Chegou
a presidente do Ministério (primeiro-ministro), falecendo no exercício
desse cargo.
António
Baptista seguiu a carreira militar e os combates nas campanhas de África, onde
enquanto tenente do Exército participou nas campanhas de ocupação de Moçambique
e na captura de Gungunhana.
Depois
de 1910, assume-se como militante do Partido Democrático. Promovido a
Coronel em 1917, também se distinguiu na Primeira Guerra Mundial.
No
primeiro governo de Domingos Pereira, em 1919, exerceu o cargo de ministro da Guerra.
Nesse cargo, teve um importante papel na derrota das tentativas de restauração
monárquica, no período da Monarquia do Norte, e na repressão das greves
de inspiração anarco-sindicalista que foram então desencadeadas.
Em
15 de Fevereiro desse ano, foi feito Comendador da Ordem Militar de São
Bento de Avis.
No
ano seguinte, será o próprio coronel encarregado de formar governo, após
algumas divergências no Partido Democrático, tendo assumido o cargo em 8
de Março de 1920.
Em
3 de Junho de 1920, foi agraciado com a Grã-Cruz da Antiga e Muito Nobre
Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito. Governando
num período de grande instabilidade social e política, morreu no exercício do
cargo, em 6 de Junho de 1920, em pleno conselho de ministros, vítima de uma
apoplexia, depois de receber uma carta insultuosa. Foi promovido postumamente a
General.
Foi
iniciado na Maçonaria, na Loja União Latina, com o nome simbólico
de Ziska.

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