Formado
em Engenharia Aeronáutica, alistou-se na Marinha dos Estados
Unidos e recebeu treinamento como piloto. Baseado em porta-aviões,
participou em missões de combate no Sudeste Asiático durante a Guerra do
Vietname e, de volta ao país, integrou o grupamento especial de pilotos da
marinha conhecido como “TOPGUN”.
Com
seis mil horas de voo, trezentas aterragens em porta-aviões e experiência em
mais de cinquenta tipos de aeronaves a jacto é a hélice, foi seleccionado pela NASA,
em 1978, para treinamento como astronauta.
Na
sua carreira como astronauta, Gibson foi cinco vezes ao espaço, quatro delas
como comandante do ónibus espacial. A primeira, como piloto, em Fevereiro
de 1984, da STS-41-B Challenger. Seguiram-se os comandos da STS-61-C
Columbia, em Janeiro de 1986, a última missão antes da tragédia com a nave Challenger
- ocorrido dez dias depois do pouso da Columbia - que interrompeu por
mais de dois anos o programa espacial tripulado norte-americano, a STS-27
Atlantis, em Dezembro de 1988, a STS-47 Endeavour, misssão com o Spacelab,
em Setembro de 1992, e finalmente o comando da STS-71 Atlantis, em Junho
de 1995, missão do programa conjunto russo-americano Shuttle-Mir.
Gibson
deixou a NASA em 1996 e se tornou piloto da Southwest Airlines.
Em 2006, de acordo com o boletim NASA Watch, ele foi forçado a aposentar-se
pela Administração Federal de Aviação por ter completado sessenta anos,
o limite para comandantes de voos comerciais. Gibson fez na época
pronunciamentos públicos contra esta restrição da agência reguladora da aviação
civil norte-americana.
Em
2006, juntou-se a uma empresa privada especializada no desenvolvimento de
satélites comerciais e seus componentes, como piloto-chefe de testes e director
de operações.


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