Iniciou-se
na literatura aos vinte anos, escrevendo parta o diário sueco “Svenska
Dagbladet”. Seis anos mais tarde, publicou o seu primeiro romance, “Förvillelser”.
Influenciado pelo impressionismo e pelos decadentistas, empregou nas suas
narrativas (grande parte com fundo autobiográfico) a ironia como forma de
atacar a falta de sentido da existência.
Articulista
incansável, abordou - com um cunho progressista - a temática sua contemporânea.
Também foi autor de peças de teatro e de obras de história das religiões.
No
declinar da sua vida, voltou a interessar-se muito pelo jornalismo. Criticou o
nazismo com veemência, escrevendo longamente a este respeito, num diário
liberal sueco, marcadamente antinazi.
Faleceu
aos 72 anos, sendo sepultado no cemitério Vestre, em Copenhaga.

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