quinta-feira, 31 de março de 2005

O meu neto João é do Benfica, mas como o Ronaldo joga no Manchester - que também é vermelho - tudo bem!
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Olhe a foto atentamente...
Uma cara ou duas figuras?
E a mão não será um cão a dormir?
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PERGUNTAS CURIOSAS...

*Como se escreve zero em algarismos romanos???

* Se depois do banho estamos limpos porque lavamos a toalha???

* Por que quando aparece no computador a frase "Teclado Não Instalado", o fabricante pede para apertar qualquer tecla???

* Se Deus está em todo lugar, por que as pessoas olham para cima para falar com ele???

* Se os homens são todos iguais, por que as mulheres escolhem tanto???

* Por que a palavra "Grande" é menor do que a palavra "Pequeno"???

* Por que "Separado" se escreve tudo junto e "Tudo Junto" se escreve separado???

* Se o vinho é líquido, como pode existir vinho seco???

* Por que as luas dos outros planetas tem nome, mas a nossa chamada só de lua???

* Por que quando a gente liga para um número errado nunca dá ocupado???

* Por que as pessoas apertam o controle remoto com mais força, quando a pilha está fraca???

* O instituto que emite os certificados de qualidade ISO 9002, tem qualidade certificada por quem???

* Quando inventaram o relógio, como sabiam que horas eram, para poder acertá-lo???

*Como foi que a placa "É Proibido Pisar a Relva" foi lá colocada ???

* Por que quando alguém nos pede que ajudemos a procurar um objecto perdido, temos a mania de perguntar: "Onde foi que você o perdeu"???

* Por que tem gente que acorda os outros para perguntar se estavam a dormir???

Posted by Hello

segunda-feira, 28 de março de 2005

Paris c’est toujours Paris !!

A FESTA DE PARIS
Eduardo Prado Coelho
no «Público» de hoje.

É domingo, chego a Paris, e sinto a enorme diferença em relação a Lisboa. Onde aqui existe uma cidade adormecida, existe ali uma cidade em festa. Cafés, restaurantes, bares, ruas, tudo está repleto de gente. Em certos bairros, é como se fossem centros comerciais: as lojas estão abertas, as pessoas passeiam, as crianças brincam, e os namorados beijam-se na rua. Há jardins com fontes, lugares de passagem, espaços míticos. Veja-se, por exemplo, a praça des Vosges: a calma, a relva, as plantas, as árvores, o sentimento de que a roda da vida é aqui mais lenta.
Passo pelo Salão do Livro. Um excelente "stand" português, um acolhimento simpático das funcionárias do Instituto Português do Livro e da Leitura, a presença da Livraria Lusophone com o Heitor e a Anabela. Passam professores e interessados na cultura portuguesa. Alguns procuram sobretudo instrumentos pedagógicos. Outros precisam de elementos turísticos. Os nossos livros, e alguns daqueles que em França os têm defendido, estão mais uma vez presentes. Incansável, aqui está de novo Solange Parvaux. A nova conselheira cultural, Fátima Ramos, assiste às sessões. Com leituras de poemas (numa tradução de Sophia de Mello Breyner) em que Joaquim Vital gastou cerca de 5 anos, temos o próprio Joaquim Vital, Michel Chandeigne (que no colóquio da Gulbenkian provocará alguma polémica com as suas opiniões sobre a poesia portuguesa) e, com um entusiasmo de quem gosta de ler poesia em público, e conheceu Sophia desde o período em que era criança (e conta como vestiu fatos que ela ia deixando para outras pessoas), Inês de Medeiros.
Público interessado, perguntas oportunas. Mas deixa-se o Salão do Livro com a sensação de que atravessámos um pesadelo, tão grande é o número de gente, tantos os "stands", tantos os livros a descobrir (e a esquecer) nesta tarde de domingo.
À noite temos o Marais, os seus restaurantes de muitas nacionalidades, o seu folclore judaico e "gay" (cada vez mais, sublinhe-se). Os bares parecem sem conta, os americanos turistas multiplicam-se em cada esquina, há latas de cerveja rolando pelo chão, pavilhões de zonas regionais. É bom reencontrar os empregados do meu restaurante preferido, "Le gamin de Paris". Lá está a dona, sempre vestida de branco, evocando os tempos certamente felizes em que conheceu José Bergamin. Lá estão os seus "rapazes" árabes que nos saúdam com simpatia.
Mais tarde temos St. Michel, bares a abarrotar, grupos de música em cada recanto, uma alegria encantada. É bom que Paris esteja onde está e continue a ser como era. Sentimos que passaram muitos anos, e que no fundo nenhum tempo passou. Intelectuais, estudantes, pensadores, músicos, todos atravessam estas ruas como se fossem eternos.

domingo, 27 de março de 2005

De um amigo de São Paulo:


COELHINHO DA PÁSCOA

Coelhinho da Páscoa,
Que vive na rua;
Meu ídolo sem taça,
Em baixo da lua.

Coelhinho da praça,
Que anda na rua;
Que coisa sem graça,
É o brilho da Lua.

Coelhinho que limpa
O pára-brisas alheio,
E só tem esperança,


De voltar a ser criança,
E apagar da lembrança,
A imagem do patinho feio.


Donizete de Castilho / Guarulhos

Prefiro aquelas!! Posted by Hello

Sabem quem é?
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Espreitando...
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sábado, 26 de março de 2005

EUTANÁSIA
Seja qual for a opinião de cada um sobre a eutanásia, têm sido impressionantes os esforços desenvolvidos pela Administração norte-americana e pelo Presidente Bush no sentido de apoiar uma das partes na disputa que se trava a propósito do caso Schiavo.
Independentemente de quaisquer juízos de valor, a promulgação de uma lei específica é demonstrativa do enorme poder de que dispõe o Presidente dos Estados Unidos quando ele se pretende bater por uma causa que considera justa.
Ao mesmo tempo, por uma infeliz coincidência, ocorreu mais um tiroteio numa escola norte-americana no Minnesota, protagonizado por um adolescente perturbado que matou nove pessoas para depois de suicidar. Foi mais um de uma série de tristes incidentes deste género, o mais publicitado dos quais deve ter sido o de Columbine.
Mas a associação destes dois acontecimentos (o caso Schiavo e o tiroteio do Minnesota) não pode deixar de nos induzir a especular sobre a legislação restritiva ao uso e porte de arma, que poderia já ter sido patrocinada por um Presidente que estivesse verdadeiramente empenhado, como ele alega, na protecção à vida humana.
É que, ao contrário das controvérsias legais de quem pode interpretar as vontades da senhora Schiavo, é absolutamente garantido que nenhuma das nove vítimas de Minnesota pretendia morrer.
António M. E. Teixeira in «Público» de hoje
A FORÇA DO AMOR (historinha linda)

Como qualquer mãe, quando Karen soube que um bebé estava a caminho, fez todo o possível para ajudar o seu outro filho, Michael, com três anos de idade, a preparar-se para a chegada.
Os exames mostraram que era uma menina, e todos os dias Michael cantava perto da barriga da mãe. Ele já amava a sua irmãzinha antes mesmo dela nascer.
A gravidez desenvolveu-se normalmente.

No tempo certo, vieram as contracções. Primeiro, a cada cinco minutos; depois a cada três; então, a cada minuto uma contracção. Entretanto, surgiram algumas complicações e o trabalho de parto de Karen demorou horas. Todos discutiam a necessidade provável de uma cesariana.

Até que, enfim, depois de muito tempo, a irmãzinha de Michael nasceu.
Só que ela estava muito mal e uma ambulância levou a recém-nascida para a UTI neonatal do Hospital Saint Mary.

Os dias passaram. A menininha piorava. O médico disse aos pais: "Preparem-se para o pior. Há poucas esperanças". Karen e seu marido começaram, então, os preparativos para o funeral.

Alguns dias atrás estavam arrumando o quarto para esperar pelo novo bebé. Hoje, os planos eram outros.
Enquanto isso, Michael todos os dias pedia aos pais que o levassem para conhecer a sua irmãzinha. "Eu quero cantar para ela", dizia ele.
A segunda semana de UTI começou e esperava-se que o bebé não sobrevivesse até o final dela.

Michael continuava insistindo com seus pais para que o deixassem cantar para a sua irmã, mas as crianças não eram permitidas na UTI. Entretanto, Karen decidiu. Ela levaria Michael ao hospital de qualquer jeito. Ele ainda não tinha visto a irmã e, se não fosse hoje, talvez não a visse viva.

Vestiu Michael com uma roupa um pouco maior, para disfarçar a idade, e rumou para o hospital.
A enfermeira não permitiu que ele entrasse e exigiu que ela o retirasse dali. Mas Karen insistiu:
"Ele não irá embora até que veja a sua irmãzinha!" Ela levou então Michael até à incubadora.
Ele olhou para aquela trouxinha de gente que perdia a batalha pela vida. Depois de alguns segundos olhando, ele começou a cantar, com sua voz pequenininha: "Você é o meu sol, o meu único sol. Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro..." Nesse momento, o bebé pareceu reagir.

A pulsação começou a baixar e se estabilizou. Karen encorajou Michael a continuar cantando. "Você não sabe, querida, quanto eu te amo. Por favor, não leve o meu sol embora..." Enquanto Michael cantava, a respiração difícil do bebé foi se tornando suave. "Continue, querido!", pediu Karen, emocionada.

"Outra noite, querida, eu sonhei que você estava nos meus braços..." O bebé começou a relaxar. "Cante mais um pouco, Michael." A enfermeira começou a chorar. "Você é o meu sol, o meu único sol. Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro... Por favor, não leve o meu sol embora..."

No dia seguinte, a irmã de Michael já tinha recuperado e em poucos dias foi para casa...

sexta-feira, 25 de março de 2005

A QUEM DEIXO OS MEUS POEMAS?

Quantos unidos pela poesia viveram,
da poesia se alimentaram
e não morreram...

Virá o dia em que
talvez eu parta sem ti
mas deixo contigo os poemas.

Não partas, primeiro, meu amor,
A quem deixo os meus poemas?


Rogério Simões
(um amigo com a doença de Parkinson)

in http://poemasdeamoredor.blogs.sapo.pt/
Posted by Hello
VAI UMA CERVEJINHA?

Um fulano vivia sozinho e decidiu que a sua vida seria melhor se tivesse um animalzinho de estimação como companhia. Assim, foi a uma loja de animais e disse ao dono da loja que queria um bichinho que fosse fora do vulgar. Depois de algum tempo de discussão, chegaram à conclusão que ele deveria ficar com uma centopeia. Centopeia seria mesmo um bichinho de estimação fora do comum... Um bichinho tão pequeno, com cem pés... é realmente invulgar! A centopeia veio dentro de uma caixinha branca, para ser usada como casinha... Bom... Ele levou a caixinha para casa, arranjou um bom lugar para colocar a caixinha, e achou que o melhor para a sua nova companhia seria levá-la a tomar uma cervejinha...
Assim, perguntou à centopeia, que estava dentro da caixinha:
- Gostavas de ir comigo ao Frank's tomar uma cerveja?Não houve resposta da sua nova amiguinha....
Meio chateado com isso, ele esperou um pouco e perguntou de novo:
- Que tal ir comigo ao bar tomar uma cervejinha, hein?De novo, nada de resposta da nova amiguinha...
Ele esperou mais um pouco, pensando e pensando sobre o que estava a acontecer... E decidiu perguntar de novo.
Mas desta vez, chegou bem perto da caixinha e gritou:
- Ei, ó surda!!! Queres ir ou não comigo ao Frank's tomar uma cerveja? Uma vozinha veio lá de dentro da caixinha:- Ddddddaaaaassssseeeeeeeee!!!!!!!!!!! Já tinha ouvido!!!!! Estou a calçar os sapatos!!!!!!!!

VEJAM COMO DESEJAR "FELIZ PÁSCOA!" EM DIVERSOS IDIOMAS:

Francês 
JOYEUSES PÂQUES

Checo  VESELE VANOCE 
Alemão  SCHÖNE OSTERN 
Espanhol  FELICES PASCUAS
Italiano  BUONA PASQUA
Macedónio  SREKEN VELIGDEN 
Inglês  HAPPY EASTER 
Grego  KALO PASKA 
Chinês  FOUAI HWO GIE QUAI LE 
Árabe  EID-FOSS'H MUBARAK 
Croata  SRETUN USKRS 
Húngaro  BOLDOG HUSVETI ÜNNEPEKET
Polaco  WESOLYCH SWIAT 
Sueco  GLAD PÅSK 
Holandês  GELUKKIG PAASFEST
 Norueguês  GOD PÅSKE
Turco  MUTLO (ELLER HOS) PASKALYA


FELIZ PÁSCOA para quem me está a ler!!

Podia acontecer... Posted by Hello

quinta-feira, 24 de março de 2005

Cada um combate com as armas que tem...

Posted by Hello

EXAGEROS

Um português, um francês e um americano conversam entre eles.
Diz o americano:
- Na América temos um porta-aviões que transporta 1.000 aviões.
Diz o francês:
- Em França temos um hotel que acomoda 20.000 pessoas.
Diz o português:
- Eu tenho uma pila onde cabem 200 passarinhos empoleirados.
Passado um bocado, diz o americano:
- Eu exagerei... o porta-aviões só leva 150 aviões!
Diz o francês:
- Eu também exagerei. O hotel só dá para 1000 pessoas!
O português confessa:
- Também exagerei um bocadinho. O último pássaro já fica com uma patita de fora...

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- Lisboa, Portugal
Aposentado da Aviação Comercial, gosto de escrever nas horas livres que - agora - são muitas mais...