino Secundário de 1956 a 1976. Ingressou
em 1980 nos quadros da Inspecção-Geral de Ensino, reformando-se em 1993.
Presentemente, é professor na Universidade Fernando Pessoa, no Porto.
Albano
Martins foi um dos fundadores da revista “Árvore” e colaborador da “Colóquio-Letras”
e “Nova Renascença”. É autor de cerca de 30 livros de poesia, publicados
entre 1950 e 2006.
Fez várias
traduções, entre as quais: “O Essencial de Alceu e Safo” (1986), “Cantos
de Giacomo Leopardi” (1986), “Cântico dos Cânticos” (1988), “O
Aprendiz de Feiticeiro” (1992), “Dez Poetas Italianos Contemporâneos”
e “Os Versos do Capitão” (1996). Traduziu igualmente poemas de vários
autores espanhóis, como Jorge Gillén e Rafael Alberti.
Organizou
para a Imprensa Nacional-Casa da Moeda (1987) uma antologia do poeta
simbolista português Eugénio de Castro, antecedida de um prefácio de sua
autoria.
Poemas
seus estão incluídos em diversas antologias e volumes colectivos, como: “Poesia
70” (1971), “800 Anos de Poesia Portuguesa” (1973), “Escritores
Modernos da Beira Baixa” (1988) e “O Poeta e a Cidade” (1996).
Tem
colaboração, em prosa e verso, dispersa por muitos jornais e revistas, portuguesas
e estrangeiras (sobretudo no Brasil e em Espanha).
Participou
em diversos eventos literários, designadamente – desde 1985 – em nove Congressos
Brasileiros de Língua e Literatura, na Universidade
do Rio de Janeiro. Durante a realização destes congressos, a sua poesia não
só foi objecto de análise em mesas-redondas integradas por professores
universitários brasileiros e portugueses, como ainda foi tema de cursos a ela
exclusivamente dedicados e ministrados em paralelo. Em Julho
de 1989, o congresso foi especialmente dedicado aos seus 40 anos de vida literária,
que então se completavam.
É
membro da Associação Portuguesa de Escritores, do P.E.N. Clube
Português, da Associação Portuguesa de Tradutores, da Associação
Galega da Língua (AGAL) e membro honorário da Academia
Cabofriense de Letras (Rio de Janeiro).
Integrou,
no início da década de 1980, juntamente com os poetas Alberto de Serpa,
Fernando Guimarães, José Augusto Seabra e Saul Dias, a comissão instaladora do Museu
Nacional de Literatura, sediado no Porto. Entre 1983 e 1989, foi membro da
direcção da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto.
Em
1987, foi-lhe atribuído o Prémio de Tradução instituído pela Sociedade
de Língua Portuguesa, de Lisboa, a pretexto da publicação, no ano anterior,
de “O Essencial de Alceu e Safo” e “Cantos de Giacomo Leopardi”.
Em 1993, o Prémio Eça de Queirós de Poesia, da Câmara Municipal de
Lisboa, foi atribuído ao seu livro “Uma Colina para os Lábios”.
Em
1986, quando da realização do XVIII Congresso Brasileiro de Língua e
Literatura, foi-lhe atribuída a Medalha Oskar Nobiling de Mérito Cultural.
Poemas
seus estão traduzidos em espanhol, inglês, chinês (cantonense) e japonês. A sua
obra mereceu a atenção de alguns dos mais importantes críticos e ensaístas
portugueses contemporâneos, nomeadamente António Ramos Rosa, Eduardo Lourenço,
Eduardo Prado Coelho e Maria Lúcia Lepecki.
sexta-feira, 5 de agosto de 2016
5 DE AGOSTO - MANUEL PINTO DA COSTA
EFEMÉRIDE
– Manuel Pinto da Costa, economista e político santomense, nasceu em Água
Grande no dia 5 de Agosto de 1937.
Teve
um papel importante na luta pela independência, participando na fundação do Movimento
pela Libertação de São Tomé e Príncipe (MLSTP), do qual foi seu
secretário-geral de 1972 a 1991 e de 1996 a 2003. Obtida a independência face a
Portugal, foi presidente de São Tomé e Príncipe entre 1975 e 1991, governando o
país com mão de ferro. Durante a sua presidência, foi instituído um sistema socialista
unipartidário.
Em
Janeiro de 1986, foi agraciado com o Grande Colar da Ordem do Infante D.
Henrique de Portugal.
Uma
conferência nacional organizada em 1989 abriu o país ao multipartidarismo e à
economia de mercado. Quando, em 1991, deixou o poder para Miguel Trovoada, já
estava em vigor uma nova Constituição, que passou a garantir os direitos do
homem e a democracia multipartidária. A duração dos mandatos presidenciais passou
a ficar limitada a cinco anos, com o máximo de duas vezes consecutivas.
Em
1996, candidatou-se novamente ao cargo de presidente, perdendo pela segunda vez
para Miguel Trovoada, por uma pequena margem de votos. Em 2001, foi derrotado uma
vez mais, desta vez por Fradique de Menezes, na primeira volta das eleições.
Vinte
anos depois de ter deixado o poder, Manuel Pinto da Costa foi eleito presidente
da República na segunda volta das presidenciais, em Agosto de 2011. Candidato a
um novo mandato em Julho de 2016, terminou em segundo, face a Evaristo Carvalho
que obteve 50,1% dos votos logo na 1ª volta.
quinta-feira, 4 de agosto de 2016
4 DE AGOSTO - WITOLD GOMBROWICZ
EFEMÉRIDE
– Witold Marian Gombrowicz, escritor polaco, nasceu em Małoszyce no
dia 4 de Agosto de 1904. Morreu em Vence, França, em 24 de Julho de 1969. As
suas obras caracterizam-se por uma profunda análise psicológica, um certo
sentido do paradoxo e do absurdo, e ainda um “travo” anti-nacionalista.
Tendo
por origem uma família nobre originária da Lituânia, estudou Direito na Universidade
de Varsóvia e, depois, Filosofia e Economia no Instituto
de Altos Estudos Internacionais de Paris.
Em
1937, publicou o seu primeiro romance, “Ferdydurke”, onde se encontram
muitos dos temas abordados nas suas obras: os problemas da imaturidade e da
juventude, a criação da identidade por meio da interacção social e um exame
irónico e crítico do papel das classes na sociedade e cultura da Polónia do
início do século XX.
Tendo
feito uma viagem à Argentina para uma curta estadia em 1939, a invasão da
Polónia pela Alemanha nazi dissuadiu-o de regressar à Europa. Acabou por ficar
24 anos em Buenos Aires. A
sua vida no meio do povo argentino e os raros contactos com intelectuais da
emigração polaca são contados no seu “Diário”, publicado em Paris na
revista polaca “Kultura”.
Gombrowicz
só voltou à Europa em 1963, primeiro a Berlim graças a uma bolsa da Fundação
Ford. No ano seguinte, instalou-se em França, em Royaumont, perto de Paris.
Contratou como secretária Rita Labrosse, uma canadiana de Montreal, que se tornou
depois sua companheira e com quem viria a casar no final de 1968.
Em
Setembro de 1964, mudou-se definitivamente para Vence, perto de Nice, uma
pequena vila onde residiam numerosos artistas e escritores. Em 1967, a sua novela
“Kosmos” recebeu o Prémio Internacional de Literatura. Morreu
dois anos depois, devido a insuficiência cardíaca e após de uma longa doença.
A
edição francesa de dois dos seus romances, nos anos 1960, trouxe-lhe o
reconhecimento público e a fama no fim da vida. Actualmente, é considerado um
dos maiores nomes da literatura polaca e influenciou numerosos escritores, como
Milos Kundera.
Em
Portugal, algumas das suas obras foram traduzidas por Luísa Neto Jorge e
levadas à cena pelo Teatro Experimental de Cascais.
quarta-feira, 3 de agosto de 2016
3 DE AGOSTO - LEON URIS
EFEMÉRIDE
– Leon Marcus Uris, romancista norte-americano, nasceu em Baltimore,
no Maryland, em 3 de Agosto de 1924. Morreu em Shelter Island ,
Nova Iorque, no dia 21 de Junho de 2003.
Professava
a religião judaica. Alistou-se nos Marines aos 17 anos, depois do ataque
do exército japonês a Pearl Harbor. Serviu no Pacífico Sul, durante a Segunda
Guerra Mundial.
O
seu primeiro livro, “Battle Cry”, escrito em 1953, foi um best-seller.
Leon Uris era conhecido pelas exaustivas pesquisas históricas com que preparava
os seus romances e novelas.
O
livro mais famoso de Uris é o clássico “Exodus” (1958), que relata – ao
longo de 600 páginas, de forma épica – os acontecimentos históricos que
antecederam a criação do Estado de Israel, desde o surgimento do sionismo, no
final do século XIX, até à independência, em 1948.
terça-feira, 2 de agosto de 2016
2 DE AGOSTO - JOÃO KLÉBER
EFEMÉRIDE
– João Kléber, de seu verdadeiro nome João Ferreira Filho,
comunicador, apresentador de televisão e humorista brasileiro, nasceu em São Paulo no dia 2 de Agosto
de 1958.
Iniciou-se
no mundo do trabalho como moto-boy. Contactava com vários artistas e muitos
deles incentivaram-no a fazer carreira nos meios de comunicação, que era o seu grande
sonho desde a infância.
Iniciou-se
produzindo videoclipes musicais para a MTV e participando também no
programa de rádio “Jovem Pan Show”, onde ficou conhecido por imitar
personalidades famosas.
Mais
tarde, na Globo (onde permaneceu até 1994), redigiu guiões de programas
jornalísticos e humorísticos, tendo feito pequenas participações no “Jornal
Nacional” e no “Fantástico” (no qual substituiu Chico Anysio). Apresentou
“Cassino do Chacrinha”, nas suas últimas edições antes do falecimento do
apresentador titular Abelardo Barbosa. Em 1993, apresentou igualmente um
programa de entrevistas na Rede CNT.
João
Kléber passou depois a fazer diversos shows até ser um dos primeiros
contratados pela RedeTV!, na qual apresentou o programa “Eu Vi na TV”
(1999).
Apresentou,
também na RedeTV!, os programas “Canal Aberto” e o seu sucessor “Tarde
Quente”, cujos “apanhados” vieram a fazer com que a Justiça retirasse a RedeTV!
do ar na cidade de São Paulo, durante 25 horas consecutivas (2005). João
Kléber foi dispensado e o programa cancelado. Apesar disso, os “apanhados” transmitidos
na época naqueles programas, têm ainda hoje um enorme sucesso no YouTube.
Após
ter saído da RedeTV!, mudou-se para Lisboa com a sua esposa Wanya (com
quem foi casado durante 12 anos). Passou a apresentar o programa “Fiel ou
Infiel” na TVI. Gravou também o programa “João Kléber Total” e
o “Programa da Tarde” para a Record Europa. Dedicou-se igualmente
a um projecto de formação em Comunicação e em Motivação.
Em
2011, voltou ao Brasil e participou no
reality show “A Fazenda” da Rede Record. Em Novembro
de 2012, a RedeTV! recontratou João Kléber, num contrato válido por dois
anos, mas que tem durado até agora, sempre com novos projectos em perspectiva.
segunda-feira, 1 de agosto de 2016
1 DE AGOSTO - CÉSAR MOURÃO
EFEMÉRIDE
– César Filipe Tapadinhas Mourão, actor, apresentador de televisão e
comediante português, nasceu em Lisboa no dia 1 de Agosto de 1978.
Começou
por se interessar pelo Desporto, chegando a fazer as provas para ingresso
na FMH (Faculdade de Motricidade Humana). Mais tarde, acabou por
escolher a Representação, frequentando a Escola de Artes e Ofícios do
Chapitô no final dos anos 1990. Em 2000, estudou Teatro, Cinema e
Televisão na UniverCidade do Rio de Janeiro.
É
conhecido pelas suas colaborações com Herman José, no programa “Hora H”,
e pelos personagens cómicos (como Alzira) que interpretou no programa “Fátima”.
Durante o Verão de 2009, integrou o programa “SIC ao Vivo”, que percorreu
o país. Em 2011/12, apresentou “Para Algo Completamente Indiferente” na SIC
Radical. De 2011 a 2014, foi o apresentador de “Gosto Disto” (com
Andreia Rodrigues). Em 2013 e 2014, participou como residente nas duas
temporadas do “Vale Tudo” e, no Verão de 2013, apresentou o “Cante
se Puder”, também com Andreia Rodrigues na SIC.
Em
Agosto de 2014 estreou na SIC a série “Sal”, da qual foi
protagonista juntamente com Rui Unas, João Manzarra e Salvador Martinha. Fez também
várias dobragens para filmes de animação.
Em
Julho de 2015, participou no remake do filme “O Pátio das Cantigas”
realizado por Leonel Vieira e, em Julho de 2016, entrou igualmente como
protagonista no remake de “A Canção de Lisboa” realizado por
Pedro Varela. Em Janeiro de 2016, juntou-se à equipa das manhãs da Rádio
Comercial, com Pedro Ribeiro, Vanda Miranda, Nuno Markl e Vasco Palmeirim,
com a rubrica “Rebenta a Bolha”, onde faz vários tipos de improvisação.
Nos
palcos, é parte integrante dos Commedia à la Carte , com Carlos M.
Cunha e Ricardo Peres desde 2000. Em 2011, fez – juntamente com Eduardo Madeira
– o espectáculo “10 Milhões e Picos”. Em 2013, criou o “Cantado
Ninguém Acredita”, espectáculo onde cantou temas de vários autores, com
muito humor à mistura. Actualmente, tem um monólogo intitulado “Esperança –
A Velha”, de sua autoria e de Frederico Pombares. No Verão de 2016, tem
percorrido o país passando pelo Porto, Lisboa e Algarve sob o tema “Gazelar
Sem Parar”, um espectáculo de humor, improviso, música e storytelling.
César
Mourão toca saxofone, piano e guitarra, faz ilusionismo e malabarismo. Compôs
duas músicas: “Sem Hipóteses de Devolução” (2014) e “Tom da Chuva”
(2015). Em 2016, deu voz – acompanhado por Luana Martau – a uma música de
Miguel Araújo intitulada “Será Amor”, que fez parte da banda sonora do remake
de “A Canção de Lisboa”.
É
conhecido igualmente no Brasil, visto que estudou lá e, em 2013, foi convidado do
“Programa do Jô”. Em 2016, foi o primeiro português a entrar num sketch
do grupo de comédia brasileiro Porta dos Fundos.
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