Como
membro eleito da Wolesi Jirga da Província Farah, ela denunciou
publicamente a presença daquilo que considera crimes de guerra por comandantes
militares.
Ela
é uma crítica aberta do Talibã bem como do actual governo afegão de
Karzai e seus defensores ocidentais.
Em
Maio de 2007, Joya foi suspensa do Parlamento por ter supostamente
insultado demais representantes numa entrevista para a televisão. A suspensão,
que tem sido solicitada de forma até recorrente, teve protestos internacionais
e apelos pela restituição têm sido assinados por intelectuais como Naomi Klein
e Noam Chomsky, políticos membros dos Parlamentos do Canadá, Alemanha,
Reino Unido, Itália e Espanha.
Joya
tem sido comparada à líder do Movimento Democrático da Burma (Burma’s
democracy movement), Aung San Suu Kyi.
A
revista “TIME” classificou Malalai Joya na lista das 100 pessoas mais
influentes do mundo. A revista “Foreign Policy” listou Malalai Joya
na no Top 100 Global Thinkers (Maiores Pensadores do Mundo).
Joya
escreveu um livro biográfico de memórias com o escritor canadiano Derrick O’Keefe,
sob os títulos “Raising My Voice” (“Levantando minha voz”).
Uma
das sus frases mais consagradas é: «Eu não temo a morte, eu temo ficar
calada frente à injustiça».

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