A revista “Arabian Business”
incluiu-a no terceiro lugar da lista das cem mulheres mais poderosas de 2015
(Top 100 Most Powerful Arab Woman 2015).
Presa
em 1 de Dezembro de 2014, ficou encarcerada durante 73 dias depois de tentar
cruzar a fronteira conduzindo seu carro desde os Emirados Árabes Unidos até à
Arábia Saudita, arguida de desafiar a proibição de conduzir às mulheres no seu
país.
A
activista foi detida novamente em Maio de 2018, pouco antes de o reino
suspender a proibição de dirigir para as sauditas.
No
final de 2020, foi condenada a cinco anos e oito meses de prisão por um
tribunal do país especializado em casos antiterrorismo.

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