Em
Março de 1942, Brandl foi uma das mulheres da SS enviadas ao campo de
concentração de Auschwitz I. Os seus deveres incluíam vigiar as mulheres
nos galpões de triagem.
Em
Outubro de 1942, foi enviada para o recém-aberto campo de concentração Auschwitz
II-Birkenau.
Brandl
foi condenada por crimes contra a humanidade após a guerra, durante o
julgamento de Auschwitz.
Nascida
em Staudach-Egerndach, na Baviera, Brandl fora enviada ao campo de concentração
de Ravensbrück em Março de 1940 para iniciar o seu treino com a supervisora
alemã Johanna Langefeld.
Enviada
para Auschwitz I em Março de 1942, Brandl foi empregada na lavanderia e
logo subiu na hierarquia.
No
Verão de 1943, recebeu uma medalha do Reich pela sua «boa conduta» nos
campos. Ela participou em selecções de mulheres e crianças a serem enviadas
para as câmaras de gás, além de abusar fisicamente de prisioneiros, incluindo
crianças.
Em
Novembro de 1944, com a aproximação do Exército Soviético, ela foi
designada para o subcampo da floresta Mühldorf de Dachau com Maria Mandel.
Poucos relatos surgiram sobre o comportamento de Brandl em Mühldorf.
Ela
finalmente fugiu de Mühldorf em 27 de Abril de 1945, semanas antes da chegada
do Exército dos Estados Unidos.
Em
29 de Agosto de 1945, Brandl foi capturada pelo Exército dos EUA nas
montanhas da Baviera e a enviou para um campo de espera afim de aguardar o
interrogatório.
Dois
anos depois, em 1947, foi julgada pelas autoridades polacas, juntamente com
Maria Mandel, Luise Danz, Hildegard Lächert e Alice Orlowski no julgamento
de Auschwitz em Cracóvia.
Em
22 de Dezembro do mesmo ano, Brandl foi condenada por participar na selecção de
presos a serem mortos. Ela foi enforcada na prisão em 28 de Janeiro de 1948,
quatro dias antes de seu 46º aniversário.
