segunda-feira, 17 de junho de 2019

17 DE JUNHO - MANUEL POUSÃO


EFEMÉRIDE - Manuel Pousão, compositor português do barroco, morreu em Lisboa no dia 17 de Junho de 1683. Nascera no Alandroal, entre 1594 e 1598.
Manuel Pousão era filho de Lourenço Rodrigues e Brites Fernandes. Aprendeu música com o mestre António Pinheiro e entrou para a Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho em 16 de Maio de 1617, baseado no Convento da Graça em Lisboa. Nesta comunidade, desempenhou os cargos de regente do coro, mestre dos noviços e visitador da província.
Compôs vilancicos, motetes e uma missa de defuntos, que se encontravam em manuscritos na Biblioteca Real de Música e foram destruídos quando do sismo de Lisboa em 1755. Salvou-se parcialmente um vilancico a Santa Clara, que está na Biblioteca Pública de Évora, e um livro de cantochão que publicou em 1675, com o título “Liber Passionum et eorum quae a Dominica Palmarum, usque ad Sabbatum Sanctum cantari solent” (Lyon, França, Tipografia de Pierre Guillimin). Ver capa, no início deste texto.

domingo, 16 de junho de 2019

16 DE JUNHO - SILVIO PETTIROSSI


EFEMÉRIDE - Silvio Pettirossi, aviador paraguaio, pioneiro da aviação no seu país, nasceu em Assunção no dia 16 de Junho de 1887. Morreu em Buenos Aires, em 17 de Outubro de 1916.
O pai era imigrante italiano. Até aos sete anos, viveu na casa paterna. Foi então para Spoleto, em Itália, para ingressar no Liceu Militar, onde já se encontrava um seu irmão.
Viveu em Itália até aos 15 anos, regressando ao Paraguai, para se incorporar no exército com o posto de tenente.
Casou com Sara Usher, aos 27 anos. No estrangeiro, exigia sempre que - ao ser apresentado - fosse mencionasse o nome do seu país de origem.
Em Maio de 1914, realizou várias apresentações no Rio de Janeiro. A sua última apresentação, em 13 de Maio, reuniu uma multidão de 200 000 pessoas, entre as quais se encontrava o presidente da República, marechal Hermes da Fonseca, e membros do parlamento.
Silvio Pettirossi morreu durante um voo em Buenos Aires, ao verificar as reparações realizadas no seu avião. Tinha apenas 29 anos.
Actualmente, o principal aeroporto paraguaio, localizado na cidade de Luque, chama-se Aeroporto Internacional Silvio Pettirossi, em sua homenagem.

sábado, 15 de junho de 2019

15 DE JUNHO - JIM BELUSHI


EFEMÉRIDE - James “Jim” Adam Belushi, actor e cantor norte-americano, de origem albanesa, nasceu em Chicago no dia 15 de Junho de 1954. É irmão do actor John Belushi, já falecido.
Encorajado por um dos seus professores, inscreveu-se no clube de teatro do liceu. Obteve, mais tarde, o diploma de Arte Dramática na Universidade de Illinois. Começou a representar num grupo teatral de Chicago, “The Second City”. Aqui ficou de 1977 a 1980.  O realizador Garry Marshall reparou nele e convidou-o para pequenos papéis na televisão.
O seu primeiro papel de relevo foi no filme “Thief” (1981) de Michael Mann. De 1983 a 1985, escreveu e participou no “Saturday Night Live”.
Ganhou relevância no meio artístico com papéis secundários em “Sobre Ontem à Noite…” e “Salvador” (ambos de 1986), que lhe abriram a porta para novas películas.
Protagonizou filmes como “Real Men” (1987), “The Principal” (1987), “Red Heat” (1988), “K-9” (1989), “Taking Care of Business” (1990), “Mr. Destiny” (1990), “Curly Sue” (1991), “Wild Palms” (1993), “Royce” (1994) e “Retroactive” (1997).
Jim participou também na dobragem de desenhos animados, como na versão de Pinóquio, de 2002. De 2001 a 2009, protagonizou a série televisiva “According to Jim”.
Mais recentemente, teve um dos principais papéis no filme “Wonder Wheel” de Woody Allen (2018).
Jim Belushi ilustrou-se igualmente como cantor, nos Blues Brothers, usando o nome artístico ‘Zee Blues’.
Em Outubro de 2009, tornou-se cidadão de honra albanês, numa cerimónia com grande pompa e a presença do presidente da república albanesa. Reside actualmente em Los Angeles.

sexta-feira, 14 de junho de 2019

14 DE JUNHO - JOHN BARTLETT


EFEMÉRIDE - John Bartlett, escritor e editor norte-americano, nasceu em Plymouth, Massachusetts, no dia 14 de Junho de 1820. Morreu em Cambridge, em 3 de Dezembro de 1905. A sua obra mais conhecida, “Bartlett's Familiar Quotations”, tem sido continuamente revisada e republicada mais de um século após a sua morte.
Depois de completar os seus estudos, mudou-se para Cambridge, também no Massachusetts, onde trabalhou numa biblioteca privada que prestava serviços à Universidade de Harvard. Anos mais tarde, Bartlett conseguiu montar a sua própria loja de livros.
Bartlett começou a ficar conhecido pelas suas citações de pessoas famosas e, em 1855, editou, de forma particular, o seu primeiro livro de citações, o “Familiar Quotations”. A edição, com 258 páginas, continha citações de 169 autores. Um terço das citações da primeira edição tiveram como origem a “Bíblia” e obras de William Shakespeare. As outras citações eram de grandes poetas ingleses.
Após servir na Guerra Civil Americana, publicou a sua quarta edição do “Familiar Quotations”, desta vez associado a uma famosa gráfica americana, a Little, Brown and Company.
Em 1871, Bartlett foi admitido como membro da American Academy of Arts and Sciences. A sua principal obra atingiu recentemente a 17ª edição.

quinta-feira, 13 de junho de 2019

13 DE JUNHO - SAMARIS


EFEMÉRIDE - Andreas Samaris, futebolista grego que joga actualmente no SL e Benfica, nasceu em Patras no dia 13 de Junho de 1989. Foi convocado para a selecção grega nos Mundiais de 2014.
Começou a sua carreira profissional em 2006, no Panachaiki, depois de passar dez anos nas escolas de formação do PAO Vardas FC. Assinou pelo Panionos em 2010 e chegou ao Olympiacos FC em 2013, onde foi campeão e uma das figuras-chave da equipa. Actualmente é uma peça preciosa no meio-campo defensivo do Benfica.
Com dezassete anos, Samaris assinou o primeiro contrato profissional, com o Panachaiki, da terceira divisão grega. Era considerado uma das maiores promessas e tudo correu bem nas primeiras duas épocas. Porém, na altura de renovar o contrato e por não concordar com os termos do mesmo, foi colocado de parte pela equipa técnica. Acabou por rescindir por mútuo acordo, em 2009.
No início de 2010, assinou pelo Panionios, da primeira divisão, depois de uma semana de testes.
Chegou ao Benfica na época 2014/15 pela quantia de 9 milhões de euros. Samaris afirmou-se como titular absoluto do conjunto treinado por Jorge Jesus, que viria a conquistar a Liga Nos, a Taça da Liga e a Supertaça.
Com a chegada de Rui Vitoria, Samaris parecia começar a perder o lugar. As constantes lesões do sérvio Fejsa devolveram-lhe espaço, fazendo dupla no meio-campo com o jovem Renato Sanches. Marcou o seu primeiro golo pelo Benfica em Agosto de 2015, frente ao Moreirense FC, numa vitória por 3-2. Voltaria a marcar, de livre, no dia 1 de Abril de 2016, numa vitória por 5-1 frente ao SC de Braga. Acabou por ter um papel importante na equipa, que conquistou a Liga Nos e a Taca da Liga.
No entanto, a enorme preponderância de Fejsa no esquema de Rui Vitoria fez com que Samaris fosse sempre uma solução de recurso, embora continuasse a ser um favorito dos adeptos, pelo profissionalismo e empenho demonstrado (começara até a falar fluentemente português). Adicionou mais três títulos ao seu palmarés pessoal.
A mãe de Samaris fez tudo para que ele não fosse jogador de futebol. Samaris jogava desde os sete anos, fazendo toda a formação no clube onde o pai tinha jogado como guarda-redes. Durante esse tempo, a mãe não concordava que fosse esse o futuro do filho. Ele era bastante disciplinado no que tocava aos estudos, o que convenceu a mãe a deixá-lo jogar futebol.  Quando ele marcou um golo pela selecção da Grécia, dedicou-o à mãe.
O seu maior sonho a nível profissional é atingir o mesmo estatuto de Katsouranis, a sua maior referência no futebol. Ao longo da sua carreira, Samaris viveu o mesmo problema que Katsouranis, com vários treinadores a arranjarem-lhe novas posições em campo. Isso acabou por fazer dele um jogador polivalente.
Em 2012, antes de assinar pelo Olympiacos, Samaris ganhava pouco mais de mil euros mensais no Panionios. Um contrato de 20 mil euros por ano, numa altura em que a Grécia já estava mergulhada numa terrível crise financeira, acabou por ser uma excelente almofada, como o próprio jogador confirmou, embora sofresse bastante com os salários em atraso e só tenha ultrapassado dificuldades financeiras quando começou a jogar pelo campeão grego. Um ano depois, estava na selecção e assinava contrato com o Benfica.
Um centro psiquiátrico infantil na Grécia não estava a receber do governo apoio informático e ele decidiu enviar, de Lisboa, toda a tecnologia necessária para o funcionamento da instituição. Samaris colocou assim ponto final num problema que se arrastrava há quase um ano e impedia as crianças de desenvolverem as suas aptidões. O centro situa-se na cidade em que nasceu e onde ainda mora sua mãe.

quarta-feira, 12 de junho de 2019

12 DE JUNHO - FERNANDO BRANT


EFEMÉRIDE - Fernando Rocha Brant, jornalista e compositor brasileiro, morreu em Belo Horizonte no dia 12 de Junho de 2015. Nascera em Caldas, no sul de Minas Gerais, em 9 de Outubro de 1946. Na década de 1960, na cidade de Belo Horizonte, participou no movimento musical Clube da Esquina e, durante a sua carreira, foi parceiro de Milton Nascimento, Lô Borges, Wagner Tiso, Márcio Borges, Nivaldo Ornelas, Toninho Horta e Paulo Braga.
Aos 5 anos, a família mudou-se para Diamantina e, aos dez, para a capital mineira Belo Horizonte. Estudou no Grupo Barão do Rio Branco, no Colégio Arnaldo e no Colégio Estadual Central, antes de completar o ensino médio no recém-criado Colégio Técnico da UFMG. Brant tornou-se um ávido leitor e cinéfilo, enquanto conhecia os seus futuros parceiros musicais Milton Nascimento e Márcio Borges.
Estudou Direito como o seu pai e trabalhou como jornalista, escrevendo para “O Cruzeiro”, “A Cigarra” e outras publicações dos “Diários Associados”. A sua entrada na área musical aconteceu em 1966, quando Milton Nascimento o convidou para colocar, pela primeira vez, letra numa sua melodia. O resultado foi “Travessia”, inspirada na obra “Grande Sertão: Veredas”, de Guimarães Rosa. Em 1967, “Travessia” foi gravada no álbum com o mesmo nome, de M. Nascimento, e ficou em segundo lugar no II Festival Internacional da Canção do Rio de Janeiro.
A partir daí, Brant compôs canções com vários parceiros. O principal foi Milton Nascimento, com quem fez mais de 200 canções, entre elas “Maria, Maria”, “Canção da América”, “Ponta de Areia”, “Planeta Blue”, “Promessas do Sol”, “O Vendedor de Sonhos”, “Saudade dos Aviões da Panair (Conversando no Bar)”, “Encontros e Despedidas”, “Nos Bailes da Vida” e “San Vicente”. Os temas evocavam em especial a infância do autor, com uma Bela Horizonte tranquila e com a garotada brincando nas ruas. Criou guiões e letras para ballets, peças de teatro, bandas sonoras de filmes e telenovelas. Criou, com Tavinho Moura, o musical brasileiro “Fogueira do Divino”.
Desde os anos 1980, foi presidente da União Brasileira de Compositores, actuando na defesa dos direitos autorais dos músicos. Brant voltou a trabalhar para a imprensa, sendo colunista de cultura no “Estado de Minas”, entre 2001 e 2014.
Faleceu em decorrência de complicações após uma segunda cirurgia de transplante do fígado.
No seu velório, estiveram presentes muitas personalidades da música e da política. Durante a cerimónia de despedida, o seu corpo foi coberto pela bandeira do América Futebol Clube e os amigos cantaram versos da “Travessia” («Quando você foi embora / fez-se noite em meu viver») e de “Canção da América” («Amigo é coisa pra se guardar a sete chaves / dentro do coração»).

terça-feira, 11 de junho de 2019

11 DE JUNHO - BARTOLOMEO VANZETTI


EFEMÉRIDE - Bartolomeo Vanzetti, anarquista italo-americano que, junto com Nicola Sacco, foi preso, processado, julgado e condenado nos EUA na década de 1920, sob a acusação de homicídio, nasceu em Villafalletto no dia 11 de Junho de 1888. Morreu em Charlestown, em 23 de Agosto de 1927. Sobre a sua culpa houve muitas dúvidas, logo na época dos acontecimentos.
Nascido numa família modesta de Piemonte, no Norte de Itália, Bartolomeo foi colocado como aprendiz de pastelaria, com treze anos de idade. Veio a tornar-se doceiro em Turim. Explorado, vivia em condições miseráveis.  Traumatizado pela morte da mãe, decidiu partir do Havre num barco com destino à América, em Junho de 1908.  Chegado ao destino, passou a partilhar a miséria com outros emigrantes. Exerceu diferentes pequenos ofícios e tornou-se anarquista em 1913.
Instalou-se depois em Plymouth e trabalhou na Cordage Company, onde participou juntamente com outro anarquista numa greve de um mês, no começo de 1916. Designado como instigador, foi colocado nas listas negras do patronato. Tornou-se então vendedor ambulante de peixe.
Em Maio de 1917, obteve a cidadania americana, mas os Estados-Unidos tinham entrado na Primeira Grande Guerra Mundial ao lado dos Aliados e isso obrigava-o a cumprir o serviço militar. Para escapar, decidiu - com uma trintena de anarquistas - refugiar-se no México, onde conheceu Nicola Sacco. Alguns meses depois, voltaram a Plymouth, justamente quando a repressão se intensificava sobre os refractários e os anarquistas.
Em Maio de 1920, foi preso juntamente com Nicola Sacco e… Era o começo do “caso Sacco e Vanzetti”. Haveria suspeitas deles terem cometido dois crimes.
Nem ele nem Sacco foram absolvidos, mesmo depois de um outro homem ter admitido em 1925 a autoria dos crimes. Foram condenados à pena capital e executados por electrocução em 23 de Agosto de 1927.
Há uma citação sobre ambos no poema “América” de Allen Ginsberg. Em 1977, uma investigação ordenada pelo então governador de Massachusetts, Michael Dukakis, estabeleceu que Sacco e Vanzetti não tinham tido um julgamento justo. Dukakis proclamou o dia 23 de Agosto de 1977 como o Dia em Memória de Sacco e Vanzetti, com o objectivo de remover todo o estigma dos seus nomes.

segunda-feira, 10 de junho de 2019

10 DE JUNHO - JO VAN FLEET


EFEMÉRIDE - Jo Van Fleet, actriz norte-americana, morreu em Queens, Nova Iorque, no dia 10 de Junho de 1996. Nascera em Oakland, Califórnia, em 30 de Dezembro de 1915. Conhecida por interpretar personagens mais velhas do que ela, a sua carreira durou mais de três décadas, tendo conquistado um Oscar e um Tony Award.
Van Fleet actuou durante vários anos na Broadway, onde recebeu o Prémio Tony, com “The Trip to Bountiful” de Horton Foote (1954).
No seu primeiro papel no cinema, actuou como mãe de James Dean, no filme “East of Eden”, em 1955. Pelo seu desempenho nesta estreia, ganhou o Oscar de Melhor Actriz coadjuvante. O seu trabalho no cinema foi constante até 1960, tornando-se depois mais esporádico e incluiu filme como “The Rose Tattoo”, “I'll Cry Tomorrow”, de 1955, “The King and Four Queens”, de 1956, e “Gunfight at the O.K. Corral”, de 1957.
Em 1958, foi nomeada para o Prémio Tony de Melhor Actriz de Teatro, pela sua performance em “Look Homeward, Angel”.
Outros filmes a destacar são: “Wild River”, de 1960, “Rodgers and Hammerstein's Cinderella”, de 1965, “Cool Hand Luke”, de 1967, e “I Love You, Alice B. Toklas”, de 1968.
Foi casada com William Bales, de 1946 até à morte dele em 1990. Tinham um filho e um neto. Jo Van Fleet faleceu, por causas não tornadas públicas, aos 80 anos de idade. Tem uma estrela na Calçada da Fama, no Hollywood Boulevbard, pela sua contribuição para o cinema. Entre 1955 e 1986, fez mais de vinte filmes, alguns para televisão.

domingo, 9 de junho de 2019

9 DE JUNHO - GEORGE STEPHENSON


EFEMÉRIDE - George Stephenson, engenheiro inglês, nasceu em Wylam, Northumberland, no dia 9 de Junho de 1781. Morreu em Tapton House, Chesterfield, Derbyshire, em 12 de Agosto de 1848. Projectou a famosa e histórica locomotiva a vapor, sendo conhecido como o pai dos caminhos-de-ferro britânicos.
Era o segundo filho de Robert e Mabel Stephenson, que não sabiam ler nem escrever. Robert trabalhava como operador de máquinas a vapor numa mina de carvão em Wylam, ganhando um salário muito baixo, não havendo assim dinheiro para a sua educação. 
George aprendeu a ler somente aos 18 anos, tendo estudado depois mecânica. Graduou-se como engenheiro, tendo realizado, primeiro só e mais tarde com o seu filho  Robert, uma série de locomotivas a vapor.
Stephenson projectou a sua primeira locomotiva em 1814. A máquina foi baptizada de “Blucher” e destinava-se ao transporte de carvão dentro da mina; tinha capacidade para transportar 30 toneladas e foi a primeira locomotiva a usar rodas com rebordos que a impediam de sair dos carris.
O seu sucesso foi tal que Stephenson foi convidado para construir uma ferrovia de 13 Km, entre Hetton e Sunderland. Esta ferrovia usava a gravidade para mover a carga nos percursos inclinados e locomotivas para as partes planas e subidas. Foi a primeira linha-férrea que não usou nenhum tipo de energia animal.
Em 1821, foi feito um projecto para a construção da linha-férrea entre Darlington e Stockton-on-Tees. Originalmente, o projecto previa a utilização de cavalos para o transporte do carvão sobre carris de metal, mas numa reunião com o director da empresa, Stephenson convenceu-o a mudar de planos.
Entre 1822 e 1825, construiu a locomotiva, à qual chamou “Active’’, e mais tarde renomeou-a - “Locomotion’’. A linha-férrea foi inaugurada em 27 de Setembro de 1825. Conduzida por Stephenson, a “Locomotion’’ transportou 80 toneladas de carvão e demorou 2 horas para percorrer o trajecto de 15 quilómetros, tendo chegado a atingir os 39 Km/hora numa parte do troço. A primeira carruagem desenhada para o transporte de passageiros, chamava-se “Experiment’’ e foi também atrelada ao comboio. Foi a primeira vez que passageiros foram transportados num veículo propulsionado por uma locomotiva a vapor.
Durante a construção da linha, Stephenson reparou que por muito pequenas que fossem as subidas no percurso, a velocidade do comboio diminuía drasticamente e que as descidas, tornavam os travões completamente inúteis, dado que estes não conseguiam fazer parar o comboio. Por isso, chegou à conclusão que as linhas-férreas, deveriam ter um percurso o mais plano possível. Quando fez as linhas-férreas Bolton-Leigh e Liverpool-Manchester, esses conhecimentos levaram-no a fazer uma série de terraplanagens e a construir viadutos em pedra, de forma a tornar os percursos mais suaves.
À medida que a construção da ferrovia Liverpool-Manchester se aproximava do fim, os seus directores organizaram uma competição destinada a decidir quem iria construir as locomotivas para operarem na linha. A corrida teve lugar em Outubro de 1829. A “Rocket’’ de Stephenson teve uma performance impressionante e ganhou, tornando-se então, sem sombra de dúvida, a máquina mais famosa do mundo.
A cerimónia de abertura da linha Liverpool-Manchester foi um evento memorável, contando com a presença de ilustres figuras do governo e da indústria, entre elas, o primeiro-ministro e duque de Wellington, Arthur Wellesley. O dia ficou marcado pela morte de William Huskisson, membro do parlamento de Liverpool, que foi atingido e morto pela “Rocket’’, mas o sucesso do caminho-de-ferro foi estrondoso. Stephenson tornou-se um homem muito famoso, tendo-lhe sido oferecido o lugar de engenheiro-chefe em diversas linhas-férreas.
George Stephenson, falecido com 67 anos, vítima de pleurisia, foi sepultado na Holy Trinity Church, em Chesterfield, Derbyshire.

sábado, 8 de junho de 2019

8 DE JUNHO - PADRE ZEZINHO


EFEMÉRIDE - Padre Zezinho, de seu nome José Fernandes de Oliveira, padre, escritor, cantor e músico brasileiro, nasceu em Machado no dia 8 de Junho de 1941.
O pai era violeiro e foi dele que herdou o amor pela música. Em criança, José Fernandes conviveu com os padres que davam assistência à sua família. Zezinho era o mais jovem de seis irmãos. Quando tinha dois anos de idade, a família mudou-se de Machado para Taubaté, depois do pai ter sofrido um acidente e ficar paralítico. Aos onze anos, ingressou no seminário dos padres dehonianos.
Ordenado padre aos 25 anos de idade, em 1966, nos Estados Unidos, adoptou no ano seguinte o teatro e a música como meios de evangelização e, a partir de 1969, também se serviu dos meios de comunicação com o mesmo propósito.
É considerado um dos maiores nomes da música cristã e um dos pioneiros neste género musical. Começou a compor em 1964 e iniciou a sua carreira de cantor em 1967. Em 1969, gravou “Canção da Amizade (Shalom)”, o seu primeiro compacto, na editora Paulinas COMEP. Foi também um dos pioneiros no uso de instrumentos modernos, como a guitarra eléctrica e a bateria, na música religiosa.
O padre Zezinho apresenta um programa em diversas emissoras de rádio católicas no Brasil, gerado a partir de São Paulo e intitulado “Palavras que não passam”. Apresenta também um programa com o mesmo nome na TV Século XXI, da Associação do Senhor Jesus. Gravou discos em mais de cinco idiomas.
Algumas das suas canções mais famosas são: “Um Certo Galileu”, “Maria de Nazaré”, “Amar Como Jesus Amou” (gravada em Portugal por José Cid), “Oração pela Família” (versão para Portugal de Star Light e a dupla Nelo Silva e Cristiana), “És Água Viva”, “Maria da Minha Infância”, “Alô Meu Deus”, “Ilumina”, “Utopia”, “Mãe do Céu Morena”, “Um Coração para Amar”, “Cidadão do Infinito”, “Nova Geração”, “Minha Vida Tem Sentido”, “Daqui do Meu Lugar”, “De Lá do Interior”, “Palavra de Salvação”, “Cantiga Por um Ateu”, “Cantiga por Francisco”, “É Muito Jovem a Minha Oração”, “Mini Sermão”, “Ieshuá”, “Há um Barco Esquecido na Praia” e “Filho Pródigo.
Em 2010, foi nomeado para o Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de Música Cristã em português.
Em 2012, sofreu um acidente vascular cerebral (AVC), o que afectou principalmente a sua memória, deixando-o com certas limitações de comunicação. Aos poucos, tem vindo a retomar as suas actividades, mas sob acompanhamento médico. Em 2014, completou cinquenta anos de evangelização.
Escreveu, desde 1971, mais de uma centena de livros.

sexta-feira, 7 de junho de 2019

7 DE JUNHO - AGUINALDO SILVA


EFEMÉRIDE - Aguinaldo Ferreira da Silva, escritor, guionista, jornalista, cineasta e autor de telenovelas brasileiro, nasceu em Carpina no dia 7 de Junho de 1943. Obteve a cidadania portuguesa, estando actualmente radicado em Lisboa.
Aguinaldo possui a ‘marca’ de único dramaturgo da TV Globo que só escreveu novelas de horário nobre. de acordo com a revista “Veja”. É ainda o único autor de telenovelas do mundo que possui dois prémios Emmy Internacional: o primeiro conquistado pela supervisão da telenovela portuguesa “Laços de Sangue”; o segundo, pela autoria da telenovela brasileira “Império”. Escreveu a novela de maior audiência da década de 1980, “Roque Santeiro”, da década de 2000, “Senhora do Destino”, e da década de 2010, “Fina Estampa”.
Na adolescência, ainda funcionário de um cartório no Recife, escreveu o romance “Redenção para Job”. Lançado com sucesso, acabou por gerar polémica porque correram rumores atribuindo a autoria real ao jornalista Newton Rodrigues.
Em 1962, quando a rede de jornais “Última Hora implantou no Recife o “Última Hora Nordeste”, Aguinaldo foi requisitado pelo jornalista Múcio Borges da Fonseca para trabalhar como repórter. Ele trabalhou alguns meses cobrindo a área do aeroporto, mas preferiu actuar internamente, na redacção, passando a exercer as funções de copidesque.
Com o fecho do jornal pelo movimento militar de 1964, Aguinaldo Silva foi morar no Rio de Janeiro, onde passou a trabalhar como repórter policial no jornal “O Globo”. Na década de 1970, editou o primeiro jornal gay do país, “O Lampião”, um tablóide semanal que teve vida curta. Lutava contra a descriminação dos homossexuais.
A sua experiência como repórter policial fez com que fosse convidado, em 1979, para ser um dos autores da série “Plantão de Polícia”, da Rede Globo, que retratava a vida de um veterano, o fictício Waldomiro Pena.
O sucesso da série levou-o a escrever também vários episódios de “Malu Mulher”. Posteriormente, lançou o formato mini-série na TV brasileira, escrevendo com Doc Comparato, “Lampião e Maria Bonita”. Por este trabalho, receberam o Troféu APCA de Revelação Masculina de 1982, na categoria Televisão.
Com o mesmo parceiro, desenvolveu ainda mais duas mini-séries - “Bandidos da Falange” (1983) e “Padre Cícero” (1984) - e mais uma a solo - a adaptação de “Tenda dos Milagres” de Jorge Amado (1985). No mesmo ano em que foi transmitido “Padre Cícero”, escreveu a primeira telenovela da sua carreira em parceria com a também estreante Glória Perez: “Partido Alto”, estreada no horário nobre, mostrando simultaneamente os universos da Zona Sul carioca e dos subúrbios da cidade. Contudo, tal experiência não deu certo e Aguinaldo abandonou a feitura da mesma antes do seu fim. Recuperou logo no ano seguinte, quando José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, executivo da TV Globo, o convidou a escrever a novela “Roque Santeiro”.
Esta telenovela de Dias Gomes, proibida pela censura da ditadura militar em 1975, tinha 40 capítulos escritos, mas o autor recusou-se a retomar o trabalho; Aguinaldo foi convidado a escrever a novela a partir do ponto em que Dias Gomes tinha parado e o resultado foi um grande sucesso junto do público e da crítica.
Foi também co-autor, com Gilberto Braga e Leonor Bassères, da novela “Vale Tudo”, em 1988.
Em 1989, escreveu “Tieta”, protagonizada por Betty Faria, sendo considerada uma das melhores novelas da história da Rede Globo. Contava a história de Tieta do Agreste, baseada no livro de Jorge Amado. A novela, na época, constituiu uma explosão nas audiências.  
O seu talento de romancista e ficcionista, enriquecido pela experiência na reportagem policial, casou com a produção de folhetins televisivos. Outras suas características marcantes são o regionalismo e o realismo fantástico. Em 1992, ao lado de Ana Maria Moretzsohn e Ricardo Linhares, escreveu a telenovela “Pedra sobre Pedra”, que tinha como foco uma história no estilo de Romeu e Julieta, e como história secundária, o regionalismo e o realismo fantástico. Em 1993, mais uma vez ao lado dos mesmos autores, escreveu outro sucesso, “Fera Ferida”. Em 1997, escreveu mais um êxito, com a mesma temática das suas novelas anteriores, “A Indomada”, telenovela que marcou uma época.
Em 2001, escreveu o sucesso “Porto dos Milagres”, novamente em parceria com Ricardo Linhares. Teve êxito também com “Senhora do Destino”, em 2004, novela de maior audiência da década de 2000, com uma média geral de audiências não superada por nenhuma outra novela até ao momento.
Entre Outubro de 2007 e Maio de 2008, foi exibida “Duas Caras”, telenovela de sua autoria. Apesar da baixa média de audiências, durante os oito meses em que foi exibida, o enredo foi eleito pelo jornal espanhol “20 minutos” a 9ª melhor telenovela brasileira de todos os tempos.
Foi autor da mini-série “Cinquentinha”. Começou o ano de 2010, supervisionando a novela “Tempos Modernos”, de Bosco Brasil. Em Portugal, supervisionou a telenovela “Laços de Sangue”, primeira novela co-produzida pela Rede Globo e SIC.
Em 2011, escreveu a mini-série “Lara com Z”. No mesmo ano, escreveu “Fina Estampa” para o horário nobre da Rede Globo.
Em 2013, supervisionou o remake de “Fina Estampa”, produzida pela Rede Globo e Telemundo. Também no mesmo ano, finalizou o guião de “Super Crô - O Filme”. 
Em 2014 escreveu a telenovela “Império”, que possuiu o título provisório de “Falso Brilhante”. Recentemente, em parceria com Brunno Pires e Megg Santos, escreveu uma série intitulada “Doctor Pri”, com Glória Pires.
Em 2014, recebeu da presidente Dilma Rousseff, o título de comendador da Ordem do Mérito Cultural. Em 2018, regressou novamente ao realismo fantástico em “O Sétimo Guardião”.

quinta-feira, 6 de junho de 2019

6 DE JUNHO - MARGARIDA VILA-NOVA


EFEMÉRIDE - Margarida Vila-Nova Martins, actriz portuguesa, nasceu em Lisboa no dia 6 de Junho de 1983. Filha dos produtores Maria Manuel Vila-Nova e Pedro Martins, com apenas 25 anos, completou 20 anos de carreira. Teve as primeiras aparições na televisão, nos programas de Filipe La Féria para a RTP (1990 - “Grande Noite”; 1994 - “Cabaret”), mas o seu primeiro trabalho foi uma longa-metragem francesa rodada em Portugal, quando tinha cinco anos de idade. Recebeu formação teatral de Michael Margotta (2002).
Com 20 anos, constituiu a produtora Magníficas Produções e produziu as peças “Confissões de Adolescente”, “Pedras Rolantes”, “ABC do Amor”, “A Menina que tinha medo do escuro”, “Por Uma Noite” e “A Noite dos Assassinos”. De destacar, o trabalho com o encenador António Pires, nas peças “A Noite dos Assassinos” de José Triana (2007), “Morte de Romeu e Julieta”, baseada na obra de Shakespeare (Teatro da Cornucópia), e “Por uma Noite” de Pedro Neschling (Clube Estefânia), entre outras. Foi dirigida por Maria Emília Correia em “Os Sete Dias de Simão Labrosse” de Carole Frétechette.
Em 2008, participou no último projecto de António Pires e da Ar de Filmes: “Say it with flowers” de Gertrude Stein, com estreia no Teatro Municipal de Faro e que abriu o FITEI 2008 no Teatro Nacional São João.
No cinema, participou em vários filmes, salientando-se: “A Corte do Norte” de João Botelho (2007), “Corrupção” de João Botelho (2007), “O Fatalista” de João Botelho (2005), “O Milagre Segundo Salomé” de Mário Barroso (2004) e “A Falha” de João Mário Grilo (2001).  Foi premiada com a Menção Honrosa do Festival de Cinema da Covilhã, na categoria de Melhor Actriz Secundária.
Casou em Junho de 2008 com Ivo Ferreira, com quem teve dois filhos, o segundo nascido em Janeiro de 2012, em Macau. Separaram-se em Novembro de 2018. Mais recentemente, regressou de Macau para gravar uma pequena participação na telenovela da SICSol de Inverno”.

quarta-feira, 5 de junho de 2019

5 DE JUNHO - STEPHEN CRANE


EFEMÉRIDE - Stephen Crane, romancista, poeta e jornalista norte-americano, morreu em Badenweiler, na Alemanha, em 5 de Junho de 1900. Nascera em Newark, New Jersey, no dia 1 de Novembro de 1871.
Era o 14º filho de um pastor metodista. Desde muito cedo, começou a ler e escrever, ajudado por uma irmã que era professora. O pai morreu quando ele tinha oito anos. Após a morte da mãe, em 1890, estudou no Lafayette College e na Universidade de Siracusa. Em 1892, iniciou a carreira de jornalista como freelancer.   Publicara o seu primeiro ensaio, na revista da escola que frequentou. Ajudou um dos irmãos a redigir crónicas para o “New York Tribune” e, para este mesmo jornal, fez uma reportagem de uma manifestação operária. 
A sua primeira obra, “Maggie-A girl of the streets” (1893), constituiu o primeiro momento do movimento naturalista americano e foi escrita sob pseudónimo (Johnston Smith).
Contudo, a sua obra mais importante, publicada em 1895, continua a ser “The Red Badge of Courage: An Episode of the American Civil War”, que é um documento extraordinário sobre a guerra de secessão. Foi jornalista correspondente no México, em Porto Rico, em Cuba, na Grécia e na Turquia.
Já doente, instalou-se com a sua companheira em Inglaterra. Acabou por morrer na Alemanha, com apenas 28 anos de idade, vítima de tuberculose. Foi sepultado em Hillside, New Jersey.

terça-feira, 4 de junho de 2019

4 DE JUNHO - OONA CHAPLIN


EFEMÉRIDE - Oona Castilla Chaplin, bailarina, dançarina e actriz espanhola, neta do actor britânico Charlie Chaplin e bisneta do dramaturgo norte-americano Eugene O'Neill, nasceu em Madrid no dia 4 de Junho de 1986.
Oona Chaplin, que recebeu o seu nome em homenagem à sua avó Oona O'Neill, a quarta esposa do actor Charlie Chaplin, é filha de Geraldine Chaplin e do director de fotografia chileno Patricio Castilla. Cresceu na Suíça e em Madrid. Estudou História e Dança aos 15 anos, na Gordonstoun School, na Escócia, com uma bolsa de estudos. Aos 17 anos, interpretou o seu avô numa peça escolar, uma adaptação de “A Midsummer Night's Dream” no Festival Internacional de Edimburgo. Fez ballet e dançou salsa e flamengo desde muito nova. Apareceu em várias peças de teatro, tendo participado numa tournée em Inglaterra, com uma adaptação de “Romeu e Julieta”.
Depois de se formar na Gordonstoun, Chaplin entrou na famosa e prestigiada Royal Academy of Dramatic Art (2007). A sua primeira aparição no cinema foi em 2008, num pequeno papel no filme de James Bond “Quantum of Solace”. Tinha sido considerada para o papel de uma das bond girls, porém a personagem acabou sendo interpretada por Gemma Arterton.
Continuou depois, com um pequeno papel na comédia “Inconceivable”. Trabalhou com a mãe desde 2008.  Junto com o seu primeiro papel como protagonista em “Imago Mortis”, de 2009, estas foram as primeiras colaborações entre duas pessoas da família Chaplin em décadas. Em 2011, foi estrela na série de televisão britânica “The Hour como Marnie Madden”. Em 2012, assumiu o papel de Talisa Maegyr, na série da TV norte-americana, “Game of Thrones”.
Desde 2013, interpretou uma dezena de filmes para cinema e televisão.  Tem já previsto protagonizar “Avatar 2”, em 2021.

segunda-feira, 3 de junho de 2019

3 DE JUNHO - LUIS SALOM


EFEMÉRIDE - Luis Jaime Salom Horrach, piloto espanhol de motociclismo, morreu em Barcelona no dia 3 de Junho de 2016. Nascera em Palma de Maiorca, em 7 de Agosto de 1991.
Salom iniciou a carreira, disputando provas em motos de 50 cm3, aos 8 anos de idade. Em 2005, passou a correr na categoria de 125 cm3, sendo por duas vezes campeão das Baleares. A partir de 2007, participou nos campeonatos CEV Buckler.
Profissionalizou-se em 2009, na categoria MotoGP. Em três temporadas, obteve 2 segundos lugares, nos GP da Holanda e da Austrália (2011). Em 2012, conquistou as suas primeiras vitórias como piloto profissional e sagrou-se vice-campeão mundial.
Em 2013, somou grandes vitórias na equipa Red Bull KTM Ajo e levou a disputa do título mundial até à última etapa em Valencia, na posição de líder do campeonato, bastando-lhe uma terceira posição para ser campeão mundial. Quando faltavam dez voltas para o final da prova, Salom foi ao chão, perdendo a chance de ser campeão.
Em 2014, foi promovido à Moto2, na equipa da Pons Pagiñas Amarillas, tendo tido boas actuações durante o ano.
Já em 2015, Salom não teve um ano muito bom, com várias quedas a impedirem-no de chegar ao topo da categoria.
Na temporada 2016, chegou em segundo lugar na etapa Qatar, completou outras 4 etapas fora da zona de pontuação e abandonou o GP de Itália.
Durante o segundo treino livre para o GP de Espanha, disputado no Circuito da Catalunha, Salom caiu na curva Europcar, uma das mais rápidas do traçado, e - segundo um amigo do italiano Valentino Rossi - a moto foi em direcção da barreira de pneus. Após atingi-la, a moto caiu sobre o piloto, que foi levado ao Hospital Geral da Catalunha, mas não resistiu, morrendo assim aos 24 anos de idade. Ainda antes da confirmação da sua morte, o treino foi cancelado.

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