BAÚ DE RECORDAÇÕES – Paris Match de 8/4/1977. A maior catástrofe aérea do século: dois gigantes dos ares, com 300 toneladas cada um (Boeing 747), colidiram em plena pista de descolagem, transformando-a numa paisagem lunar, coberta de destroços. Num dos aviões 396 pessoas, noutro 249. Quase seiscentas vítimas no aeroporto de Tenerife. O avião holandês aprestava-se para descolar, já em plena aceleração; o avião americano atravessou-se na pista inopinadamente. Havia bruma, 250 metros de visibilidade e ausência de vento. Três explosões e um incêndio medonho. Alguns passageiros conseguiram fugir através de buracos abertos nos aviões, muitos deles com as roupas a arder e só com os sapatos intactos. "Escrita - Acto Solitário, mas que se deve Partilhar" - Gabriel de Sousa *** "Quanto mais envelhecemos, mais precisamos de ter que fazer" - Voltaire *** "Homens de poucas palavras são os melhores" - Shakespeare *** "Um Banco é como um tipo que nos empresta o chapéu-de-chuva quando está sol e que o pede assim que começa a chover" - Mark Twain
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
BAÚ DE RECORDAÇÕES – Paris Match de 8/4/1977. A maior catástrofe aérea do século: dois gigantes dos ares, com 300 toneladas cada um (Boeing 747), colidiram em plena pista de descolagem, transformando-a numa paisagem lunar, coberta de destroços. Num dos aviões 396 pessoas, noutro 249. Quase seiscentas vítimas no aeroporto de Tenerife. O avião holandês aprestava-se para descolar, já em plena aceleração; o avião americano atravessou-se na pista inopinadamente. Havia bruma, 250 metros de visibilidade e ausência de vento. Três explosões e um incêndio medonho. Alguns passageiros conseguiram fugir através de buracos abertos nos aviões, muitos deles com as roupas a arder e só com os sapatos intactos.
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