Começou
a ter sucesso no atletismo internacional ao ganhar a medalha de ouro dos 200 m
no Campeonato Mundial de Atletismo em Pista Coberta de 2001, realizado
em Lisboa, e a medalha de bronze no Campeonato Mundial de Atletismo de
Edmonton, no mesmo ano, no Canadá.
Depois
de dois anos medíocres causados pela falta de foco e seriedade nas competições,
em que até estrelou shows de TV apostando em corridas com zebras e girafas, voltou
em grande forma em 2004, conquistando a prata nos 60 m do Mundial em Pista
Coberta e classificando-se para Atenas na eliminatória americana dos
100 m e 200 m.
Em
Junho do mesmo ano, fez a sua melhor marca nos 100 m, 9s88, que lhe dava reais
chances de medalha nesta prova em Atenas.
Em
Atenas, porém, ele chegou em quarto lugar nos 100 m, mas dias depois, ganhou a
medalha de ouro nos 200 m com a marca de 19s79 e uma prata, no último dia de
competição, integrando a estafeta 4X100 m dos Estados Unidos.
Nos
Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, Crawford chegou em quarto nos 200 m,
mas devido à desclassificação de dois atletas, o compatriota Wallace Spearmon e
o atleta das Antilhas Holandesas Churandy Martina, por pisarem fora da raia na
curva da pista, ele herdou a prata.
Poucos
dias após os Jogos, num gesto de desportivismo e despreendimento, deu a sua
medalha de prata a Martina.
Em
Abril de 2013, Crawford foi suspenso por dois anos de competições por se
recusar a respeitar uma determinação da Agência Anti-Doping dos Estados
Unidos (USADA), que determina que os atletas informem sempre o eu
paradeiro - quando não podem ser regularmente encontrados nos seus endereços
conhecidos - para estarem disponíveis no caso de testes de doping fora de
competições.

Sem comentários:
Enviar um comentário