Fez os estudos primários e secundários no Colégio de San José, obtendo em 1893 o Bacharelato de Artes no Colégio San Luis Gonzaga.
Em 1896 foi para Sevilha, onde se dedicou à pintura, acreditando que seria esta a sua vocação. Frequentava também, assiduamente, a biblioteca do Ateneu Sevilhano. Depois de escrever as primeiras obras em prosa e em verso, começou a colaborar em jornais e revistas de Sevilha e de Huelva.
Desenvolveu a ideia de uma “poesia pura”, de inspiração platónica, dominada por um ideal superior de beleza e despida de qualquer conteúdo ideológico, político ou social. Tentava desenvolver, cada vez mais, pesquisas estéticas e rítmicas no seu modo de expressão. As suas composições são dotadas de grande dimensão musical.
Jiménez reconhecia, como grandes e determinantes influências na sua obra, o simbolismo francês e os trabalhos de Ruben Darío, escritor que esteve na origem do movimento modernista latino-americano.
A edição integral do seu poema mais célebre, “Platero y yo”, com o subtítulo “Elegia andaluza”, foi publicada em 1917.
Oponente do regime franquista, viveu exilado em Porto Rico desde 1939 até à sua morte.
Sem comentários:
Enviar um comentário