Voou
na Soyuz 11 e fez parte da segunda tripulação a falecer no decorrer de
um voo espacial.
A
bordo da Salyut 1, ele operou o Observatório Espacial Orion 1,
tornando-se a primeira pessoa a operar um telescópio fora da atmosfera da
Terra.
Após
uma reentrada nominal, a cápsula foi aberta e a tripulação foi encontrada
morta. Foi descoberto que uma válvula havia sido aberta antes de saírem de
órbita e ela permitiu que a atmosfera da cápsula saísse para o espaço,
sufocando a tripulação.
Uma
das suas mãos estava amachucada, indicando que ele pode ter tentado fechar a
válvula manualmente ao perder a consciência.
As
suas cinzas foram enterradas na Muralha do Kremlin, Praça Vermelha,
em Moscovo. Postumamente recebeu o título de Herói da União Soviética, a
Ordem de Lenin e o de Piloto-Cosmonauta da URSS. A cratera lunar
Patsayev e o planeta menor 1791 Patsayev foram baptizados em sua
homenagem.

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