
Depois de terminados os estudos, Defoe tornou-se comerciante, embora a sua tendência para a especulação não o tenha favorecido nesta carreira. Fez várias incursões pela política, mas acabou por se dedicar exclusivamente à literatura.
Defoe escreveu vários panfletos importantes, muitos deles favoráveis a Guilherme III. Para além disso, fundou e incrementou o jornal periódico “The Review” praticamente sozinho.
Tornou-se famoso graças a “Robinson Crusoe”, livro escrito em 1719. Neste romance, Defoe narra a história do único sobrevivente de um naufrágio, que o deixou numa ilha aparentemente deserta.
Com “Moll Flanders”, em 1722, Daniel Defoe continuou a narrar as vidas de personagens solitárias e em crise. Uma outra sua obra significativa é “A Journal of the Plague Year”, também de 1722, na qual construiu um enredo à volta de uma epidemia de peste, com um realismo admirável.
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