quarta-feira, 4 de abril de 2012

EFEMÉRIDEJosé Vítor dos Santos Peseiro, professor de educação física e treinador de futebol português, nasceu em Coruche no dia 4 de Abril de 1960.
Começou a sua carreira de treinador em 1992 no União de Santarém, clube que deixou em 1994, depois de ter conquistado o Campeonato Nacional da 3ª Divisão. Ingressou então no União de Montemor. Em 1996 deixou o Montemor, para ir treinar um histórico da cidade de Lisboa, o Oriental, no qual permaneceu dois anos, antes de se deslocar para a Madeira onde treinou o Nacional.
Foi no Nacional que começou a tornar-se mais notado, apresentando uma filosofia de jogo moderna, pouco vista em Portugal e que viria a dar resultados em 2000, ao conquistar o Campeonato Nacional da 2ªB, e em 2002, ao alcançar o 3º lugar na Segunda Liga, o que permitiu a ascensão do clube ao principal escalão do futebol profissional português.
Na época de 2003/2004, José Peseiro assumiu o cargo de treinador-adjunto de Carlos Queirós no Real Madrid, mas a aventura não foi bem sucedida, tendo durado apenas um ano.
Em 2004, regressou ao cargo de treinador principal em Portugal, num outro histórico lisboeta, o Sporting Clube de Portugal. Rotulado como um treinador da nova geração, sendo José Mourinho o “pai” dessa geração, Peseiro demonstrou-se ambicioso em conseguir grandes conquistas, o que – pese embora ter atingido a final da Taça UEFA – não viria a acontecer. O início da época seguinte foi decepcionante, perdendo a qualificação para a Liga dos Campeões Europeus num jogo contra a Udinese. Ainda que o campeonato não tenha começado mal para o Sporting, uma primeira derrota contra o Nacional, a que se seguiu novo desaire frente ao Vitória de Setúbal, antecipou uma série de maus resultados que viria a culminar com a sua saída. Embora tivesse prometido melhorias em relação ao encontro frente ao Vitória, o Sporting continuou com uma derrota no jogo seguinte, em casa, contra o Halmstads BK, ficando assim arredado da Taça UEFA e das competições europeias dessa época. Seguiram-se mais duas derrotas, contra o Paços de Ferreira, recém promovido à Primeira Liga, e contra a Académica de Coimbra, o que colocou o Sporting num surpreendente 7º lugar. Em Outubro de 2005, face ao desagrado claramente demonstrado pelos adeptos, o presidente Dias da Cunha aceitou a sua demissão.
Em Junho de 2007, assumiu o cargo de treinador do Panathinaikos da Grécia. Na apresentação, prometeu títulos, mas não o conseguiu, vindo a demitir-se em Maio de 2008. No mês seguinte, foi apresentado como treinador do Rapid Bucureşti, onde se manteve apenas até Outubro.
Em Fevereiro de 2009 e após a demissão de Nasser Al-Johar do comando da Selecção da Arábia Saudita, Peseiro foi anunciado como novo treinador, já com a fase de qualificação para o Mundial de 2010 em curso e com a selecção longe dos lugares de qualificação. Peseiro conseguiu no entanto alcandorar-se ao 2º lugar, que deu acesso ao Play off, em que jogou contra o Barém. Na 1ª mão empatou fora 0-0. Na segunda partida, apesar da superioridade demonstrada pela Arábia e da vantagem de 2 golos que teve durante uma boa parte do jogo, o Barém marcou a meio da 2ª parte e, no último segundo, quando os adeptos já festejavam o apuramento da Arábia, o Barém marcou de novo, fixando o resultado final num empate a 2, que o qualificou para a ultima eliminatória de Play off. Poderá dizer-se que Peseiro é um treinador sem sorte…

terça-feira, 3 de abril de 2012

Envelhecimento... (o tempo passa rápido)
EFEMÉRIDEAdelaide de Sousa, actriz e apresentadora de televisão portuguesa, nasceu em Lourenço Marques, hoje Maputo, no dia 3 de Abril de 1969. Fixou-se em Portugal, ainda pequena, juntamente com os pais e os quatro irmãos.
O primeiro trabalho de Adelaide foi na área da aviação, como hospedeira da TAP, ocupação que manteve até iniciar a sua carreira televisiva. Paralelamente, já actuava como modelo desde os 17 anos.
Depois de ter tido grande sucesso com a apresentação do programa “Jet 7” na RTP1, foi viver para Nova Iorque, com a finalidade de estudar representação no Lee Strasberg Theater Institute. Foi nos Estados Unidos que conheceu o futuro marido, Tracy Richardson, um fotógrafo americano.
Em 2002 voltou a Moçambique, sua terra natal, para filmar a telenovela “Jóia de África”. Entre as telenovelas e séries em que entrou, salientam-se ainda: “A Febre do Ouro Negro”, “Jornalistas”, “Queridas Feras”, “Inspector Max”, “Mistura Fina”, “7 Vidas”, “Floribella”, “Vingança”, “Deixa-me Amar” e “Podia Acabar o Mundo”.
No cinema, integrou o elenco dos filmes: “Pulsação Zero” (2002), “Sorte Nula” (2004), “O Milagre segundo Salomé” (2004), “Manô” (2005) e “Duas Mulheres” (2009).
Foi mãe em Agosto de 2009. O parto foi por cesariana, após cerca de 40 horas a tentar um parto natural, como era seu desejo. Tem vindo a apresentar vários programas de televisão.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

EFEMÉRIDE Walter Percy Chrysler, mecânico dos caminhos-de-ferro, gestor, executivo da indústria automobilística e fundador da Chrysler, cidadão norte-americano, nasceu em Wamego no dia 2 de Abril de 1875. Morreu em Kings Point, em 18 de Agosto de 1940.
Era descendente de emigrantes alemães, fixados nos Estados Unidos desde 1709. Apaixonado pela mecânica e pelos transportes, começou a sua carreira nos caminhos-de-ferro, onde ganhou uma boa reputação, cuidando e melhorando as enormes máquinas da Union Pacific.
Ao descobrir o automóvel no Salão de Nova Iorque, em 1908, encontrou uma nova paixão. Investiu todas as suas economias na compra de uma viatura e procurou um emprego neste novo sector. Aceitou um lugar na Buick, por metade do salário que ganhava anteriormente, e subiu degrau a degrau todos os escalões da nova carreira.
Criou a sua primeira viatura em 1908. Depois de uma passagem pela Willys Overland, adquiriu uma parte da sociedade Maxwell Motor, que estava à beira da falência, e lançou o seu primeiro modelo, o Chrysler Six, em 1924. Absorveu depois, totalmente, a sociedade e fundou a Chrysler Company em 1925.
Fiel à sua paixão pela mecânica, Walter Chrysler não parou de inovar, propondo soluções originais: travões hidráulicos às quatro rodas, motor flutuante, suspensões das rodas independentes, linhas aerodinâmicas, etc. Uma política que, aliada a preços atraentes, fez rapidamente da Chrysler o 3º “grande” de Detroit.
Entre 1926 e 1930, fez construir um edifício glorificando a sua marca automóvel, o Chrysler Building. Este arranha-céus, edificado em Nova Iorque, foi o edifício mais alto dos EUA e do Mundo quando foi inaugurado, superando a Torre Eiffel. Perdeu este título apenas um ano depois, para o Empire State Building, também em Nova Iorque.
Walter Chrysler morreu aos 65 anos. Em 1969, foi incluído no Automotive Hall of Fame.

domingo, 1 de abril de 2012

Aiiiiiiii !!!!!!!!

O Cubo - Ivone Silva.

Relembrando Ivone Silva e o Cubo...

Benfica - Sporting de Braga 2-1 | Golos com Relato | 25ª Jornada | 31/03...

Até já diziam que o 2-1 foi feito aos 95 minutos, mas... o cronómetro não mente
EFEMÉRIDEDebbie Reynolds, de seu verdadeiro nome Mary Frances Reynolds, actriz norte-americana, nasceu em El Paso, Texas, no dia 1 de Abril de 1932.
Iniciou a sua carreira na MGM, aos 16 anos, depois de ter ganho um concurso de beleza. Começou por fazer um papel secundário em “June Bride”, o seu filme de estreia. Em 1952, participou em “Singin' in the Rain”, escolhida pelo próprio Gene Kelly. Nunca tinha dançado, mas depressa aprendeu.
Em 1955, actuou ao lado de Frank Sinatra em “Armadilha Amorosa”. Neste mesmo ano, casou-se com o cantor Eddie Fisher de quem teve dois filhos. Um deles, a actriz Carrie Fisher, é muito popular pelo seu papel de princesa Leia Organa na trilogia “Star Wars”.
Em 1957, interpretou a canção “Tammy”, que seria um êxito discográfico, no filme “Tammy and the Bachelor”. Em 1959 divorciou-se de Eddie, que de imediato se casou com Elizabeth Taylor. As duas acabariam por ser amigas, muitos anos mais tarde e até à morte de Elizabeth Taylor.
Em 1964 foi nomeada para o Oscar de Melhor Actriz, pelo seu papel em “The Unsinkable Molly Brown”.
Em 1972 criou o Hollywood Motion Picture, um museu consagrado à capital do cinema, no qual se podem admirar milhares de vestidos, cartazes, autógrafos, etc. Em Junho de 2011, em virtude de dificuldades financeiras, organizou um leilão para vender cerca de 600 vestidos da sua colecção, entre eles o célebre vestido branco de Marylin Monroe por 4,6 milhões de dólares. Uma segunda venda estava prevista para Dezembro. Debbie Reynolds completa hoje 80 anos.

sábado, 31 de março de 2012

Humor negro...
EFEMÉRIDEEdite Castro Soeiro, jornalista portuguesa, nasceu em Benguela, Angola, no dia 31 de Março de 1934. Morreu em Lisboa, em 27 de Julho de 2009.
Iniciou a sua actividade jornalística em 1950, no semanário angolano “O Intransigente”, onde era a única mulher a exercer a profissão.
Em 1962 mudou-se com a mãe para Lisboa e, algum tempo depois, ingressou na redacção da revista “Flama”. Em 1967, transferiu-se para a delegação de Lisboa da revista semanal angolana “Notícia”, da qual foi chefe de redacção e onde se tornou a primeira jornalista portuguesa a escrever sobre desporto, uma das suas paixões. Em 1968, fez a cobertura, como enviada especial, dos Jogos Olímpicos do México.
Voltou à “Flama” em 1972, como chefe de redacção, e ali se manteve até ao encerramento da publicação em 1976. Passou então para o recém-criado semanário “O Jornal”, onde foi redactora e editora do suplemento “O Jornal Ilustrado”. Durante vários anos, colaborou também regularmente no semanário de espectáculos “Se7e”.
Em 1993, integrou a equipa fundadora da revista “Visão”, na qual permaneceu até 2007. Em Setembro de 2006, foi galardoada pelo Clube de Jornalistas com o Prémio Gazeta de Mérito, pelo conjunto da sua longa carreira.
Edite Soeiro foi um misto de mãe, professora e conselheira de várias gerações de jornalistas. Solidária e frontal, de espírito jovem e rebelde, era amiga do seu amigo e extremamente leal. As suas qualidades humanas e profissionais conquistaram os seus camaradas nas diversas redacções onde trabalhou. Já septuagenária, era muitas vezes a primeira a chegar e a última a sair do local de trabalho.
Sportinguista ferrenha, era uma mulher cheia de energia, tendo um carinho especial pelo desporto, sentimento que vinha desde os tempos de Angola. Foi durante vários anos, por carolice e divertimento, treinadora da equipa de Futsal de “O Jornal”.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Boss AC - Sexta-feira (Emprego Bom Já) - Exclusive


6ª feira...
EFEMÉRIDE – Henry Warren Beatty, actor, produtor, realizador e guionista de cinema norte-americano, irmão mais novo da actriz Shirley MacLaine, nasceu em Richmond no dia 30 de Março de 1937. Foi um dos grandes nomes da indústria cinematográfica de Hollywood nos últimos quarenta anos.
Durante a sua adolescência, a família mudou-se para a cidade de Arlington, onde Warren se tornou um astro de futebol americano. Encorajado pela irmã mais velha, que começava então a afirmar-se como actriz, deixou o futebol para se dedicar às artes, conseguindo um emprego de assistente de palco durante as férias de verão num teatro de Washington, o que lhe deu a primeira oportunidade de contactar com alguns actores e realizadores famosos.
Após a estreia num filme para televisão em 1959, teve a sua primeira oportunidade no cinema, dois anos depois, pelas mãos do realizador Elia Kazan, no filme “Clamor do Sexo”, contracenando com Natalie Wood. Era um drama marcado pela tensão sexual e psicológica que envolvia os dois protagonistas e que lançou Beatty como actor de relevo.
Durante os seis anos seguintes, fez alguns filmes de importância relativa, até realizar e actuar naquele que seria um “divisor de águas”, na linguagem de Hollywood, e que faria dele uma personalidade inovadora e respeitada do cinema americano. “Bonnie & Clyde” é o filme geralmente lembrado como a pedra fundamental de uma nova geração de actores, realizadores e produtores de cinema – chamada Nova Hollywood – que possibilitou o aparecimento de cineastas como Francis Ford Coppola, Martin Scorsese, George Lucas e Steven Spielberg entre outros, com uma visão cinematográfica até então inexistente no cinema norte-americano. Warren produziu “Bonnie & Clyde” de modo a ter o controlo total de todo o projecto. Como produtor e idealizador do filme, contratou dois guionistas novatos e o jovem realizador Arthur Penn para descrever a história do casal que, nos anos 1920, aterrorizou os Estados Unidos com assaltos a bancos e assassinatos e se tornou famoso através da imprensa. Controlou todas as etapas da produção, inclusive a escolha do elenco, do guião e a montagem final do filme, como faria muitas vezes durante a sua carreira. Com a sua combinação de humor, violência, sexo e realismo, o filme foi um campeão das bilheteiras, saudado como inovador pela crítica e nomeado para dez Oscars. Segundo historiadores do cinema, se não fosse ele e a sua visão idiossincrática de “Bonnie & Clyde”, que resultou num clamoroso sucesso, os estúdios nunca permitiriam que os novos realizadores surgidos no começo da década seguinte, como Coppola e Scorsese, fizessem os filmes que os tornaram famosos e a estagnação da indústria do cinema americano nos anos 1960 teria continuado na década seguinte.
Colocado entre os grandes de Hollywood a partir daí, Beatty actuou, produziu ou realizou uma série de grandes sucessos seguidos, que lhe deu as condições financeiras necessárias para rodar “Reds” em 1981, um filme épico sobre a vida do revolucionário jornalista comunista americano John Reed, durante a Revolução Russa de 1917. O filme ganhou quatro Oscars e deu-lhe o Prémio de Melhor Realizador.
Nos anos 1990, voltou às manchetes da imprensa, com a transposição da banda desenhada de Dick Tracy para o cinema, rodeado de estrelas como Al Pacino e Dustin Hoffman, além da cantora Madonna.
Beatty igualou Orson Welles como o único profissional do cinema americano a ser nomeado para os Oscars, no mesmo ano, como actor, realizador, produtor e guionista. Ele, porém, teve estas nomeações por duas vezes, em 1978 e 1981, enquanto Orson Welles foi assim nomeado apenas uma vez, com a sua obra-prima “Cidadão Kane”.
Politicamente, Warren Beatty tem sido sempre um activista de esquerda, envolvido em diversas causas políticas e humanistas desde a década de 1960. Tem estado sempre extremamente activo também, desde 1968, nas campanhas presidenciais americanas, pelo Partido Democrata.
Cães talentosos

quinta-feira, 29 de março de 2012

EFEMÉRIDEFernando Travassos Tordo, cantor e compositor português, nasceu em Lisboa no dia 29 de Março de 1948.
Começou a cantar aos 16 anos, tendo passado pelos grupos Deltons e Sheiks. Participou no Festival RTP da Canção de 1969, onde interpretou o tema “Cantiga”. Nesse mesmo festival, conheceu o poeta José Carlos Ary dos Santos.
Regressou ao Festival RTP da Canção em 1970 com “Escrevo às Cidades”, e em 1971, com “Cavalo à Solta”, uma das suas primeiras colaborações com Ary dos Santos. Ainda em 1971, foi editado o disco “Festival de Camaradagem” com Paulo de Carvalho, Fernando Tordo, Duo Orfeu e Ary dos Santos.
Voltou ao Festival RTP da Canção, em 1972, com “Dentro da Manhã”, da autoria de Yvette Centeno e José Luís Tinoco. Nesse ano, editou o seu primeiro álbum, “Tocata”. Passou a gravar para a editora Tecla, lançando o single “Eu Não Vou Nisso”/ “Invenção do Amor”. Em 1973, venceu o Festival RTP da Canção com a canção “Tourada”.
O disco “Portugal Ressuscitado”, de Ary dos Santos e Fernando Tordo, onde consta o célebre «Agora/ o povo unido/ nunca mais será vencido», foi gravado logo a seguir ao 25 de Abril de 1974. Recebeu o Prémio Casa da Imprensa de 1974.
Em 1975, foi um dos fundadores da primeira editora discográfica independente, a Toma Lá Disco.
Uma canção sua, “Portugal no Coração”, venceu o Festival RTP da Canção, em 1977, desta vez com interpretação do grupo Os Amigos (Paulo de Carvalho, Luísa Basto, Ana Bola, Edmundo Silva e Fernanda Piçarra). Editou nesse ano o álbum “Estamos Vivos” e ganhou novamente o Prémio Casa da Imprensa.
Em 1980 lançou o disco “Cantigas Cruzadas”, o último com Ary dos Santos. Ia iniciar-se uma nova etapa na sua carreira de cantor-compositor, passando a ser também autor dos poemas. Concorreu ao primeiro Festival da Canção da Rádio Comercial, realizado em 1981, que venceu com “Conversa Nova”. Ganhou ainda os 2º e 4º prémios deste certame.
Em 1983 editou o disco “Adeus Tristeza” e foi distinguido com o prémio para o Melhor LP de Música Ligeira.
Residiu nos Açores entre 1982 e 1986. Em 1984 lançou o disco “Anticiclone”, com orquestrações de François Rauber, antigo colaborador de Jacques Brel.
Juntamente com Carlos Mendes e Paulo de Carvalho, fez uma série de quatro espectáculos no Casino do Estoril. O espectáculo apresentava uma mistura de meia centena de sucessos antigos, temas mais recentes e algumas canções inéditas. O espectáculo foi gravado num duplo álbum que, em 1990, chegou a disco de platina. Em 1991 volta a contar com a participação de François Rauber.
Criou, escreveu e apresentou na SIC, em 1993, o programa “Falas tu ou falo eu”. No ano seguinte, gravou o CD “Só Ficou o Amor Por Ti” nos famosos estúdios de Abbey Road (Londres). Em 1995 lançou o disco “Lisboa de Feira”, também gravado em Londres.
Entre Maio e Junho de 1997 gravou, em Barcelona, o disco “Peninsular”. Produziu depois e apresentou durante 27 dias consecutivos, no Teatro Nacional D. Maria II, o espectáculo “O calendário”. Voltou a vencer o Prémio Casa da Imprensa em 1997.
Em 1999 apresentou o programa “Clube Tordo” na CNL. Deslocou-se a Timor-Leste em Novembro de 1999 com Jorge Palma e Rui Pinto de Almeida. Desta parceria, resultou uma série documental de três episódios, intitulada “Timor-Leste, a Paz e a Língua Portuguesa”. Foi exibida no CNL e posteriormente na RTP internacional. A convite do Instituto Camões, apresentou este trabalho em Timor, em 2002. Neste mesmo ano, foi editado “E No Entanto Ela Move-se”, CD gravado em Barcelona, que incluiu temas dedicados aos filmes “Cinema Paraíso” e “O carteiro de Pablo Neruda” e ainda homenagens a George Harrison e ao povo de Timor-Leste.
Em Novembro de 2003, publicou o livro “Fantásticas, Fingidas e Mentirosas”, cujo título foi retirado de uma estrofe de “Os Lusíadas”.
Tributo a los laureados Nobel”, um disco em que musicou poemas de escritores que ganharam aquele prémio, foi gravado em 2006. Em 2008 lançou um novo livro, “Se Não Souberes Copia”, e realizou uma digressão nacional com a Stardust Orchestra.
Fernando Tordo gravou cerca de 30 discos, fez milhares de espectáculos, manteve-se fiel a um estilo e conseguiu sucessos que ainda hoje perduram.

Dakuwaqa's Garden - Underwater footage from Fiji & Tonga

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