Em
1979, teve um grande êxito com a música “Le banana split” com mais de 2
milhões de singles vendidos e que se tornou um dos sucessos mais badalados na
cena francófona de música nos anos 1980 com o grupo Telex.
Naquela
época, Vanda tinha 17 anos. Depois obteve outros sucessos com “Amoureux
solitaires” em 1980 e “Mona Lisa” em 1982.
O
nome artístico Lio vem de uma personagem dos quadradinhos de Barbarella.
O
pai era militar em Moçambique e, em 1968, mudou-se para Liège, na Bélgica, com
a mãe.
Em
1983, abandonou os estudos de música para actuar como actriz no filme “Golden
Eighties”. Dois anos mais tarde, depois da gravação do filme “Elsa Elsa”,
decidiu combinar as carreiras de música e cinema.
Depois
do filme “Itinéraire d’un enfant gâté” (1988), o seu álbum “Can Can”
fracassou, e Lio decidiu dedicar-se ao desenho de moda.
Isto
foi um êxito comercial, e de 1988 a 1990, ela desenhou moda para a Prisunic.
No ano de 1990, deixou de desenhar moda, e regressou ao cinema.
Participou em filmes como « Chambre
à part », «Sans un cri » e «Après l’amour». Em 1991 gravou o álbum “Des fleurs
pour un caméléon”, que não teve muito êxito.
Aos
30 anos, decidiu abandonar a sua imagem “babydoll”, mas os estúdios não
concordaram com isto. Em 1993, ainda foi protagonista em “La Madre muerta”
e “Personne ne m’aime” e, em 1995, em “Niña de tus sueños”.
O
seu álbum “Wandatta” de 1996 era mais maduro, mas o público teve pouco
interesse no seu novo estilo.
Lio
tem 6 filhos: Nubia (1987), Igor (1993), Esmeralda (1995), os gémeos Garance e
Léa (1999). Separou-se do cantor Zad, e em 2003 nasceu Diego (2003).
Com
o álbum “Je suis comme ça”, do ano 2000, deu grandes shows, como em
Paris e outro no festival “Francofolies” em Spa.
Actualmente
é juíza da emissão francesa “Nouvelle Star”.
É
Dama da Ordem de Mérito de 5ª Classe - Ordre de la Couronne
(Bélgica) desde 2004.

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