
O nome "Mangabeira", dado à família, surgiu porque o seu avô paterno industrializava o leite de mangabas dos muitos mangabais que arrendava em fazendas do norte de Minas e da Bahia, para vender a fábricas de borracha.
Mudando-se aos dois anos de idade com os seus pais e irmãos para Montes Claros, Dina fez ali os seus estudos.
Leccionou de 1945 até 1948, ano em que, por ocasião do casamento, deixou o magistério a fim de cuidar dos filhos e dedicar-se à literatura.
Dina mudou-se para Belo Horizonte já depois dos cinquenta anos de idade, quando o marido pediu transferência do banco onde trabalhava.
Lia muito e tinha sempre à mão uma caneta e um papel para anotar as suas ideias. Em 1981 começou a enviar artigos para os jornais de Montes Claros e Belo Horizonte e nunca mais parou. À medida que os seus artigos foram conhecidos, foi convidada para ingressar na Academia Feminina Mineira de Letras e para participar na Academia Municipalista de Letras de Minas Gerais. Começou então a publicar os seus livros e a ser incluída em várias antologias e trabalhos colectivos.
O Governo do Estado de Minas Gerais outorgou-lhe a Medalha Santos Dumont, para consagrar a sua vida literária.
Sem comentários:
Enviar um comentário