
Aos dois anos, em Hamburgo, Christina, nos braços do pai, quebrou a garrafa de champanhe com que foi baptizado o maior barco cargueiro de todos os tempos, o “Tina Onassis”. Aos cinco, assistiu ao casamento de Grace Kelly com o príncipe Rainier do Mónaco.
Christina tinha um irmão (Alexander), que morreu num acidente aeronáutico. Frequentou o Queen's College, em Londres, onde estudou Moda. Terminou os estudos, aos dezanove anos.
Casou-se quatro vezes e todos os casamentos terminaram em divórcio. Para melhorar a sua imagem, trabalhou para o pai no Mónaco e depois como empresária, revelando-se inteligente e competente no mundo dos negócios.
Foi com o quarto e último marido, Thierry Roussel, que teve a sua única filha, Athina Roussel, depois de se submeter a um tratamento contra a infertilidade.
Nos anos 1970, a saúde do pai começou a deteriorar-se após a morte de Alexander. A mãe suicidou-se. O pai casou-se com Jacqueline Kennedy, viúva do presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy. Ela evitava ficar perto da madrasta e passava a maior parte do seu tempo a viajar e a fazer compras. Aristóteles morreu em Março de 1975 e Christina entrou em profunda depressão, começando a usar uma variedade de drogas e a beber em excesso.
Morreu oficialmente de edema pulmonar aos 37 anos, se bem que tivessem corrido rumores sobre um possível suicídio. O corpo foi encontrado na banheira do quarto de um hotel em Buenos Aires. Foi enterrada no cemitério da ilha de Skorpios. O cantor espanhol Joaquín Sabina dedicou-lhe a canção “Pobre Cristina” em 1990.
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