"Escrita - Acto Solitário, mas que se deve Partilhar" - Gabriel de Sousa *** "Quanto mais envelhecemos, mais precisamos de ter que fazer" - Voltaire *** "Homens de poucas palavras são os melhores" - Shakespeare *** "Um Banco é como um tipo que nos empresta o chapéu-de-chuva quando está sol e que o pede assim que começa a chover" - Mark Twain
segunda-feira, 9 de abril de 2007
EFEMÉRIDE - François Rabelais, que utilizou o pseudónimo de Alcofribas Nasier em muitas das suas obras, padre, escritor e médico francês do Renascimento, morreu em Paris, no dia 9 de Abril de 1553. Nascera em La Devinière, perto de Chinon, Indre-et-Loire, em data imprecisa de 1483 ou 1484. O nome de Rabelais ficou para a posteridade, sobretudo pela sua obra-prima Gargantua e Pantagruel. Terá sido um religioso de fraca vocação, mas que tinha grande interesse pelo saber e pelas ciências, com um espírito muito ousado e voltado para a modernidade e para as reformas. Teria estudado Direito, após a formação teológica. Os seus escritos, quase sempre cómicos e satíricos, causaram-lhe graves problemas com os poderes instituídos, mais a mais num tempo em que a intolerância imperava em França. Viu confiscados os seus livros, passou dos Franciscanos para a Ordem dos Beneditinos e interessou-se pela Medicina, acabando por se doutorar. A publicação do “Terceiro Livro”, em 1546, levou-o a refugiar-se em Metz e, depois, a fixar-se dois anos em Roma. Rabelais não levou uma vida ainda mais atribulada porque, de certa forma, foi protegido pelo Bispo de Paris e futuro Cardeal, Jean du Bellay, que favoreceu vários “humanistas” da época. Em 1552, publicou o “Quarto Livro”, que foi censurado pelos teólogos, tendo resignado da vida religiosa e morrido no ano seguinte.
Sem comentários:
Enviar um comentário