
Bartók, que é considerado um dos maiores compositores do século XX, foi também um dos fundadores da Etnomusicologia.
A infância de Béla Bartók foi marcada por uma saúde muito delicada e pela morte de seu pai, tinha ele apenas sete anos. Foi a mãe que lhe deu as primeiras lições de piano, tendo-se apresentado em público pela primeira aos dez anos.
Em 1905, começou a aprofundar o seu interesse pela música popular húngara. Percorreu a Hungria e a Roménia, recolhendo cerca de dez milhares de melodias e cantos populares.
De 1907 a 1934 foi professor de piano na Academia Real de Budapeste. Em 1911 escreveu a sua única ópera “O Castelo do Barba-Azul”.
Durante a Segunda Guerra Mundial, fugindo ao nazismo, abandonou o seu país natal e exilou-se nos Estados Unidos. Decepcionou-se com a vida em Nova Iorque, onde encontrou pouco interesse pela sua obra e o consequente pouco retorno financeiro. Pôde prosseguir, no entanto, a sua carreira com a ajuda de vários amigos.
Em 1944 passou a viver num hospital, recebendo cuidados médicos em virtude da leucemia que o afligia. Ainda assim, ali compôs o 3º Concerto para Piano e um Concerto para Viola, que ficou incompleto e foi finalizado por um seu aluno.
A título póstumo foi laureado com o Prémio de Honra da Paz (Conselho Mundial da Paz em 1954). Os seus restos mortais foram transferidos de Nova Iorque para Budapeste em 1988.
A infância de Béla Bartók foi marcada por uma saúde muito delicada e pela morte de seu pai, tinha ele apenas sete anos. Foi a mãe que lhe deu as primeiras lições de piano, tendo-se apresentado em público pela primeira aos dez anos.
Em 1905, começou a aprofundar o seu interesse pela música popular húngara. Percorreu a Hungria e a Roménia, recolhendo cerca de dez milhares de melodias e cantos populares.
De 1907 a 1934 foi professor de piano na Academia Real de Budapeste. Em 1911 escreveu a sua única ópera “O Castelo do Barba-Azul”.
Durante a Segunda Guerra Mundial, fugindo ao nazismo, abandonou o seu país natal e exilou-se nos Estados Unidos. Decepcionou-se com a vida em Nova Iorque, onde encontrou pouco interesse pela sua obra e o consequente pouco retorno financeiro. Pôde prosseguir, no entanto, a sua carreira com a ajuda de vários amigos.
Em 1944 passou a viver num hospital, recebendo cuidados médicos em virtude da leucemia que o afligia. Ainda assim, ali compôs o 3º Concerto para Piano e um Concerto para Viola, que ficou incompleto e foi finalizado por um seu aluno.
A título póstumo foi laureado com o Prémio de Honra da Paz (Conselho Mundial da Paz em 1954). Os seus restos mortais foram transferidos de Nova Iorque para Budapeste em 1988.
Sem comentários:
Enviar um comentário