sexta-feira, 17 de dezembro de 2004



Senhor Leão, já lhe tinha dito que não podia comer fumadores!...

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CALENDÁRIO SÓ PARA HOMENS, neste site:

http://www.julekalender2004.leithoff.dk/

quarta-feira, 15 de dezembro de 2004



Colchão Ortopédico para Homens

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segunda-feira, 13 de dezembro de 2004

Filho : Pai...
Pai :
Humm?
Filho :
Como é o feminino de sexo?
Pai :
Quê?
Filho :
O feminino de sexo.
Pai :
Não tem.
Filho :
Sexo não tem feminino?
Pai :
Não.
Filho :
Só há sexo masculino?
Pai :
Sim. Quer dizer, não. Existem dois sexos. Masculino e feminino.
Filho :
E como é o feminino de sexo?
Pai :
Não tem feminino. Sexo é sempre masculino.
Filho :
Mas acabas de dizer que há sexo masculino e feminino.
Pai :
O sexo pode ser masculino ou feminino. A palavra Sexo é masculina.
Filho :
Não deveria ser “A sexa”?
Pai :
Não.
Filho :
Mas porque não?
Pai :
Porque não! Desculpa, porque não. “Sexo” é sempre masculino.
Filho :
O sexo da mulher é masculino?
Pai :
Sim. Não! O sexo da mulher é feminino.
Filho :
E como é o feminino?
Pai :
Sexo também. Igual ao do homem.
Filho :
O sexo da mulher é igual ao do homem?
Pai :
Sim. Quer dizer... olha: há sexo masculino e feminino. Não é verdade?
Filho :
Sim.
Pai :
São duas coisas diferentes.
Filho :
Então, como é o feminino de sexo?
Pai :
É igual ao masculino.
Filho :
Mas não são diferentes?
Pai :
Não. Ou melhor, sim! A palavra é a mesma. Muda o sexo, mas não muda a palavra.
Filho :
Então não muda o sexo. É sempre masculino.
Pai :
A palavra é masculina.
Filho :
Não. “A palavra” é feminino. Se fosse masculino seria “O palavrão..”
Pai :
Basta! Vai brincar.
O filho sai, entra a mãe e o pai comenta:
- Temos que vigiar esse miúdo...
- Porquê?
- Só pensa em gramática!


(recebido por e-mail)



Camião anti-poluente no Vietname...

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quarta-feira, 8 de dezembro de 2004

COMPETIÇÃO DE MORCEGOS

O morcego estava fazendo uma competição entre os seus três filhos para ver quem arranjava sangue mais rapidamente. O filho mais velho saiu voando e volta 60 segundos depois com a boca suja de sangue. O pai pergunta:
- Onde arranjaste esse sangue?
- Está vendo aquele boi ali?
- Estou.
- Foi nele.
O segundo filho sai voando e volta em 30 segundos com a boca suja de sangue. O pai pergunta:
- Onde você arranjou esse sangue?
- Está vendo aquela mulher ali?
- Estou.
- Foi nela.
O filho mais novo sai voando e volta 15 segundos depois com a boca suja de sangue. Novamente, o pai:
- Onde você arranjou esse sangue todo?
- Está vendo aquele muro ali?
- Estou.
- Eu não vi.





terça-feira, 7 de dezembro de 2004



Bem visto, mas dará resultado?

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segunda-feira, 6 de dezembro de 2004

PADRE NÃO MENTE!!! 

Nem sempre uma mentira é uma mentira. Veja como o bom português (a língua) ajudou um Padre a não pecar. Uma senhora está voltando duma viagem à Suíça. No avião, vira-se para um padre que está sentado ao lado e faz-lhe um pedido:
- Sr. Padre, eu comprei este aparelho, um depilador eléctrico novo. O senhor não se importaria de o esconder debaixo da batina, só para o caso de passarmos por uma revista na alfândega? O padre responde:
- Será um prazer atendê-la, minha senhora. Mas aviso-a já: Se me perguntarem, eu não sei mentir. A mulher concorda e fica torcendo para que ninguém pergunte nada ao padre.
Na alfândega um fiscal aborda o padre:
- Alguma coisa a declarar, Sr. Padre?
- Da cabeça à cintura
– diz o padre – não tenho absolutamente nada.
- E em baixo?
- Pergunta o fiscal, desconfiado.
- Ah, em baixo, só um instrumento para mulheres, que nunca foi utilizado... O fiscal corou e, rindo, disse:
- O passageiro seguinte, por favor...

A MULHER E OS HOMENS! 

O médico diz: "Tire a roupa!"
O psicanalista diz: "Agora deite e relaxe..."
O farmacêutico diz: "Dói a cabeça?"
O dentista diz: "Abra um pouco mais..."
O oftalmologista diz: "E agora está, melhor?" O decorador diz: "Quando estiver tudo lá dentro você vai gostar!" O professor de culinária diz: "Isso, assim... mexe um pouco mais agora..." O vendedor de fruta diz: " Pode segurar mas não aperte!" O padeiro diz: "Sim, está quentinho..., como a senhora gosta." O peixeiro diz: "Vai querer tudo ou só a metade? " O feirante diz: "Gostoso não é? Pode experimentar outra vez!" O cabeleireiro diz: "Vamos fazer uma coisa diferente?" O marido diz: "Hoje outra vez? Assim não há cristão que aguente...»



domingo, 5 de dezembro de 2004

MIL MUNDOS (décimas)

1
Não há nada que não entre
Cá dentro do coração
Amizade, amor, paixão
O filho que andou no ventre
Um sonho que nos concentre
Orgulho e humildade
Alguém que deixou saudade
Um outro que já partiu
Uma canção que se ouviu
Fado, beijo, liberdade

2
Eu vivi sem liberdade
Ainda era um rapaz
Não quero voltar p’ra trás
Quero a força da verdade
A ausência de maldade
Na vida de todos nós
Da nascente até à foz
Da nascença até à morte
Sempre o gritarei bem forte
Sentimento, nossa voz

3
Nunca poderei calar
Todos os meus sentimentos
Nem calcar meus pensamentos
Sempre me ouvirão gritar
Sem nunca desanimar
Com toda a minha vontade
Lutarei pela verdade
Poderei mesmo sofrer
P’ra no coração caber
Amor, paixão e saudade

4
Os mundos que nós criamos
Ao longo da nossa vida
São os pontos de partida
Para o que desejamos
Neles cabem os que amamos
A razão da nossa voz
Os netos de seus avós
Que já estão a construir
E a tentar descobrir
Mil mundos dentro de nós

NB: - Mote obrigatório «Fado, beijo, liberdade, / Sentimento, nossa voz. / Amor, paixão e saudade, / Mil mundos dentro de nós.» de Jorge Marques

«MIL MUNDOS DENTRO DE NÓS» (quadras)

Quando nasceram meus Netos
Até se embargou a voz
Horizontes mais abertos
Mil mundos dentro de nós

Mil mundos dentro de nós
Dou graças à Liberdade
Recuperámos a voz
Veio ao de cima a verdade

Mês de Abril – Revolução
Junta à minha a tua voz
Alegra-se o coração
Mil mundos dentro de nós

Mil mundos dentro de nós
Um futuro a construir
Canções a uma só voz
E um jardim a florir

Foram casquinhas de noz
Ao outro lado do mar
Mil mundos dentro de nós
Outros tantos por achar

SONHO INACABADO (mini-conto) Gostava de ser sido pássaro. Gostava de ter asas para ir além da imaginação. Um sonho, porém, pode tornar tudo possível. Elevei-me no ar. Atravessar o Oceano não deverá ser tarefa fácil. Poisei no mastro de vários navios que fui encontrando. Quando me sentia cansado, procurava outros barcos, mesmo tendo de fazer enormes desvios da rota que tinha traçado. Passaram-se dias. Talvez semanas. Finalmente vi terra. Baixei ansioso. Para mim o Sol nascia. Em baixo ainda era noite. Atraiu-me uma janela aberta. Entrei, poisei, descansei e olhei ao redor. Espelhado na vidraça da janela, não era um pássaro que ali estava mas eu próprio. Uma cama. Um lençol branco. Um único pé destapado. Beijei-o e ele escondeu-se, deslizando, sem sobressaltos. Agora no outro extremo, descortino uma cabeça de mulher, de olhos cerrados, dormindo tranquilamente. Acaricio os seus cabelos que me parecem feitos de seda. Fechei (também eu) os olhos e deixei-me ir ao acaso das sinuosidades daquele corpo. Beijei demoradamente os olhos. Procurei cuidadosamente as orelhas que percorri lentamente, para não a despertar. O corpo estava todo nu, também de maquilhagens e de preconceitos. Tudo natural. Apenas o embriagante cheiro de fêmea. Acariciei os seios, desci até ao umbigo, naquele momento o centro do meu Mundo. Desci um pouco mais e, finalmente, senti umas mãos que carinhosamente me acariciavam a cabeça e pressionavam levemente. Deixei-me ir, resistindo um pouco, apenas para provocar o aumento da pressão… Sobrevoei o corpo para reencontrar aqueles pezinhos… (Agora reparo que disse «sobrevoei». Linguagem de pássaro ainda não me abandonou. Bom sinal, pois terei de regressar...) Beijei-os com ternura. Voltei acima, deslizando a minha face pelas suas pernas. Atardei-me nos joelhos, suavemente... Quantos círculos, elipses, espirais desenhei. E ela, tocando os meus cabelos, com as duas mãos, meigamente. Como a querer ensinar-me o caminho. Continuei, sentindo o movimento das suas ancas, qual cobra dançando o samba mas muito devagarinho. Olhos fechados. Tudo muito, muito lentamente, pois há momentos que deveriam ser eternos, momentos em que o mundo deveria parar. De repente acordei com o sonho inacabado. Porque será que tudo o que é bom tem de ter um fim? Eu bem fechei os olhos, tentando reatar ou começar tudo de novo. Nada consegui... Ficou-me a solidão, o escuro e o vazio. NB: - 3º prémio no VII Concurso Literário da Academia Antero Nobre – 2004 (Pedreiras – Porto de Mós)
FUTEBOLISTA… (sextilhas)


Se eu fosse futebolista…
Tinha força nunca vista,
Chutava contra a má sorte,
Trocava golos por pão
E driblava a solidão,
Fintando cem vezes a morte.

Pensando bem no assunto,
Eu às vezes me pergunto:
- P’ra quê então estudar,
Se faz tanto mal à vista?
Se eu fosse futebolista…
Era só «arrecadar»! (1)


NB: - Sextilha obrigada ao mote «Se eu fosse futebolista…»
(1) Menção Honrosa no VII Concurso Literário da Academia Antero Nobre – 2004 (Pedreiras – Porto de Mós)

quinta-feira, 2 de dezembro de 2004

TRAGÉDIA RUSSA

A criança sequestrada
Sem ter feito nenhum mal
Suplica muito assustada
Eu quero viver Natal,

Mas eles semeiam morte
Fazem destino escuro
Eu tentarei ser mais forte
Com a luz que sempre auguro

Vai morrer a criancinha
Qual pássaro num beiral
Façam vossa a luta minha
- Que na terra acabe o mal,

Não quero mais ver sofrer
Derrubemos qualquer muro
Crianças devem viver
Seja risonho o futuro!

NB: - Mote obrigatório: «Eu quero viver Natal, / Com a luz que sempre auguro / - Que na terra acabe o mal, / Seja risonho o futuro!» - Maria José Fraqueza

SE APETECE UM CAFEZINHO, CLIQUE AQUI:

http://www.cartoline.it/pics/scherzi_150404_01.swf
TELEFONEMA...

George W. Bush: - Alô.
Terrorista: - Alô, Sr. Bush?
Bush: - Sim, sou eu...
Terrorista: - Aqui fala a pessoa que comandou todos os ataques terroristas ao seu país, gostaria de assumir a autoria de uma vez por todas.
Bush: - Ah é? Quem é você, qual a sua nacionalidade?
Terrorista: - Queria comunicar ao Sr. que nós aqui em Portugal fizemos tudo, planeámos, comandámos e executámos, somos os únicos responsáveis por esse atentado ao seu paíseco.
Bush: - Você tem noção do que está a dizer?
Terrorista: - Tenho sim, repito, nós em Portugal comandámos tudo...
Bush: - Você sabe que vamos bombardear a Capital do seu país?
Terrorista: - Claro que sei, e o Sr. sabe por acaso qual é a nossa Capital?
Bush: - Of course, qualquer americano sabe que a capital de Portugal é Madrid!!!
Terrorista: - Então? - De que está à espera? Venham as bombas!

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- Lisboa, Portugal
Aposentado da Aviação Comercial, gosto de escrever nas horas livres que - agora - são muitas mais...