quinta-feira, 30 de novembro de 2006

EFEMÉRIDE - Mark Twain, de seu nome verdadeiro Samuel Langhorne Clemens, famoso escritor, ensaísta, humorista e romancista americano, nasceu na Flórida, Missouri, em 30 de Novembro de 1835. Morreu em Redding, Connecticut, no dia 21 de Abril de 1910.
Samuel Clemens foi aprendiz de tipógrafo, piloto de barco a vapor no Mississipi e mineiro, antes de se lançar no jornalismo e de adoptar o seu pseudónimo.
Em 1865, teve o seu primeiro sucesso literário com a publicação de um conto humorístico no Saturday Press.
O romance "As Aventuras de Huckleberry Finn" é considerado, geralmente, a mais importante contribuição de Twain para a literatura mundial. Outra sua obra muito popular é “As Aventuras de Tom Sawyer". Foi autor de inúmeros romances e contos.
No fim da vida, começou o seu declínio, acompanhado de uma profunda depressão. A sua morte chegou a ser anunciada antes dele morrer, o que ele comentaria assim: "Os relatos sobre minha morte foram desmedidamente exagerados…".

quarta-feira, 29 de novembro de 2006

ESPECTÁCULO ABSOLUTAMENTE EXTRAORDINÁRIO

Visitem este site e admirem um invulgar e maravilhoso espectáculo:

http://www.dailymotion.com/visited/search/jerome%20murat/video/xf9oo_jerome-murat
DOWNLOAD DE MÚSICA DOS ANOS «50»:

http://heavens-gates.com/50s/50s_songs.html
EFEMÉRIDE - António Caetano de Abreu Freire Egas Moniz, notável médico, neurologista, investigador, professor, político e escritor português, nasceu em Avanca no dia 29 de Novembro de 1874, tendo morrido em Lisboa em 13 de Dezembro de 1955.
Formou-se em Medicina na Universidade de Coimbra, onde viria a leccionar Anatomia e Fisiologia. Em 1911 foi transferido para a recém-criada Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa onde foi ocupar a cátedra de Neurologia.
Egas Moniz contribuiu decisivamente para o desenvolvimento da medicina, ao conseguir pela primeira vez dar visibilidade às artérias do cérebro. A Angiografia Cerebral tornou possível localizar neoplasias, aneurismas, hemorragias e outras malformações no cérebro humano, abrindo novos caminhos para a cirurgia cerebral. Os seus trabalhos foram premiados em 1945 pela Faculdade de Medicina de Oslo. Quatro anos depois, foi-lhe atribuído pela Academia Sueca o Prémio Nobel da Medicina, pela descoberta da relevância da lobotomia pré-frontal no tratamento de certas psicoses.
Durante a sua incursão pela política, foi Embaixador de Portugal em Madrid, em 1917, e Ministro dos Negócios Estrangeiros, em 1918. Foi igualmente escritor, faceta que muitos desconhecem, e autor de uma notável obra literária, de onde se destacam "A nossa casa" e "Confidências de um investigador científico".

terça-feira, 28 de novembro de 2006

no comments...

Semana de Trabalho consoante as idades...

A FOTO

Depois de uma longa e intensa noite de amor, o homem, como sempre, tira um cigarrinho dos jeans e procura alguma coisa para acendê-lo...
Não encontrando, pergunta à companheira se tem alguma coisa para acender o cigarro...
Ela diz:
- Deve haver alguma coisa aí... na gaveta da mesinha de cabeceira...
Ele abre a gaveta e encontra a foto de um homem...
Preocupado, pergunta:
- É seu marido?
- Não, tontinho!
- Responde ela... se aconchegando mais amorosamente...
- Então... é seu namorado?
- Não, é coisa do passado!
- Diz ela, dando uma mordidinha na orelha dele...
- Bem... então... quem é? - Pergunta o rapaz muito desconcertado...
Serenamente a moça responde:
- Sou eu... antes da operação...
EFEMÉRIDE – Érico Lopes Veríssimo, um dos escritores brasileiros mais populares do século XX, morreu subitamente em Porto Alegre no dia 28 de Novembro de 1975. Nascera em Cruz Alta, em 17 de Dezembro de 1905.
Oriundo de uma família rica, mas que ficou arruinada, não chegou a completar os estudos secundários, devido à necessidade de trabalhar.
Mais tarde, estabeleceu-se com uma farmácia em Cruz Alta, mas não foi bem sucedido. Mudou-se então para Porto Alegre, em 1930, disposto a viver dos seus escritos. No ano seguinte, foi contratado para ocupar o cargo de secretário de redacção da Revista do Globo, da qual se tornaria Director a partir de 1932. Publicou a sua primeira obra, Fantoches, uma sequência de contos, em 1932. Em 1938 escreveu um dos seus maiores sucessos: Olhai os lírios do campo.
Em 1943 auto-exilou-se nos Estados Unidos, onde ministrou aulas de Literatura Brasileira, na Universidade de Berkeley, até 1945. Entre 1953 e 1956 foi director do Departamento de Assuntos Culturais da Organização dos Estados Americanos, em Washington.
A trilogia histórica O Tempo e o Vento é considerada a sua obra-prima. Em 1959, fez a sua primeira viagem à Europa e, em Portugal, fez várias palestras defendendo a democracia o que, evidentemente, não foi apreciado por Salazar, o ditador português.
Érico Veríssimo escreveu muitos romances e contos, alguns adaptados para o cinema, outros para a televisão. Escreveu também sobre ficção científica e histórias infantis, tendo traduzido para português várias obras de autores de língua inglesa. Colaborou em vários jornais e revistas.
Entre os prémios e títulos que recebeu, salientam-se: Doutor Honoris Causa, em 1944, pelo Mills College, de Oakland, Califórnia; Prémio Machado de Assis, em 1954, concedido pela Academia Brasileira de Letras; Cidadão de Porto Alegre, em 1964, e Prémio Intelectual do Ano, em 1968, concedido pela Folha de São Paulo e pela União Brasileira de Escritores. Tem livros traduzidos em quase todo o mundo, nomeadamente nos EUA, Inglaterra, França, Itália, Alemanha, Áustria, México, ex URSS, Noruega, Holanda, Hungria, Roménia e Argentina.

segunda-feira, 27 de novembro de 2006

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Cogumelos podem causar alucinações...

O melhor amigo do homem...

EFEMÉRIDE - Fernando Lopes-Graça, compositor e musicólogo português do século XX, morreu na Parede (Cascais) em 27 de Novembro de 1994. Nascera em Tomar no dia 17 de Dezembro de 1906.
Começou a estudar piano muito novo e, aos 14 anos, já trabalhava como pianista no Cine-Teatro de Tomar. Em 1924, iniciou os seus estudos no Conservatório Nacional. Em 1928, frequentou igualmente o curso de Ciências Históricas e Filosóficas na Faculdade de Letras de Lisboa, que viria a abandonar em 1931, em protesto contra a repressão a uma greve académica. Entretanto, fundara em Tomar o semanário republicano “A Acção”.
Em 1931, concluiu o Curso Superior de Composição do Conservatório com a mais alta classificação, concorrendo de seguida para professor, o que lhe viria a ser negado devido à sua oposição ao regime político, sendo inclusivamente preso e desterrado para Alpiarça.
Leccionou na Academia de Música de Coimbra e colaborou na Revista “Presença”, um dos pilares da poesia portuguesa de então.
Em 1937, ganhou uma bolsa de estudo para Paris, a qual acabaria por lhe ser recusada por motivos políticos. Não obstante, decide partir para França por conta própria, aproveitando para ampliar os seus conhecimentos musicais. Volta a Portugal em 1939. A sua intensa actividade não se limitou à composição: Lopes Graça notabilizou-se ainda como conferencista, publicista, divulgador e opositor ao regime. Criou em 1951 a revista "Gazeta Musical".
A queda do fascismo em 1974, traduziu-se no reconhecimento oficial da importância de Lopes-Graça para a cultura portuguesa, através de diversas homenagens e encomendas estatais. Os anos transcorridos, desde então até à sua morte, foram muito férteis. Salienta-se o impressionante Requiem para as vítimas do fascismo em Portugal (1979) e as Sete predicações de “Os Lusíadas” (1980). Das suas últimas produções para voz e piano, destacam-se os Dez Novos Sonetos de Camões, Aquela nuvem e outras (sobre poemas infantis de Eugénio de Andrade) e canções sobre textos de Fernando Pessoa e José Saramago.

domingo, 26 de novembro de 2006

EFEMÉRIDE - Eugène Ionesco, um dos maiores dramaturgos do teatro do absurdo, nasceu em Slatina, na Roménia, em 26 de Novembro de 1912. Naturalizado francês em 1950, morreu em Paris no dia 28 de Março de 1994.
Ionesco passou a maior parte da sua infância em França mas, no princípio da adolescência, regressou à Roménia, onde se formou como professor de francês.
Voltou a França em 1938, para concluir a sua tese de doutoramento e acabou por permanecer neste país, onde veio a revelar-se como escritor de raro talento.
Além de peças teatrais, escreveu romances, contos, novelas, diários íntimos e ensaios políticos e estéticos. As suas peças retrataram de forma tangível a solidão do ser humano e a insignificância da sua existência. Foi eleito para a Academia Francesa em 1970.
Nos anos 1980/1990, Ionesco, com a saúde a piorar, entrou em depressão e utilizou a pintura como terapia. Faleceu com 81 anos.

sábado, 25 de novembro de 2006

BROA DE AVINTES – 2006
(quadras)

1

«
De cor castanho-escuro
E com um bom paladar
»
Diz-me de modo seguro:
- Em que estou eu a pensar?

2

Cereais, rezas, segredos…
Fazem da Broa de Avintes
Companheira de folguedos
Testemunha de requintes

3

Com presunto a acompanhar
É petisco divinal
Para comer até cansar
Desde que não faça mal

4

Fui pai, escrevi, plantei…
(Vida cheia de requintes)
- Para acabar te provei
Oh bela Broa de Avintes!

5

O mundo já não tem chance
Foi virado do avesso:
- Avintes virou romance
Broa, arma de arremesso!

6

Se a Broa tivesse voz
Falaria aos amigos
Desvendando a todos nós
Seus segredos mais antigos


Gabriel de Sousa
Praia com tubarões...

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Aposentado da Aviação Comercial, gosto de escrever nas horas livres que - agora - são muitas mais...