
Sebald estudou na escola de Oberstdorf, onde obteve o bacharelato em 1863. Após dois anos de estudos de Literatura em Fribourg-en-Brisgau, licenciou-se na Suíça em 1966.
De 1966 a 1969 foi conferencista na Universidade de Manchester, enveredando depois pela carreira de professor.
Sebald odiava o seu nome Georg, qualificando-o de “nome verdadeiramente nazi”. O pai entrara para a Wehrmacht, justamente antes da Guerra, e conhecera a sua mãe quando dos preparativos para a invasão da Polónia. Por isso, Sebald considerava-se um “produto do fascismo”. Horrorizava-o o silêncio da geração do pai sobre os acontecimentos da guerra.
A partir dos anos 1980 encetou uma carreira literária que suscitou grande interesse em Inglaterra, nos Estados Unidos e em França. Chegou a ser “pensado” para candidato ao Prémio Nobel de Literatura. No meio da década de 1990, a crítica literária alemã deu-lhe também grande atenção.
Sebald interessou-se sobretudo por temas relacionados com estrangeiros e emigrantes, tendo obtido bastantes prémios, entre os quais se destacam: o “Prémio de Literatura de Berlim” (1994), o “Prémio Heinrich Heine” (2000) e o “National Book Critics Circle Award” (2002).
Morreu de acidente cardíaco ao volante da sua viatura, faltavam onze dias para o Natal de 2001.
Sem comentários:
Enviar um comentário