BAÚ DE RECORDAÇÕES – Em “A Capital” de 21/11/1977, a notícia da tragédia: 130 mortos e 34 feridos num acidente de aviação no Funchal. Um Boeing 727 deslizara desgovernado ao longo da pista e caíra sobre uma ponte, incendiando-se. Foi o primeiro acidente da companhia de bandeira portuguesa. Conhecia pessoalmente a hospedeira Gilda Varela Cid que, em tempos, tinha sido assistente de terra no aeroporto de Lisboa. Entre os sobreviventes, uma criança de tenra idade que foi encontrada, sem qualquer escoriação, no meio de um bananal. A equipa de futebol do “Barreirense”, que se deslocava ao Funchal para defrontar o “Nacional”, salvou-se por ter apanhado o avião da véspera, o mesmo não tendo acontecido com a equipa de arbitragem, que pereceu no acidente."Escrita - Acto Solitário, mas que se deve Partilhar" - Gabriel de Sousa *** "Quanto mais envelhecemos, mais precisamos de ter que fazer" - Voltaire *** "Homens de poucas palavras são os melhores" - Shakespeare *** "Um Banco é como um tipo que nos empresta o chapéu-de-chuva quando está sol e que o pede assim que começa a chover" - Mark Twain
sábado, 22 de dezembro de 2007
BAÚ DE RECORDAÇÕES – Em “A Capital” de 21/11/1977, a notícia da tragédia: 130 mortos e 34 feridos num acidente de aviação no Funchal. Um Boeing 727 deslizara desgovernado ao longo da pista e caíra sobre uma ponte, incendiando-se. Foi o primeiro acidente da companhia de bandeira portuguesa. Conhecia pessoalmente a hospedeira Gilda Varela Cid que, em tempos, tinha sido assistente de terra no aeroporto de Lisboa. Entre os sobreviventes, uma criança de tenra idade que foi encontrada, sem qualquer escoriação, no meio de um bananal. A equipa de futebol do “Barreirense”, que se deslocava ao Funchal para defrontar o “Nacional”, salvou-se por ter apanhado o avião da véspera, o mesmo não tendo acontecido com a equipa de arbitragem, que pereceu no acidente.
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