Após
concluir o curso secundário, ingressou no nível superior e, na Universidade
de Havana, obteve o doutoramento em Direito Público e Direito
Civil, assim como em Filosofia e Letras.
Desde
os anos 1920, exerceu militância política. Também, nessa mesma década,
fundou e trabalhou como editor da “Revista de Avance” e, no início dos
anos 1930, chegou a ficar um período preso por protestar contra o
governo ditatorial de Gerardo Machado.
Em
1938, era o presidente do Partido União Revolucionária, que se uniu ao Partido
Comunista cubano para formar a União Revolucionária Comunista.
Nas
eleições de 1940, a União Revolucionária Comunista integrou a Coalizão
Socialista Democrática, que tinha Fulgêncio Batista como candidato à
presidência e Juan Marinello à prefeitura de Havana.
Ainda
em 1940, além de ser um dos seis comunistas eleitos para a Assembleia
Constituinte, foi eleito senador por Camanguey.
Fulgêncio
Baptista, em 1942, nomeou Marinello para um Ministério. Em 1944, a União
Revolucionária Comunista passa a chamar-se Partido Socialista Popular
e Marinello exerceu a sua presidência até 1962, quando o PSP se juntou
às Organizações Revolucionárias Integradas.
A
partir de 1963, passou a ser embaixador permanente de Cuba na UNESCO.
Foi
o candidato do PSP à Presidência da República em 1948.

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