Estudou
na Faculdade de Letras da Universidade Católica de Lisboa, onde
obteve a licenciatura em Filosofia. Terminado o curso deu aulas de Filosofia
durante 3 anos, em vários liceus lisboetas, entre eles o Liceu Pedro Nunes.
Começa
a trabalhar como jornalista em 1988, com 29 anos, na revista “Sábado”,
que tinha como director Joaquim Letria. É lá que realiza a sua primeira
reportagem, num congresso do PSD (Partido Social Democrata). A
colaboração com a revista só terminaria em 2007.
Em
1996, é nomeada directora do semanário “O Independente”, que abandona
dois anos mais tarde. Antes de começar a trabalhar na TVI como editora
de Política, passa pelo “Diário Económico”, onde ocupará o cargo
de redactora principal.
Mantém-se
na TVI durante vários anos, saindo em 2020, em discordância com a
entrada da Cofina na Media Capital. Volta um ano mais tarde, como
comentadora política, tornando-se conhecida pela sua frontalidade. Ainda na
televisão, moderou o programa “A Prova dos 9”, na TVI24, no qual
ao lado de Fernando Rosas, Paulo Rangel e Pedro Silva Pereira, comentou a
situação política, social e económica de Portugal.
Ao
longo da sua carreira Constança Sá e Cunha escreveu para vários jornais
portugueses, entre eles: “Público”, “Jornal I”, “Jornal de
Negócios” e “Correio da Manhã”.
Mário
Soares e José Sócrates foram algumas das figuras da política portuguesa
entrevistadas por ela.
Constança
Cunha e Sá faleceu em Dezembro de 2025, vítima de cancro do pulmão, nos
cuidados paliativos da unidade de saúde das Irmãs Hospitaleiras, em
Lisboa.

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