BAÚ DE RECORDAÇÕES – A revista “Force Ouvrière” de 7/4/1965 fez uma longa reportagem (10 páginas) sobre os emigrantes portugueses («Na rota da escravidão moderna»). Chegavam clandestinamente a França, todos os dias, às centenas. Atrás da fachada do país turístico estava um outro, vítima de 40 anos de fascismo. Vilas inteiras só com mulheres, velhos e crianças, esperando os “vales de correio” para poderem comprar comida e sobreviver. Clandestinos, eram explorados pelos empregadores e viviam em condições miseráveis. Para Salazar o reverso da medalha - diminuía o desemprego e aumentava a importação de divisas… O orçamento português da época atribuía 42,6% às Forças Armadas e 1,4% à Educação."Escrita - Acto Solitário, mas que se deve Partilhar" - Gabriel de Sousa *** "Quanto mais envelhecemos, mais precisamos de ter que fazer" - Voltaire *** "Homens de poucas palavras são os melhores" - Shakespeare *** "Um Banco é como um tipo que nos empresta o chapéu-de-chuva quando está sol e que o pede assim que começa a chover" - Mark Twain
terça-feira, 20 de novembro de 2007
BAÚ DE RECORDAÇÕES – A revista “Force Ouvrière” de 7/4/1965 fez uma longa reportagem (10 páginas) sobre os emigrantes portugueses («Na rota da escravidão moderna»). Chegavam clandestinamente a França, todos os dias, às centenas. Atrás da fachada do país turístico estava um outro, vítima de 40 anos de fascismo. Vilas inteiras só com mulheres, velhos e crianças, esperando os “vales de correio” para poderem comprar comida e sobreviver. Clandestinos, eram explorados pelos empregadores e viviam em condições miseráveis. Para Salazar o reverso da medalha - diminuía o desemprego e aumentava a importação de divisas… O orçamento português da época atribuía 42,6% às Forças Armadas e 1,4% à Educação.
Parabéns pelo interessante blogue, que só esta semana descobri.
ResponderEliminarObrigado pelo seu comentário. Abraço
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