
As ilhas de São Tomé e Príncipe estiveram desabitadas até 1470, ano em que os navegadores portugueses João de Santarém e Pedro Escobar as descobriram.
A cana-de-açúcar foi introduzida nas ilhas no século XV, mas a concorrência e as constantes rebeliões levaram a cultura agrícola ao seu declínio no século XVI. As ilhas tornaram-se então entrepostos de escravos.
Numa das várias revoltas internas nas ilhas, um escravo chamado Amador, considerado herói nacional, chegou a controlar cerca de dois terços da ilha de São Tomé.
A agricultura só viria a ser desenvolvida de novo no século XIX, com o cultivo de cacau e café.
Em 1960, surgiu um grupo nacionalista opositor ao domínio português que, em 1972, deu origem ao MLSTP (Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe) de orientação marxista.
Após a independência, foi implantado um regime socialista de partido único sob a alçada do MLSTP. Dez anos mais tarde, iniciou-se a abertura económica do país e, em 1990, foi adoptada uma nova constituição que instituiu o pluripartidarismo.
O País tem apostado igualmente no turismo e foram descobertas jazidas de petróleo nas suas águas territoriais o que veio abrir novas perspectivas para o futuro.
A grande maioria do povo São-Tomense fala português (95%). Noventa e nove por cento da sua população é rural.
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