
Graças aos esforços da mãe de Daniela (Glória Perez), foi feita a primeira “emenda popular” da História do Brasil. Ainda que a mudança da lei não tenha abrangido este crime, a partir daí o homicídio qualificado passou a ser punido com mais rigor.
Daniela Perez entrara em quatro telenovelas: Kananga do Japão (1989), Barriga de Aluguer (1990), O Dono do Mundo (1991) e De Corpo e Alma, cujas filmagens ainda decorriam.
A possível mistura entre realidade e ficção foi considerada como uma das causas da tragédia. Emissoras de rádio e televisão, jornais e revistas, dedicaram os seus espaços mais nobres a este crime. Edições especiais e suplementos foram publicados por vários jornais e revistas. A importância dada ao crime ofuscou um outro acontecimento ocorrido na mesma ocasião: o impeachment do presidente Collor de Mello. Ao funeral compareceram milhares de fãs da actriz.
Pressionada pela multidão e pela intensa vigilância da imprensa e da televisão, a polícia, que já tinha libertado Guilherme de Pádua, voltou a prendê-lo. A ele se juntou sua mulher que, entretanto, estivera alguns dias numa clínica recuperando de uma ameaça de aborto, visto que estava grávida. Segundo a lei então vigente, eles poderiam ter aguardado o julgamento em liberdade, mas a polícia justificou a sua prisão porque eles, em liberdade, "corriam o risco de ser linchados".
O crime nunca foi completamente elucidado, pois apresentaram-se testemunhas falsas, talvez atraídas pelos focos da televisão, enquanto outras testemunhas que pareciam importantes não quiseram vir a público. Os criminosos chegaram a acusar-se mutuamente de ter cometido o crime, para assim um deles ser ilibado. Como justificação acusaram Daniela de assédio sexual. O casal acabou por se divorciar.
Daniela Perez entrara em quatro telenovelas: Kananga do Japão (1989), Barriga de Aluguer (1990), O Dono do Mundo (1991) e De Corpo e Alma, cujas filmagens ainda decorriam.
A possível mistura entre realidade e ficção foi considerada como uma das causas da tragédia. Emissoras de rádio e televisão, jornais e revistas, dedicaram os seus espaços mais nobres a este crime. Edições especiais e suplementos foram publicados por vários jornais e revistas. A importância dada ao crime ofuscou um outro acontecimento ocorrido na mesma ocasião: o impeachment do presidente Collor de Mello. Ao funeral compareceram milhares de fãs da actriz.
Pressionada pela multidão e pela intensa vigilância da imprensa e da televisão, a polícia, que já tinha libertado Guilherme de Pádua, voltou a prendê-lo. A ele se juntou sua mulher que, entretanto, estivera alguns dias numa clínica recuperando de uma ameaça de aborto, visto que estava grávida. Segundo a lei então vigente, eles poderiam ter aguardado o julgamento em liberdade, mas a polícia justificou a sua prisão porque eles, em liberdade, "corriam o risco de ser linchados".
O crime nunca foi completamente elucidado, pois apresentaram-se testemunhas falsas, talvez atraídas pelos focos da televisão, enquanto outras testemunhas que pareciam importantes não quiseram vir a público. Os criminosos chegaram a acusar-se mutuamente de ter cometido o crime, para assim um deles ser ilibado. Como justificação acusaram Daniela de assédio sexual. O casal acabou por se divorciar.
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