terça-feira, 14 de setembro de 2004

BUSH NAS OLIMPÍADAS

George W. Bush vai começar o seu discurso na Abertura dos Jogos Olímpicos. Olha para o papel e diz:

- Ooooo! Ooooo! Ooooo! Ooooo! Ooooo!

Um assessor vem à sua beira e diz-lhe baixinho:

- Sr. Presidente, isso são os anéis Olímpicos... O seu discurso é logo a seguir...


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Posted by Hello

domingo, 12 de setembro de 2004

SITES INTERESSANTES:

http://peoresnada.com/flash/fstrip2.shtml (Strip de mulher, para sorrir)

http://peoresnada.com/flash/mstrip2.shtml (Strip de homem, para sorrir)

http://bug.do.sapo.pt/lince2.html (Experiência que vale a pena…)

http://www.2000greetings.com/gecko.swf (Sapinho que canta e encanta)

http://istoe.terra.com.br/gentedinamica/aniversario/index.asp (O que aconteceu no ano do seu aniversário)


SITES ÚTEIS:


http://www.educaplus.org/bio/bio_ritmo.html (Veja o seu bio ritmo)

http://www.cco.pt/_site/totoloto.cfm (Gera apostas totobola aleatórias)




sexta-feira, 10 de setembro de 2004
















SITES INTERESSANTES:
http://www.ccb.ufsc.br/~anselmo/12062003/ (canção animada)
http://www.expression.philips.com.br/artes/venc2003/obrasflash/rmello/o_incomodo.swf (incomodar com o rato…)
http://www.aparece.com/teste_da_alma.asp (teste da alma)
http://loucura.do.sapo.pt/karaoke.html (canção com letra xxx )
Conto Infantil



BONECA DE TRAPOS


Chamo-me Rita e sou uma boneca de trapos. Não nasci como as crianças nem hei-de morrer como os homens, mas tenho muitas parecenças com eles. Tive um começo, como tudo o que existe no Universo, e hei-de ter um fim, não sei ainda qual nem quando. Até lá, mudarei mais algumas vezes de mãos até que alguém – farta de mim – me guardará de novo num sótão ou numa arca. Ou talvez me ponha numa lixeira e eu seja achada por uma menina pobre, que me recuperará para o mundo dos brinquedos.

Ao longo dos anos, fui perdendo a cor e a graça. Às vezes senti-me esfarrapada e, nesses momentos, temi ser deitada fora. Mas tive sorte. Havia sempre alguém que me cosia, me cuidava, me punha de novo bonita e me recolocava nas mãos duma criança.
Amo as crianças, pela forma como sempre me trataram. Mesmo quando eram mais ríspidas e me batiam ou davam castigos, não faziam mais do que mimar o procedimento dos pais, tratando-me como o seu bebé.
Ainda me lembro da senhora que me fabricou, há muitos anos. Parece que estou a ver a salinha onde ela trabalhou o meu corpito. Devia ser costureira, pois só se viam tecidos e linhas por todo o lado, até no chão. Uma velha máquina de costura, uma cadeira e umas prateleiras era tudo o que mobilava aquela sala. Segundo conversas que ouvi, havia cada vez menos trabalho e ela via-se obrigada a fazer bonecas e a vendê-las para ganhar algum dinheiro. Fazia-as com muito desvelo, tentando quase dar-lhes um sopro de vida. Recordo com muita saudade o momento em que me acabou e o sorriso que esboçou ao dizer: - Estás linda, Ritinha!
Cada menina que me pegou desde então, baptizou-me à sua maneira, mas o meu verdadeiro nome será Rita para sempre.

Com o passar do tempo, foram aparecendo bonecas de todas as cores e tamanhos, com vários penteados e representando várias idades. Cada vez mais sofisticadas: mexem os olhos, têm roupas, choram, dizem palavras, andam… Eu sei lá! Cada vez me fui sentindo mais pobre, mais pequenina e mais temerosa de perder o afecto da minha dona. Mas ela não me renegava. Era ao meu lado que ela dormia, era eu que a acompanhava nas viagens e até me levava para a escola. Ao contrário de mim, parada no tempo, ela foi crescendo, fazendo-se mulher, começou a namorar e um dia casou. Quando veio buscar as coisas para levar para a sua nova casa, fez uma escolha de vários objectos. O meu coração (ou lá o que seja…) fez-se muito pequenino e tremi. Com surpresa minha (ou talvez não) agarrou-me e disse: - Não te podia abandonar! Foste a minha companheira de todos os dias, vou guardar-te e quem sabe se um dia não farás as delícias das filhas que eu pretendo ter!Guardou-me numa arca na arrecadação e ali fiquei esquecida. Um dia, porém, senti os fechos da arca a ranger, vi a luz do dia e ouvi a voz da minha dona e de uma criança:
- Filipa, esta é a boneca de que tinha falado. Eu dormia com ela todas as noites. Gostas?
- Gosto sim, mamã.
E logo me agarrou e me apertou contra si. Uma vida nova começava para mim. Até quando? O quarto dela estava cheio de brinquedos e de lindas bonecas. Como poderia ela dar alguma atenção a esta pobre boneca de trapos?

Filipa, no entanto, gostava mesmo de mim. Levava-me para junto dela às refeições e quando tinha sono. Coisa curiosa, chamava-me pelo meu nome – Ritinha. Por mero acaso.
O tempo passa muito rápido para os homens, em breve a Filipa foi para a Escola e passou a não ter tempo para mim.
Na Escola fizeram uma campanha para angariação de livros, material escolar e brinquedos para enviar para Timor. Com a ajuda de sua mãe, começou a escolher livros e brinquedos e a metê-los numa grande caixa de cartão. Quando chegou a minha vez, estremeci. Filipa pegou-me, deu-me um beijo e disse para a mãe:
- A Rita vai para Timor porque gosto muito dela. Não merece passar os dias aqui abandonada. Tenho a certeza que irá alegrar uma menina timorense!Se eu fosse uma daquelas bonecas modernas, decerto as lágrimas teriam escorrido pela minha cara…
Passados quinze dias, já ia eu num avião com rumo à Austrália e posteriormente a Timor – Lorosae.
À chegada os vários contentores foram colocados num hangar militar e, passados dias, começou a distribuição pelas escolas. Fui parar a uma escola em Baucau.
Aberta a caixa onde eu estava, começaram a tirar para fora todos os brinquedos. Em frente, de olhos abertos, estavam numerosas crianças extasiadas, com ar pobre mas limpo. Uma menina, de vestidinho branco e sandálias em plástico, correu para mim, agarrou-me e perguntou se podia ficar comigo. Foi-lhe dito que sim e ela, sem querer saber de mais nada, agarrou-me contra o seu peito e correu para a sala de aulas.
Chamava-se Domingas e nunca tinha tido brinquedos nem bonecas. O dinheiro em casa mal chegava para a comida. Mirou-me e fez-me voltear nas suas mãos:
- Vais ser a irmã que nunca tive, a minha irmã portuguesa!
Finalmente senti-me feliz, deixei de ter medo e, pela primeira vez na minha vida, senti orgulho em ser uma boneca de trapos.

Gabriel de Sousa

quarta-feira, 8 de setembro de 2004

UMA NOITE DE AMOR

Três freiras apanham boleia duma senhora muito bem vestida, conduzindo uma grande "bomba".
A certa altura, uma das freiras, admirada com tanta riqueza, diz à senhora:
- Que lindo casaco a senhora tem... Deve ter sido muito caro, não?
- Não, Irmã, foi só uma noite de amor.
A freira ficou confusa e voltou à carga:
- E este carro tão bom e bonito, deve ter custado uma fortuna, não?
- Não, Irmã, foi só uma noite de amor.
A freira ficou ainda mais confusa, vira-se para as outras duas e exclama:
- Estão a ver Irmãs? - A nós o nosso padre só nos dá santinhos...



A ARTE DAS MULHERES PEDIREM COISAS

- Fofo – diz a mulher ao marido enquanto se enrosca nele – compras um aparelho de rádio ao teu docinho?
- E que rádio é que tu queres?
- Pode ser um daqueles que tem um carro por fora?

terça-feira, 7 de setembro de 2004

OUTROS TEMPOS...

Um velho senta-se no autocarro, de frente para um punk de cabelo comprido, mechas verdes, azuis, amarelas e vermelhas. O velho fica olhando para o punk e o punk olhando para o velho.
O punk vai ficando, cada vez, menos à vontade e pergunta ao velho:
- O que foi, vovô, nunca fez nada diferente quando jovem?
O velho responde:
- Sim, eu fiz. Quando fui jovem fiz sexo com um papagaio e estou aqui pensando – Será que você é meu filho?
PARA SORRIR

Um casal de primos caminhava pelo pasto de uma fazenda, no interior de Minas, até que viram um cavalo transando com uma égua, e a prima logo perguntou:
- Primo, o que é aquilo?
- Eles tão acasalando, sô! A égua tá no cio, o cavalo percebeu isso e tá mandando brasa!!!
- Mas como é que o cavalo sabe que ela tá no cio, primo?
- Aaara, é que o cavalo sente o cheiro da égua no cio, sô!
Passaram mais adiante, e tinha um bode transando com uma cabra, e a prima perguntou de novo, e o primo deu a mesma resposta. Mais na frente, lá estava um boi pegando uma vaca, e ela tornou a perguntar, e ele deu a mesma resposta: «que o boi também sentia o cheiro da vaca no cio». Foi aí que a prima perguntou:
- Ô primo, se eu preguntá uma coisa pr'ocê, ocê jura que num vai icá
chatiado?
- Craro que não, prima! Ocê pode preguntá!
- OCÊ TÁ COM O NARIZ INTUPIDO?

segunda-feira, 6 de setembro de 2004

sexta-feira, 3 de setembro de 2004



Que tal? - Tatuagem genial...

Posted by Hello

quinta-feira, 2 de setembro de 2004

MAIS PERGUNTAS PARVAS…

Estou a fumar um cigarro.
Um amigo pergunta:
- Ora, ora! Mas tu fumas?
- Não, é para bronzear os pulmões.

Quando voltei da margem do rio com um balde cheio de peixes o meu amigo pergunta:
- Pescaste esses peixes todos?
- Não, estes são peixes suicidas que se afogaram no meu balde.

Estava um edifício a arder, e todos corriam para a saída de emergência.
Perguntaram-me:
- É um incêndio?
- Não, é a minha mulher a assar sardinhas!

quarta-feira, 1 de setembro de 2004

CÚMULO

- Qual é o cúmulo de um astrónomo?
- Dar uma martelada e... ver as estrelas de dia.

PASSADO

Diz o marido para a mulher:
- Lembras-te como éramos felizes há 30 anos atrás?
- Como assim, nem sequer nos conhecíamos!!??

- Por isso mesmo!!
O AZARADO

Um sujeito encontra um amigo que não via há muito tempo e, querendo ser simpático, inicia a conversa:
- Paulinho, tudo bem?
- Péssimo.
- Responde o outro.
- Mas como... Com aquele Ferrari que você tem?
- Perda total... E o seguro tinha acabado de vencer...
- Bem, vão-se os anéis, mas ficam os dedos... E aquele filho inteligente?
- Estava dirigindo a Ferrari... Morreu.
O cara tenta fugir daquele assunto tão trágico:
- E aquela sua filha que mais parecia uma modelo?
- Pois é... Estava junto com o irmão... Só a minha mulher não estava
no carro.
- Graças a Deus! Como ela vai?
- Fugiu com o meu sócio...
- Bem... Pelo menos a empresa ficou só para você.
- Sim, falida... Totalmente falida... Estou devendo milhões!
- Puxa vida, então vamos mudar de assunto, e o seu clube?
- Tá mal, sou portista!
- Pelo amor de Deus, Paulinho! Você não tem nada de positivo?
- Tenho... HIV
Se quiser, pode assinar aqui uma petição-protesto contra a recusa de entrada nas águas territoriais portuguesas do «Barco do Aborto»: http://www.petitiononline.com/19592c11/petition.html


POEMA DA PRIMEIRA VEZ
Minha primeira vez foi assim...

O céu estava claro,
A lua quase dourada,
Ali no campo eu e ela,
E não se via mais nada.

A pele suave,
Ela de quatro,
As ancas expostas,
Os quadris largos,
E eu tocando de leve,
O macio de suas costas.

Não sabendo começar,
Olhei o corpo esguio.
E decidi pôr as mãos,
Sobre seus peitos macios.

Eu sentia medo.
Meu coração forte batia,
Enquanto ela bem lentamente,
As firmes pernas abria.

Vitória! Eu consegui!
Tudo então melhorou.
Pelo menos desta vez,
O líquido branco jorrou.

Finalmente tudo acabou,
E quase saio de maca.
Foi assim a primeira vez
Que eu tirei leite da vaca.

Autor desconhecido

Eh eh eh Porque estava a pensar «noutra coisa»?

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Aposentado da Aviação Comercial, gosto de escrever nas horas livres que - agora - são muitas mais...