Membro
sénior da Al-Islah, lidera um grupo por ela fundado, o Mulheres
Jornalistas Sem Correntes.
Foi
presa devido a queixas do seu marido, que não sabia do seu paradeiro, e solta
em liberdade condicional em 24 de Janeiro de 2011.
Participou
no “dia da fúria” em 29 de Dezembro. Em 1 de Abril de 2011 foi presa
novamente.
Foi
galardoada com o Prémio Nobel da Paz de 2011, conjuntamente com
as liberianas Ellen Johnson-Sirleaf e Leymah Gbowee.

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