"Escrita - Acto Solitário, mas que se deve Partilhar" - Gabriel de Sousa *** "Quanto mais envelhecemos, mais precisamos de ter que fazer" - Voltaire *** "Homens de poucas palavras são os melhores" - Shakespeare *** "Um Banco é como um tipo que nos empresta o chapéu-de-chuva quando está sol e que o pede assim que começa a chover" - Mark Twain
sexta-feira, 19 de janeiro de 2007
EFEMÉRIDE - Eugénio de Andrade, de seu verdadeiro nome José Fontinhas, escritor português, nasceu no Fundão, em 19 de Janeiro de 1923. Morreu no Porto, no dia 13 de Junho de 2005, vítima de doença neurológica prolongada. Depois de viver algum tempo em Castelo Branco, em 1932 veio morar para Lisboa , onde estudou no Liceu Passos Manuel e na Escola Técnica Machado de Castro. Escreveu os seus primeiros poemas com treze anos e publicou o primeiro livro aos dezassete (“Narciso”). Em 1939, mudou-se para Coimbra. Após o serviço militar, tornou-se funcionário público, exercendo durante 35 anos as funções de inspector dos Serviços Médico-sociais do Ministério da Saúde, numa carreira que o levou para o Porto, a partir de 1950. O seu primeiro êxito, como escritor, ocorreu em 1948, com a publicação de "As mãos e os frutos", que mereceu os aplausos unânimes da crítica. Escreveu inúmeros livros de poemas, três em prosa e duas histórias infantis. Entre os prémios recebidos contam-se: o Prémio da Associação Internacional de Críticos Literários (1986), o Prémio D. Dinis (1988), o Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores (1989) e o Prémio Camões (2001). Em 2003, o seu livro "Os sulcos da sede" foi distinguido com o Prémio de Poesia do Pen Clube. Em 1996, recebera o Prémio Europeu de Poesia da Comunidade. Colaborou em muitas publicações, entre as quais : “Cadernos de Poesia”, “Vértice”, “Seara Nova”, “Sísifo”, “Gazeta Musical e de Todas as Artes”, “Colóquio, Revista de Artes e Letras”, “O Tempo e o Modo” e “Cadernos de Literatura”. Tem obras traduzidas em muitos países Europeus, nos Estados Unidos, no México e na Venezuela. Pelo seu lado, traduziu vários poetas estrangeiros, nomeadamente o espanhol Federico Garcia Lorca.
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