É
co-fundadora, junto a Betty Williams, do Community for Peace People (Comunidades
de Pessoas para a Paz), uma organização que encoraja uma resolução pacífica
dos conflitos que atingem a Irlanda do Norte.
Pelos
seus esforços em promover a reconciliação entre católicos e protestantes em
Belfast, no contexto da guerra civil na Irlanda do Norte, foi laureada com o Nobel
da Paz de 1976, juntamente com Betty Williams.
É
membro do Comité de Patrocínio da Coordenação Internacional para o
Decénio da cultura da não-violência e da paz.
Há
vários anos, Maguire está envolvida com os movimentos de defesa dos palestinos.
Em 2009, foi presa em Israel e deportada, juntamente com seis cidadãos
britânicos e três americanos, quando tentavam entrar na Faixa de Gaza pelo mar,
furando o bloqueio imposto por Israel ao território palestino. Os activistas
rejeitaram as ordens de deportação, argumentando que tinham sido levados para
Israel contra a vontade, quando o barco em que viajavam, com destino a Gaza,
foi interceptado pelo Tzahal.
Em
Setembro de 2010, Maguire, que pretendia participar na conferência We can
change, em Ramallah, na Cisjordânia ocupada, foi impedida de fazê-lo, ao
desembarcar em Israel. Por ser considerada perigosa, as autoridades israelitas
obrigaram-na a voltar a Frankfurt, de onde partira.

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