sábado, 13 de junho de 2020

13 DE JUNHO - RICHARD THOMAS


EFEMÉRIDE - Richard Earl Thomas, actor, produtor e realizador norte-americano, nasceu em Nova Iorque no dia 13 de Junho de 1951. É filho de um casal de bailarinos da New York City Ballet, de que eram proprietários.
Thomas iniciou-se cedo na carreira artística, numa peça na Broadway, “Sunrise at Campobello”, em 1958, aos sete anos de idade. Na televisão, estreou-se em 1969, ao lado de Paul Newman.
Na década de 1970, ficou conhecido mundialmente pela sua interpretação do personagem John-Boy, na premiada série de televisão “Os Waltons”, papel que lhe rendeu um Emmy Award de Melhor Actor e do qual se desligou em 1978, para se dedicar a outros projectos de teatro, cinema e TV, onde actua até hoje.
Thomas casou-se duas vezes. Primeiro, com Alma Gonzalez, de quem se divorciou em 1993, e com Georgina Thomas Bischoff, em 1994, com quem teve quatro filhos.
Em 2006, iniciou uma tournée pelos Estados Unidos com a peça “Doze homens em cólera” da escritora Reginald Rose, desempenhando o papel central.
Em 2008, deu voz às campanhas publicitárias da Mercedes-Benz. No mesmo ano, fez também publicidade para a cadeia de restaurantes Zaxby's.
Em 2009/2010, Richard Thomas fez parte do elenco de “Broadway in Race”, uma peça de David Mamet. Em 2017, recebeu o Tony Award de Melhor Actor.
Durante a sua longa carreira, já protagonizou 18 filmes, 54 telefilmes, 28 séries televisivas, um sem número de peças de teatro e fez ainda alguns trabalhos de produção e realização.

sexta-feira, 12 de junho de 2020

12 DE JUNHO - WILLIAM ABBOT


EFEMÉRIDE - William Abbot, actor e dramaturgo inglês, nasceu em Chelsea, Londres, no dia 12 de Junho de 1790. Morreu em Baltimore, em 1 de Junho de 1843.
Abbot fez a sua primeira aparição nos palcos em Bath, Somerset, em 1806, com apenas 16 anos de idade. Permaneceu como integrante da companhia teatral de Bath, durante algumas temporadas. Apenas numa noite, apresentou no Haymarket Theatre, no Verão de 1808, por ocasião do acto de caridade em prol de Charles Young, actor de tragédias, voltando depois para Bath. Reapareceu no Haymarket em 1810 e foi contratado pela primeira vez para o Covent Garden, em 1812.
Abbot foi um artista de comédias leves e de tragédias juvenis, mas participou também em melodramas que estavam então em voga. Fez o papel de Lotário na primeira produção de “The Miller and his Men”, um melodrama romântico baseado na peça de Isaac Pocock (1762/1835).
Durante vários anos, continuou a ser um integrante da companhia do Covent Garden. Foi Pilades juntamente com William Macready, que interpretava Orestes, na peça “Distressed Mother” de Ambrose Philips, quando Macready fez a sua primeira aparição naquele teatro (1816).
Representou Ápio Cláudio em “Virginius” (1820) de James Sheridan Knowles e Modus no seu “Hunchback” (1832). Os críticos aplaudiram o espírito da sua actuação e o seu «senso agudo de exactidão da ênfase».
Em 1827, foi contratado, com um salário semanal de vinte napoleões, como director de cena da companhia inglesa em visita a Paris, com Harriet Smithson como protagonista. Ele fez o papel de Charles Surface na peça “The School for Scandal”, de Richard Brinsley Sheridan, entre outras participações, mas a peça foi pouco apreciada na Salle Favart.
Com a temporada encerrada em Paris, Abbot, e outros actores da companhia, tentaram realizar apresentações em algumas das principais cidades de França, mas a experiência foi totalmente um fracasso e a companhia dissolveu-se. Os actores ingleses, já passando por necessidades, resolveram voltar para casa, o mais rápido possível.
No seu regresso a Londres, em 1830, Abbot interpretou “Romeu e Fanny Kemble”, que fazia a sua primeira apresentação no Covent Garden.  
Abbot foi autor de dois melodramas: “Youthful Days of Frederick the Great” e “Swedish Patriotism, or the Signal Fire”, produzidos no Covent Garden, respectivamente em 1817 e 1819.
William Abbot deixou a Inglaterra para tentar a sorte na América. Morreu na pobreza em Baltimore, Maryland, aos 52 anos.

quinta-feira, 11 de junho de 2020

11 DE JUNHO - JACKIE STEWART


EFEMÉRIDE - Jackie Stewart, de seu verdadeiro nome John Young Stewart, ex-automobilista escocês, nasceu em Milton, West Dunbartonshire, no dia 11 de Junho de 1939.
É tricampeão mundial de Fórmula 1 e considerado um dos maiores pilotos da história do automobilismo mundial. Stewart correu também nas 24 Horas de Le Mans de 1965, nas 500 Milhas de Indianápolis de 1966 e 1967 e competiu na Can-Am em 1971 e 1972.
Stewart começou a sua carreira na F1, correndo pela BRM de 1965 a 1967; depois, foi para a estreante Matra, em 1968. No ano seguinte, conquistou o seu primeiro título mundial.
Em 1970, foi para a Tyrrell, onde conquistou mais dois títulos mundiais, em 1971 e 1973.
Teve 27 vitórias na Fórmula 1. Este era o melhor registo da categoria, até que - em 1987 - o francês Alain Prost venceu o Grande Prémio de Portugal e ultrapassou a marca do escocês.
Foi um dos pilotos a exigir mais segurança na Fórmula 1. Tudo começou num gravíssimo acidente que ele sofreu em 1966, na pista belga de Spa-Francorchamps. Uma tempestade atingiu o circuito e deixou seco unicamente o grid de largada. Na rápida Masta Straight, a BRM de Stewart girou, caiu numa vala e ele ficou preso no carro, com o macacão encharcado de gasolina, enquanto Graham Hill e Bondurant tentavam desaparafusar o volante para poderem retirar Stewart de dentro do monobloco avariado.
A partir daí, disse que não correria mais na equipa se não tivesse segurança no seu carro. Foi ele que idealizou o capacete que cobre toda a cabeça dos pilotos e o macacão anti chamas. Chegou a ser ridicularizado por aqueles que achavam que as competições deviam ter grandes riscos. Ficou inclusivamente conhecido como o «homem vacilante».
Sete anos depois, em 1973, durante os treinos de classificação no circuito de Patins Glena, disputando o Grande Prémio dos Estados Unidos, ocorreu um facto que levaria Jackie Stewart a abandonar as competições. O seu parceiro da Tyrrell na época, o piloto francês François Cevert sofreu um grave acidente. O carro saiu da pista, bateu no guard rail do lado direito e ricocheteou em direcção ao guard rail do lado esquerdo, virando-se de rodas para o ar e arrastando-se pela ‘lâmina’ de metal durante mais de cem metros. Cevert foi literalmente degolado e teve morte instantânea. Chocado com a morte de François Cevert, Jackie Stewart decidiu abandonar de forma definitiva a Fórmula 1.
O ex-Beatle George Harrison, amigo pessoal de Jackie, compôs a canção “Faster” e dedicou-a a Jackie Stewart, Niki Lauda, Jody Schekter e restantes pilotos da Fórmula 1 da época. No entanto, a canção serviu, essencialmente, para homenagear o piloto sueco Ronnie Petterson que morreu em pista.
Em 1997, Jackie fundou a sua equipa, a Stewart. Os melhores resultados da nova equipa foram a vitória de Johnny Herbert no Grande Prémio da Europa, disputado no circuito de Nürburgring, em Setembro de 1999, e a pole conquistada por Rubens Barrichello no Grande Prémio da França no mesmo ano. Nesse ano, a equipa alcançou a melhor classificação no mundial de construtores, o 4° lugar. No final de 1999, atolado em dívidas, Jackie vendeu a sua equipa à Jaguar.
Jackie Stewart ainda é lembrado e celebrado pelas suas conquistas na Fórmula 1. Completa hoje 81 anos de idade.

quarta-feira, 10 de junho de 2020

10 DE JUNHO - JOE DEPIETRO


EFEMÉRIDE - Joseph “Joe” Nicholas DePietro, halterofilista norte-americano, nasceu em Paterson no dia 10 de Junho de 1914. Morreu em Fair Lawn, Nova Jérsei, em 19 de Março de 1999.
Joe DePietro venceu o Campeonato Mundial de 1947 (Filadélfia) e os Jogos Olímpicos de 1948 (Londres). Ganhou ainda a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de 1951, e foi nove vezes Campeão Nacional Americano.
Ele terminou no terceiro lugar no Campeonato Mundial de 1949 (Scheveningen), na categoria de ‘até 56 kg’.
Joseph DePietro faleceu aos 84 anos.

terça-feira, 9 de junho de 2020

9 DE JUNHO - JOÃO ELIAS


EFEMÉRIDE - Antônio João Elias de Oliveira, radialista, jornalista, artista plástico, actor, escritor e humorista brasileiro, morreu em Catanduva no dia 9 de Junho de 2017. Nascera na mesma localidade em 23 de Novembro de 1944.
O seu personagem mais conhecido é Salim Muchiba, que interpretou em programas como “Escolinha do Professor Raimundo” e “Escolinha do Barulho”. Em “Escolinha do Gugu”, interpretou o caipira Zé Bento.
Como humorista, começou a carreira na Rádio Difusora de Catanduva, em 1958. Um ano depois, participou no III Salão de Pinturas de Catanduva. Aos vinte anos, foi levado por Adoniram Barbosa para a TV Record, onde interpretou o personagem Zé Vitrola, no programa “Papai Sabe Nada”.
Como escritor, lançou a sua primeira obra em 1966, quarenta páginas com dezassete poemas.
Em 2013, foi homenageado pela Câmara Municipal de Catanduva pelo Dia do Comediante. No mesmo ano, lançou o livro “Tonico e Jesuíno – casos de um, piadas do outro”.
João Elias sofreu um acidente vascular cerebral no início de Março de 2017 e permaneceu internado desde então. Passou por uma cirurgia nas carótidas e não teve a recuperação desejável. De acordo com os familiares, o humorista chegou a ir para o quarto, mas teve uma recaída, falecendo dias depois, aos 72 anos, de pneumonia e choque séptico.

segunda-feira, 8 de junho de 2020

8 DE JUNHO - ROBERT PRESTON


EFEMÉRIDE - Robert Preston Meservey, actor e cantor norte-americano, nasceu em Newton no dia 8 de Junho de 1918. Morreu em Montecito, em 21 de Março de 1987.
Celebrizou-se pelo seu papel de professor Harold Hill, no musical “The Music Man”, de 1957, e na sua adaptação para o cinema em 1962. Por ele, Robert Preston recebeu as suas primeiras duas nomeações para os Globos de Ouro. Foi nomeado igualmente para o Oscar de Melhor Actor Coadjuvante pelo seu papel em “Victor/Victoria” (1982).
Era filho de um funcionário da American Express. Depois de terminar o ensino médio em Los Angeles, na Abraham Lincoln High School, foi para a Pasadena Playhouse, estudar drama e actuação.
Após o ataque à base norte-americana de Pearl Harbor e com a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial, Robert alistou-se na Força Aérea e serviu como agente da Inteligência no 9º Agrupamento Aéreo, com a patente de capitão do 386º Grupo de Bombardeio, com base em Sint-Truiden, na Bélgica. A sua função era receber relatórios da Inteligência, repassá-los ao quartel-general do 9º Agrupamento e actualizar as equipas de bombardeamento a respeito das suas missões.
Em 1940, casou-se com a também actriz Catherine Craig, com quem ficou casado até ao fim da vida.
Quando começou a fazer filmes, um executivo de estúdio pediu que ele deixasse de usar o segundo apelido da família, fixando assim o seu nome artístico. Fez vários filmes de estilo western, musicais e policiais.
O seu primeiro papel foi em “King of Alcatraz”, em 1938, pela Paramount. Participou em comédias e filmes de aventura de grande bilheteira, como “Beau Geste” em 1939; “North West Mounted Police” de 1940; “A Conquista do Oeste” de 1963; “S.O.B.” de 1981; “Victor/Victoria” de 1982, o seu maior sucesso; e “The Last Starfighter” (1984), o seu último papel em cinema.
Apesar de não ser conhecido como cantor, Robert actuou em diversas peças e musicais. O seu último papel na televisão foi no filme “Outrage!”, em 1986.
Faleceu aos 68 anos, vítima de cancro de pulmão.

domingo, 7 de junho de 2020

7 DE JUNHO - EMÍLIA DE SOUSA COSTA


EFEMÉRIDE - Emília da Piedade Teixeira Lopes de Sousa Costa, escritora e activista do feminismo, considerada pioneira da literatura infantil em língua portuguesa, morreu no Porto em 7 de Junho de 1959.  Nascera em Almacave, Lamego, no dia 15 de Dezembro de 1877.  
Em 5 de Outubro de 1904, com vinte e seis anos, casou na sua freguesia natal com o magistrado e escritor Alberto Mário de Sousa e Costa, autor dos “Grandes dramas judiciários” e de muitas outras obras. 
Emília de Sousa Costa foi defensora da educação feminina e uma das fundadoras da Caixa de Auxílio a Raparigas Estudantes Pobres. Foi professora na Tutoria Central de Lisboa, uma instituição vocacionada para a assistência a crianças delinquentes ou abandonadas, e pertenceu ao conselho central da Federação Nacional dos Amigos das Crianças
Como escritora, Emília de Sousa Costa dedicou-se principalmente à escrita de livros infantis. Escreveu também contos e novelas com índole mais diversificada e para públicos adultos. 
Em 1925, publicou o seu único diário de viagem, intitulado “Como eu vi o Brasil”. Este livro remete-nos para a viagem que a escritora fez ao Brasil, em 1923, cujo itinerário passou por Lisboa, Madeira e Cabo Verde, chegando finalmente ao Brasil. Ainda que horrorizada pela pobreza e pelas maleitas que assolavam Cabo Verde, Emília de Sousa Costa não deixa de se maravilhar com as paisagens brasileiras e, sobretudo, com a madeirense: «Surge enfim a Madeira, maravilhoso retalho do Éden, que os nossos olhos ávidos espreitam num embevecimento de admiração». 
Em 1933, publicou a novela “Quem tiver filhas no mundo...”, que incluía também vários contos. 
Em 1935, publicou um livro de contos de cariz histórico, intitulado “Lendas de Portugal”. A obra inclui um conjunto de vinte e seis curtos contos sobre lendas e narrativas portuguesas. 
Em 1947, publicou a obra “No reino do Sol”, em colaboração com Ofélia Marques. 
Emília de Sousa Costa foi uma grande divulgadora da obra dos irmãos Grimm (Jacob Grimm e Wilhelm Grimm) através da adaptação de muitos dos seus contos no idioma português. 
Nos seus últimos anos, Emília Sousa Costa e o marido viveram na casa conhecida por Conventinho de Contumil, onde faleceu aos oitenta e um anos de idade. 
Em 5 de Outubro de 2010, na comemoração do centenário da República Portuguesa, foram emitidos selos postais em homenagem a mulheres que, nos princípios do século XX, pelos seus escritos e acções, deram grandes contribuições sociais, culturais ou políticas para a defesa dos direitos das mulheres. Um dos selos foi dedicado à escritora Emília de Sousa Costa e à jornalista Virgínia Quaresma (1882/1973).

sábado, 6 de junho de 2020

6 DE JUNHO - PAUL GIAMATTI


EFEMÉRIDE - Paul Edward Valentine Giamatti, actor norte-americano, nasceu em New Haven (Connecticut) no dia 6 de Junho de 1967
Paul Giamatti é filho de A. Barllet Giamatti, que foi professor da Universidade de Yale e, depois, chegou a director da universidade e foi comissário da Liga Principal de Basquetebol, sendo também professora da Hopkins School
Paul estudou no Instituto Hhumberside Collegiate. Foi mestre de artes na Yale School of Drama. Começou a sua carreira na década de 1990. Casou-se com Elizabeth Cohen, em 1997. Têm um filho, nascido em 2001.
Começou por protagonizar papéis secundários de filmes importantes, nomeadamente em “Negociador” (1998), contracenando com Kevin Spacey e Samuel L. Jackson. De salientar também: “É preciso salvar o soldado Ryan” de Steven Spielberg (1998); “The Truman Show” (1998) com Jim Carrey, Ed Harris e Laura Linney; e “Man on the Moon” de Miloš Forman, em 1999. 
Mas se obteve o seu primeiro papel importante com “Duos de um dia”, foi somente com “Sídeas” que obteve a consagração. 
Em 2007, foi cabeça de cartaz de vários filmes de sucesso. No ano seguinte, foi recompensado com o Emmy Award, pela sua interpretação numa mini-série de John Adams.  Em 2013, fez “Twelve Years a Slave” de Steve McQueen. 
Entre várias nomeações e outros prémios, conquistou dois Globos de Ouro de Melhor Actor em 2009 e 2011.

sexta-feira, 5 de junho de 2020

5 DE JUNHO - HÉLDER PROENÇA


EFEMÉRIDE - Hélder Proença, escritor, professor e político da Guiné-Bissau, morreu em Bissau no dia 5 de Junho de 2009. Nascera, também em Bissau, em 1956.  Lutou na guerra da independência, na década de 1970.
Desde a adolescência que escrevia poemas, naquele tempo sobretudo sobre a temática anticolonialista, que resultou na publicação, em 1977, da primeira antologia poética guineense, sob a sua coordenação, entre outros, e que também prefaciou.
Não concluiu os estudos, havendo participado nas lutas pela independência do país. Mais tarde, completou a formação no Rio de Janeiro, integrando os quadros do Ministério da Cultura do seu país e principiando o magistério em História. Havia, antes, sido o responsável pela educação, em Bolama.
Na política, foi deputado na Assembleia Nacional Popular e membro do Comité Central do PAIGC. Ocupou, também, o cargo de ministro da Defesa
Como escritor, publicou em vários periódicos, como “Raízes” (de Cabo-Verde) e “África” (Portugal), e nos panfletários “Libertação” e “O Militante”, ligados ao PAIGC. Em 1982, publicou o livro “Não posso adiar a palavra”, que reuniu os seus versos dos tempos da guerrilha. 
A morte de Proença foi confirmada pelo ministro da Defesa guineense, horas depois do anúncio do seu assassinato por tropas leais do candidato a presidente Baciro Dabó.  Segundo a versão oficial, Proença seria instigador de um golpe de estado e morrera no seu carro, junto ao motorista e a um segurança, após troca de tiros com os soldados que iam prendê-lo. 

quinta-feira, 4 de junho de 2020

4 DE JUNHO - LANE CHANDLER


EFEMÉRIDE - Lane Chandler, actor de cinema norte-americano, que iniciou a sua carreira na era do cinema mudo, actuando também na era sonora e na televisão, nasceu em Culbertson no dia 4 de Junho de 1899. Morreu em Los Angeles, em 14 de Setembro de 1972. 
Especializado em westerns, trabalhou em 389 filmes, entre 1921 e 1971. O seu verdadeiro nome era Robert Chandler Oakes. Era filho de um criador de cavalos. Ainda era criança, quando a família se mudou para Helena, Montana, onde ele estudou. Frequentou o Montana Wesleyan College e, mais tarde, passou a fazer parte do Rocky Mountain College, mas saiu para ir conduzir um autocarro de turismo, no Yellowstone National Park
No início dos anos 1920, mudou-se para Los Angeles e começou a trabalhar como mecânico. Mediante as suas experiências de vida, crescendo num rancho de cavalos, começou a actuar em pequenos papéis de westerns em 1925, pela Paramount Pictures
Os executivos do estúdio sugeriram a mudança de nome para Lane Chandler e actuou ao lado de estrelas da época, como Clara Bow, Greta Garbo, Betty Bronson e Esther Ralston. A sua primeira actuação, ainda como extra, tinha sido em “The Idle Class”, de Charles Chaplin, em 1921, mas o seu primeiro papel creditado foi em “Open Range”, de 1927, ao lado de Betty Bronson. 
Durante a era muda, teve papéis importantes. Porém, com a chegada do cinema sonoro, começou a trabalhar mais em papéis coadjuvantes, como em “The Great Mike”, de 1944. Com o advento da televisão, actuou em várias séries, tais como “The Lone Ranger”, “The Adventures of Wild Bill Hickok”, “Lawman”, “Have Gun - Will Travel”, “Rawhide”, “Maverick”, “Cheyenne” e “Gunsmoke”. Continuou a actuar na TV e nos filmes durante 1966, até se aposentar confortavelmente, devido a sua participação em trabalhos de publicidade. 
O seu último filme foi “One More Train to Rob”, lançado em Junho de 1971, em que fez um pequeno papel não creditado. 
Faleceu vítima de doença cardiovascular, aos 73 anos.

quarta-feira, 3 de junho de 2020

3 DE JUNHO - DENIECE WILLIAMS


EFEMÉRIDE - Deniece Williams, de seu verdadeiro nome June Deniece Chandler, cantora, compositora e produtora musical norte-americana, nasceu em Gary, Indiana, no dia 3 de Junho de 1950.  É uma cantora que alcançou grande sucesso nas décadas de 1970 e 1980
Deniece, cuja música foi influenciada pelo soul e funk, é conhecida pelos seus hits como “Free”, “Let’s Hear It For the Boy”, “It’s Gonna Take A Miracle”, “I’ve Got The Next Dance”, “It’s Your Conscience”, “Silly”, “Black Butterfly” e por muitos duetos vocais com Johnny Mathis, incluindo “Too Much, Too Little, Too Late”. 
Deniece estudou na Morgan State University em Baltimore, Maryland, na esperança de se formar uma médica anestesista, mas desistiu após um ano e meio de estudo. Nesta mesma temporada, já cantava num clube nocturno, além de trabalhar numa companhia telefónica e, depois, foi secretária num hospital de Chicago. 
Em 1970, começou a trabalhar como backing vocal de Stevie Wonder e, em 1975, deixou Wonder para fazer carreira a solo, assinando um contrato com a Columbia Records e gravando então o seu primeiro álbum, intitulado “This Is Nyece”. Deste álbum, as canções “Free” e “Cause You Love Me, Baby” atingiram óptimas posições nas hit-parades
No decorrer dos anos 1970, Deniece gravou outros álbuns com sucessos notáveis, como “Too Much, Too Little, Too Late (com Johnny Mathis)”, “I’ve Got The Next Dance”, “I Found Love” e “When Love Comes Calling”. 
Os anos 1980 foram um avanço ainda maior para a carreira de Deniece Williams pois, apesar de grandes sucessos como “It’s Your Conscience”, “Silly” e “It’s Gonna Take a Miracle”, em 1984 gravou a música “Let’s Hear It For The Boy” para a banda sonora do filme “Footloose”. A música foi um enorme êxito e foi gravada num álbum no mesmo ano. Foi o álbum mais vendido da sua carreira. 
Nos anos 1990, Deniece não conseguiu atingir grandes paradas de sucesso como nas décadas anteriores, mas mesmo assim continuou a gravar, sobretudo músicas gospel.
Em 2007, Deniece resolveu voltar a cantar canções de amor, gravando então o álbum “Love, Niecy Style”, que contém regravações de grandes sucessos românticos, entre eles “Cherish” do grupo Kool & the Gang. No mesmo ano, apresentou-se nos BET Awards, cantando “Silly”. 
Deniece tem um vocal soprano distintivo, alcançando cinco oitavas. É considerada uma das vozes mais agudas de todos os tempos, assemelhando-se a Cyndi Lauper, Mariah Carey e Minnie Riperton.
Ao longo da sua carreira, foi nomeada treze vezes para os Grammy Awards, tendo ganho quatro. 

terça-feira, 2 de junho de 2020

2 DE JUNHO - TONY HADLEY


EFEMÉRIDE - Anthony Patrick “TonyHadley, cantor e compositor britânico, nasceu em Londres no dia 2 de Junho de 1960.
Passou os anos 1980 a cantar nos Spandau Ballet, naquela que foi uma das bandas de maior sucesso do new romantic. A sua voz é considerada uma das melhores da década, contribuindo para fazer de canções como “True, Only When You Leave”, “How Many Lies” ou “Through The Barricades”, entre muitas outras, clássicos obrigatórios em qualquer colectânea dos anos 1980.
Quando os Spandau Ballet encerraram a actividade, em 1989, Hadley iniciou a sua carreira a solo. Nunca conseguiu atingir o sucesso de outrora, apesar de, até hoje, manter uma agenda bastante preenchida (já fez digressões com os Go West e com Martin Fry, dos ABC) e continuar a gravar. 
Para além da música, Tony Hadley tem uma intensa actividade ao nível da beneficência. O seu gosto pelo futebol leva-o ainda a fazer parte da equipa de jogadores veteranos e celebridades do Arsenal FC. Em 2007, e durante três meses, esteve no musical “Chicago”, em cena no Cambridge Theatre de Londres, interpretando o papel do advogado corrupto Billy Flynn (que, no cinema, pertencia a Richard Gere). 
A discografia a solo de Tony Hadley inclui “The State of Play” (1992),” Tony Hadley” (1997), um álbum de versões, no qual podemos encontrar “Save A Prayer” (com participação de Simon LeBon nos coros), “Slave To Love” e “Woman In Chains”, “Obsession” (2000), “Debut” (2000), gravação e ao vivo do primeiro concerto a solo, em 1992, na Alemanha, “True Ballads” (2003) e “Passing Strangers” (2006).
Em Dezembro de 2006, fez uma tournée pela Europa com Joe Cocker. Em Novembro de 2008, apareceu em “RocKwiz”, um programa da televisão australiana. Apareceu igualmente na curta-metragem “Shoot The DJ”. 

segunda-feira, 1 de junho de 2020

DENIECE WILLIAMS - "I Can't Wait"

SPANDAU BALLET - "Only When You Leave"

1 DE JUNHO - RON WOOD


EFEMÉRIDE - Ronald “Ron” David Wood, guitarrista, compositor e multi-instrumentista britânico, nasceu em Londres no dia 1 de Junho de 1947. É um ex-integrante dos The Faces e integra actualmente os The Rolling Stones. Teve uma longa e problemática relação com o uso de drogas, tendo estado 3 vezes internado em clínicas de reabilitação. Com sucesso.
Wood começou a sua carreira em 1964, com os The Birds. No final dos anos 1960, passou a integrar a banda The Creation entrando depois para o Jeff Beck Group, com o vocalista Rod Stewart. O grupo separou-se após o lançamento do álbum “Beck-Ola”, em 1969. 
Com Rod Stewart, entrou para os The Small Faces e, logo a seguir, o grupo foi renomeado para The Faces. Embora tenham ficado conhecidos nos Estados Unidos como «a banda de apoio de Stewart», os Faces eram bem famosos no Reino Unido, rivalizando com os The Rolling Stones em popularidade.
Durante os anos 1970, Wood lançou alguns discos a solo e um em parceria com Ronnie Lane, também ex-integrante dos The Faces, chamado “Mahoney’s Last Stand” (1976). 
Depois de Mick Taylor deixar os Rolling Stones, em 1974, Wood substituiu-o na guitarra, a tempo de completar a gravação de “Black and Blue”, álbum que o tornaria um integrante legítimo da banda. 
Durante os anos 1980, Wood continuou como integrante oficial dos Rolling Stones, enquanto seguia a sua carreira a solo, tocando com artistas como David Bowie, Eric Clapton e Aretha Franklin. 
Em 1993, ele e Rod Stewart gravaram um acústico pela MTV, que resultou num álbum de enorme sucesso. Depois de uma intensa tournée promovida por Stewart nos EUA, em 2004, a dupla anunciou planos para gravar um álbum chamado “I’ll Strut, You’ll Sing” que não foi concluído devido aos constantes compromissos de Wood com os Rolling Stones
Ron Wood é também pintor, o que ele considera como «outro ofício». Fez mesmo uma exposição dos seus trabalhos em 2007, numa galeria de arte parisiense.  Os Rolling Stones e outras personalidades do show-business são frequentemente representados nas suas telas. 

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