terça-feira, 6 de setembro de 2011




EFEMÉRIDECarlitos, de seu nome completo Carlos Alberto Alves Garcia, jogador de futebol português, nasceu em Lisboa no dia 6 de Setembro de 1982. Actua actualmente na liga alemã.


Iniciou a sua carreira profissional no Amora Futebol Clube em 2000, com a idade de 17 anos. Dois anos depois mudou-se para o Grupo Desportivo Estoril Praia (2003/2004), onde ajudou a equipa a ser promovida à Liga Principal. Despertou desde logo a atenção dos maiores clubes do país, graças aos seus dribles habilidosos e à sua velocidade.


Em 2004, assinou pelo S. L. e Benfica, depois de representar Portugal no Campeonato Europeu sub-21 na Alemanha. Conquistou com o Benfica o título de Campeão Nacional em 2005 e a Super Taça do mesmo ano. Não conseguiu porém demonstrar no Benfica as mesmas qualidades que o tinham feito um dos jogadores mais influentes do Estoril, pelo que alinhava em poucos jogos. Foi então emprestado ao Vitória de Setúbal na época 2005/2006, sendo finalista da Taça e da Super Taça de Portugal. Regressou ao Benfica, mas foi emprestado de novo, desta vez ao F. C. Sion da Suíça.


Em 2007/2010 jogou pelo F. C. Bâle, sagrando-se Campeão da Suíça em 2008 e 2010 e conquistando a Taça da Suíça nas mesmas épocas.


Alinha desde a época passada no Hanover 96. Foi internacional sete vezes pela Selecção Nacional sub-21.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011



Aniversário do meu neto. Como se pode ler... (Brincadeirinha)



EFEMÉRIDEWerner Herzog, de seu verdadeiro nome Werner H. Stipetic, realizador alemão, nasceu em Munique no dia 5 de Setembro de 1942.


Os pais, que eram croatas, abandonaram-no ainda na infância, quando foram libertados de um campo de prisioneiros de guerra durante a Segunda Guerra Mundial. A família, incluindo o pequeno Werner, mudou-se para uma cidade austríaca, quando uma casa próxima da sua foi destruída por um bombardeamento. Quando tinha 12 anos, mudaram-se novamente para Munique.


No início dos anos 1960 Herzog trabalhou como metalúrgico numa fábrica de aço, para ajudar a financiar os seus primeiros filmes. Em 1963 fundou a empresa de produção Werner Herzog Filmproduktion e começou a realizar as primeiras curtas-metragens. Em 1968 realizou a primeira longa-metragem “Lebenszeichen”, que conquista o Urso de Prata no Festival de Berlim.


Os três filmes seguintes foram apresentados na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes, ganhando assim o reconhecimento internacional como representante do Novo Cinema Alemão.


Klaus Kinski tem sido para Herzog um actor fetiche, apesar das relações muito especiais e tumultuosas entre ambos, relatadas aliás no documentário “Inimigos íntimos”. Gosta igualmente de trabalhar com o actor anónimo Bruno S., que passou os trinta primeiros anos da sua vida entre hospitais psiquiátricos e prisões. A identificação entre os dois foi perfeita em “O enigma de Kaspar Hauser”, onde Bruno interpreta um personagem que realmente existiu, fechado numa cave nos primeiros anos de vida, totalmente isolado do resto do mundo.


A sua última longa-metragem, um documentário sobre a gruta Chauvert, em Ardèche, França, foi estreada em 1 de Setembro de 2011.


Desde os primeiros filmes, Werner Herzog tem a reputação de filmar de modo difícil e perigoso, quase caótico, o que lhe valeu ser conhecido como o “cineasta do impossível” por alguns críticos de cinema. Durante as filmagens de “Aguirre, a cólera de Deus”, certos actores e os membros da sua equipa técnica correram o risco de morrer afogados. Herzog aproveita por vezes, nas montagens finais, algumas cenas e diálogos ocorridos inesperadamente, dando às películas um realismo absoluto sem quaisquer efeitos especiais, duplos ou truques.



Paula Fernandes ao vivo

domingo, 4 de setembro de 2011




EFEMÉRIDEAntonin Artaud, de seu verdadeiro nome Antoine Marie Joseph Artaud, poeta, actor, romancista, desenhador, dramaturgo, guionista, director e teórico do teatro francês, nasceu em Marselha no dia 4 de Setembro de 1896. Morreu em Ivry-sur-Seine, em 4 de Março de 1948.


Nasceu numa família burguesa economicamente desafogada. O pai era capitão da marinha mercante de longo curso e a mãe tinha origem turca. Aos oito anos perdeu a irmã de oito meses. Aos dez anos quase se ia afogando, o que lhe deixou uma fobia da água. Teve uma infância feliz sob o ponto de vista afectivo, sofrendo porém de dores de cabeça crónicas desde a adolescência, atribuídas a sífilis hereditária. Foi tratado durante vinte anos com medicamentos à base de arsénico, bismuto e mercúrio.


Teve educação religiosa num colégio Marista, o que lhe trouxe muitos conhecimentos teológicos. Manifestou o seu gosto pelo grego, latim e história antiga. Com catorze anos descobriu a poesia de Charles Baudelaire.


Em 1920 chegou a Paris e começou a escrever. Em 1923 publicou, por sua conta e sob pseudónimo, o primeiro número da revista “Bibloquet”.


Em 1924, o surrealista André Breton confiou-lhe a direcção da “Central de Pesquisas Surrealistas”. Durante este período escreveu guiões para filmes e poemas em prosa. Vários textos seus foram publicados em “Revolução Surrealista”.


A doença influenciava negativamente as suas relações e as suas criações. Com ideias anarquistas, foi excluído do movimento surrealista por ser contrário à filiação no Partido Comunista.


O seu livro “O Teatro e o seu Duplo” (1935), uma das principais obras sobre a arte do teatro no século XX, foi uma importante referência para grandes directores teatrais.


Em 1936 partiu para o México e foi a cavalo até aos Tarahumaras para se iniciar nos ritos do sol. Veio a Bruxelas para regularizar o seu noivado com Cécile Schramm. Ao conversar com o futuro sogro, que era director da empresa de eléctricos da capital belga, teve um bloqueio mental e começou a dissertar sobre «os efeitos da masturbação nos irmãos jesuítas». O noivado foi rompido.


Em 1937 foi detido em Dublin acusado de vagabundagem e alteração da ordem pública. Foi metido à força num barco americano que fazia escala no Havre. À chegada, foi entregue às autoridades que o conduziram a um hospital, imobilizado com um colete-de-forças. Foi colocado no serviço de alienados. Considerado violento, perigoso para ele e para os outros, sofrendo de alucinações e da mania da perseguição, foi transferido para um hospital psiquiátrico. Passou depois por vários manicómios, cujos tratamentos eram pouco ortodoxos à luz do saber actual. Seis anos depois foi transferido para o hospital psiquiátrico de Rodez, onde permaneceu três anos.


Em Rodez, estabeleceu uma intensa correspondência com o Dr. Ferdière, também anarquista, médico responsável do manicómio. Uma relação ambígua foi estabelecida entre os dois: o médico reconhecia o valor do escritor e incentivava-o a retomar a actividade literária; por outro lado, julgando a poesia e o comportamento de seu paciente muito delirante, submetia-o a tratamentos de electrochoques que prejudicavam a sua memória, o seu corpo e o seu pensamento. As cartas foram para Artaud um recurso para não perder a lucidez. Elas revelam um homem em terrível estado de sofrimento, falando da sua dor através de uma escrita íntima e espontânea. São os diálogos de um desesperado com o seu médico e através dele com toda a sociedade.


Artaud voltou a Paris em 1946. Vítima de cancro no recto, diagnosticado muito tardiamente, foi encontrado morto dois anos depois, no seu quarto numa clínica de Ivry-sur-Seine. Neste período, além de uma importante produção literária, fez desenhos, preparou conferências e gravou a emissão radiofónica “Para acabar com o julgamento de Deus” cuja transmissão seria proibida.


A sua actividade abrangeu ensaios e guiões de cinema, pintura e literatura, diversas peças de teatro, inclusive uma ópera, notas e manifestos polémicos sobre teatro, e aparições como actor secundário em mais de vinte filmes.


As suas obras completas foram publicadas pelas Edições Gallimard, tarefa que levou perto de quarenta anos a concretizar devido à quantidade de manuscritos que Antonin Artaud deixou quando morreu.


sábado, 3 de setembro de 2011




EFEMÉRIDEIrene Pappás (Irene Lelekou de seu nome original), actriz e cantora grega, nasceu em Chiliomódi no dia 3 de Setembro de 1926. É uma das grandes figuras da Grécia no século XX.


No teatro, representou várias tragédias gregas e também obras de Federico Garcia Lorca.


Actuou em mais de setenta filmes, numa carreira que ultrapassou os cinquenta anos. As suas mais célebres interpretações tiveram lugar nas películas “Elektra” (1962) e “Zorba, o Grego” (1964).


Trabalhou pontualmente com o realizador Manoel de Oliveira em Portugal, onde também fez teatro.


Como cantora, interpretou canções de Mikis Théodorakis em 1968 e gravou dois LP com canções gregas rearranjadas por Vangelis (“Odes” em 1979 e “Rapsódias” em 1986). Em 1971 simulou um orgasmo numa faixa do álbum “666” da banda Aphrodite’s Child.


Em 2002 foi considerada a “Mulher Europeia do Ano”.







Partidinha...



Chipre 0 - Portugal 4

sexta-feira, 2 de setembro de 2011


Andrea Bocelli



EFEMÉRIDE August Jakobson, escritor e activista político-social estoniano, nasceu em Pärnu no dia 2 de Setembro de 1904. Morreu em Tallinn, em 23 de Maio de 1963.


Nascido numa família de operários, concluiu a educação básica em 1926 na sua terra natal. De 1926 a 1929 estudou Economia e, de 1931 a 1935, Medicina, sem contudo concluir os respectivos cursos.


Em 1939, foi eleito para a presidência da Associação dos Escritores da Estónia. Trabalhou de 1940 a 1941 na redacção do jornal “Kommunist” e foi chefe das editoras Ilukirjandus e Kunst. Antes da chegada da Wehrmacht à Estónia, exilou-se na União Soviética.


Em 1944/1946 e 1950/1954 foi presidente da Associação Soviética dos Escritores da Estónia. De 1950 a 1958 presidiu o Soviete Supremo da República Socialista Soviética da Estónia.


O seu primeiro trabalho literário, publicado em 1927, foi o romance “Vaeste-Patuste alev”, descrição naturalista da vida dos trabalhadores rurais e urbanos do seu tempo. Seguiram-se vários outros romances, contos, fábulas, novelas e peças de teatro. Sobretudo depois da Segunda Guerra Mundial, produziu um grande número de peças teatrais, que enfatizavam o ponto de vista comunista da luta de classes.


quinta-feira, 1 de setembro de 2011




EFEMÉRIDE Frank Lee Morris, um assaltante de bancos que ganhou a reputação de "cérebro de evasões" pelas suas fugas de diversos presídios, nasceu em Washington no dia 1 de Setembro de 1926. Encontra-se desaparecido desde 11 de Junho de 1962.


Frank foi criado em famílias adoptivas e em vários orfanatos. Aos treze anos cometeu os primeiros delitos, incluindo a posse de drogas e assaltos à mão armada.


Passou por vários reformatórios durante a juventude, tendo sempre encontrado modo de fugir. Já adulto, especializou-se em assaltos a bancos. Encarcerado várias vezes, conseguiu sempre fugir nunca utilizando a violência.


Considerado um superdotado de elevado Q.I. (133), foi colocado em 1960 na “inexpugnável” prisão Alcatraz, que tinha fama de ser um local de onde era impossível escapar. Deve ter começado de imediato a estudar um plano de fuga, apesar das catorze tentativas de outros prisioneiros terem falhado. Durante dois anos construiu, juntamente com dois colegas, uma jangada com cintos de salvação, roubando também uma série de ferramentas para poderem escavar nas suas celas. Em Maio de 1962 conseguiram criar aberturas para as condutas, trabalhando por turnos e vigiando constantemente os guardas enquanto os outros escavavam. Na noite de 11 de Junho a tentativa de evasão começou. Escaparam pelas condutas e pelas escadas de serviço. Conseguiram subir para o telhado e desceram depois para a baía. Subiram para a jangada e desaparecem no escuro da noite.


Na manhã seguinte, os guardas descobriram três manequins deitados nas camas e a ausência dos prisioneiros. O FBI pôs em campo a mais gigantesca caça ao homem desde o rapto do bebé Lindbergh, mas sem resultado. Alguns tempos mais tarde foram encontrados bocados da jangada e um saco impermeável com os objectos de uso pessoal de um dos homens. Dos fugitivos nenhum sinal.


A reputação do presídio foi colocada em dúvida depois desta fuga. Até hoje estão dados como desaparecidos. Presume-se, sem provas, que tenham morrido afogados no dia da evasão ao tentarem atingir a margem. Para corroborar esta tese, apenas o facto de não terem sido cometidos mais assaltos com a sua chancela.


Esta história é retratada em “Escape from Alcatraz”, com Clint Eastwood, um filme que ajudou a fomentar a “lenda” em torno de Frank Morris, trazendo-lhe até uma certa aura de “herói”.


quarta-feira, 31 de agosto de 2011




Futebol e Tango = Paixões Argentinas




EFEMÉRIDELionel Leo Hampton, músico de jazz norte-americano, morreu em Nova Iorque no dia 31 de Agosto de 2002. Nascera em Louisville, Kentucky, em 20 de Abril de 1908.


Considerado como o primeiro vibrafonista de jazz, também tocou piano, bateria, percussão e foi líder de várias bandas. Ao longo da sua vida, tocou com grandes nomes do jazz, desde Benny Goodman a Charlie Parker e Quincy Jones, entre outros. Em 1992 entrou para o Alabama Jazz Hall of Fame.


Conhecido também pelo “Leão”, as suas interpretações caracterizavam-se por uma grande virtuosidade.


Se bem que nascido e educado por uma avó em Louisville, passou parte da sua juventude em Kenosha (Wisconsin), antes da família se mudar para Chicago em 1916. Nos anos 1920, ainda adolescente, aprendeu xilofone e descobriu a bateria. Em 1928, actuou com a Chicago Defender Newsboy's Band.


Em 1929 chegou à Califórnia com os Dixieland Blue-Blowers. Ali participou na sua primeira gravação com os The Quality Serenaders. Deixou este grupo para se dirigir a Culver City, onde tocou com os Hite band no Sebastian's Cotton Club. Foi durante este período que começou a tocar vibrafone.


Em 1930 encontrou Louis Armstrong, com o qual gravou o primeiro solo de vibrafone na história do jazz.


Em 1936 entrou para o quarteto do célebre clarinetista Benny Goodman, com quem gravou vários discos. Em 1940 fundou o seu próprio grupo, que conheceu um sucesso imediato e se tornou numa das mais célebres “big bands” da época.


Esteve depois cerca de três anos em Inglaterra. Começou a ser conhecido na Europa graças a vários discos, principalmente de jazz, que foram enviados aos soldados americanos durante a Segunda Guerra Mundial, para lhes levantar o moral e os motivar. Estas gravações eram chamadas “canções da vitória” e contribuíram também para a descoberta do jazz pelos Europeus.


Recebeu em 1988 a “National Endowment for the Arts - NEA Jazz Master”, uma das maiores recompensas dos Estados Unidos em matéria de jazz.


Depois da sua morte, André Waignein compôs “Tribute to Lionel” à memória de Hampton, uma peça para orquestra de harmonia e vibrafone a solo.


Hoje, a Google comemora assim, na sua página de pesquisa portuguesa, o 110º aniversário da abertura da linha de eléctricos Cais do Sodré/Algés

terça-feira, 30 de agosto de 2011


Nacional 0 - Benfica 2 (1ª parte com nevoeiro)

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Aposentado da Aviação Comercial, gosto de escrever nas horas livres que - agora - são muitas mais...