terça-feira, 31 de maio de 2016

31 DE MAIO - PEPE ELIASCHEV

EFEMÉRIDE Pepe Eliaschev, de seu verdadeiro nome José Ricardo Eliaschev, jornalista e escritor argentino, nasceu em Buenos Aires no dia 31 de Maio de 1945. Morreu na mesma cidade em 18 de Novembro de 2014, vítima de cancro no pâncreas. Escreveu vários livros e, na sua qualidade de jornalista, entrevistou diversas personalidades mundiais como Cassius Clay, Ted Kennedy, Jorge Rafael Videla, Raúl Alfonsín, José Mujica, Eduardo Frei, Carlos Fuentes, Mario Vargas Llosa, Ernesto Sabato e Augusto Roa Bastos.
Era neto de imigrantes judeus provenientes de Podolia (na actual Ucrânia) e de Kishinev (na actual Moldávia). Entre os 15 e os 25 anos, participou em diversas experiências de militância estudantil e política de esquerda.
Iniciou-se em 1964 na carreira jornalística, na revista “Todo”, e trabalhou em 1965/69 nas revistas “Gente”, “Confirmado” e “Análisis”. Até 1067, colaborou na Rádio Municipal, com o programa “¿Y vos quién sos?”.
Esteve dois anos em Roma e, de regresso ao seu país em 1971, participou no lançamento da revista “Nuevo Hombre”. Aproximou-se politicamente do peronismo (1972/73). Foi redactor do magazine “El Descamisado”, em 1973.
Em 1974, foi redactor de temas internacionais em “El Cronista Comercial”. Ameaçado pela organização de extrema-direita Alianza Anticomunista Argentina, exilou-se na Venezuela.
Foi docente de Comunicação, na Universidade Central da Venezuela, até meados de 1976. Contratado pela Associated Press para a sua sede mundial em Nova Iorque, mudou-se para os Estados Unidos como editor da agência até 1979.
Entre 1979 e 1980, antes de ser proibido pelo governo militar argentino, foi correspondente da Rádio Mitre de Buenos Aires, em Nova Iorque, e enviado especial na Nicarágua, nos Estados Unidos e no Canadá. Permaneceu nos Estados Unidos até o final de 1981, como correspondente de várias publicações: “El Diário” de Caracas, “Unomásuno” do México e “Europeu” de Itália.
Entre 1981 e 1984, viveu no México a última etapa do seu exílio. Durante a Guerra das Malvinas, em 1982, foi correspondente da Rádio Argentina na capital mexicana.
Depois do regresso da democracia à Argentina, voltou a Buenos Aires para trabalhar na Rádio Continental (1984/85). Colaborou até ao fim da sua vida em diversos periódicos, programas de rádio e de televisão. Dirigiu a Rádio Municipal de Buenos Aires entre 1989 e 1991. Obteve o mestrado em Relações Internacionais em 1990.

segunda-feira, 30 de maio de 2016

30 DE MAIO - LUÍS CABRAL

EFEMÉERIDELuís de Almeida Cabral, primeiro presidente da Guiné-Bissau, morreu em Torres Vedras, Portugal, em 30 de Maio de 2009. Nascera em Bissau no dia 11 de Abril de 1931. Ocupou o cargo de 1973 até 1980, ano em que foi deposto por um golpe militar.
No início dos anos 1960, o Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) iniciou uma guerra de guerrilha anticolonial contra as autoridades portuguesas. A subida de Luís Cabral à liderança do partido começou em 1973, após o assassinato na Guiné-Conakri do seu meio-irmão Amílcar Cabral, conhecido intelectual e fundador do PAIGC.
A liderança do partido, que estava então envolvido na luta pela independência tanto para a Guiné-Bissau (então conhecida como Guiné Portuguesa) como para Cabo Verde, foi assumida por Aristides Pereira, que mais tarde viria a tornar-se presidente de Cabo Verde. O ramo do partido da Guiné-Bissau, no entanto, seguiu Luís Cabral.
Após a Revolução dos Cravos em Lisboa, o governo revolucionário que dirigia Portugal reconheceu a independência da Guiné-Bissau, em 10 de Setembro de 1975, embora o PAIGC já a tivesse proclamado unilateralmente no ano anterior, sendo reconhecida por muitos Estados e pelas próprias Nações Unidas. Luís Cabral tornou-se então o primeiro presidente da República do novo país.
Foi dado início a um programa de reconstrução nacional e desenvolvimento, de inspiração socialista (com o apoio da União Soviética, da China e também dos países nórdicos). No entanto, desde a morte de Amílcar Cabral e da independência, tinha-se instalado no partido alguma suspeita e instabilidade. Luís Cabral e outros membros com raízes cabo-verdianas eram acusados por algumas facções de dominarem o partido. Usando esta justificação, João Bernardo Vieira (Nino Vieira), primeiro-ministro de Cabral e antigo comandante das forças armadas, organizou o seu derrube através dum golpe militar, em Novembro de 1980.
Luís Cabral foi acusado do fuzilamento dos comandos africanos (que tinham lutado do lado português) e de milhares de outros africanos que de alguma forma tinham colaborado com os portugueses. A acusação veio a ser provada com a abertura das valas comuns, por ordem de Nino Vieira, nas matas de Cumeré, Portogole e Mansaba. Luís Cabral foi preso e ficou detido durante treze meses, partindo depois para o exílio, primeiro em Cuba, que se ofereceu para o receber, e seguidamente – a partir de 1984 – em Portugal, onde o governo o recebeu e providenciou as condições necessárias à sua subsistência e à da família, até à sua morte.
Pouco depois de ter sido nomeado primeiro-ministro, no seguimento da Guerra Civil na Guiné-Bissau, Francisco Fadul apelou ao regresso de Cabral ao seu país em Dezembro de 1998. Cabral disse, em resposta, que gostaria de voltar, mas que não o faria enquanto Vieira continuasse no poder, pois temia pela sua vida.
Em Outubro de 1999, após o derrube de Vieira, Ansumane Mané, que liderou o golpe de estado, convidou Cabral a regressar, oferecendo-lhe um passaporte que o designava como “Presidente do Conselho de Estado da Guiné-Bissau”. Luís Cabral regressou então, em meados de Novembro de 1999, afirmando no entanto que não tinha intenção de voltar a ter um papel activo na política. Com uma doença grave, voltou depois a Portugal, onde faleceu aos 78 anos.

domingo, 29 de maio de 2016

29 DE MAIO - ZÉ DIOGO QUINTELA

EFEMÉRIDE Diogo Quintela, de seu nome completo José Diogo de Carvalho Quintela, humorista e argumentista português, membro do colectivo humorístico Gato Fedorento, nasceu em Lisboa no dia 29 de Maio de 1977.
Estudou nos Salesianos e no Liceu Pedro Nunes em Lisboa, tendo sido sempre um excelente aluno. O seu último ano do secundário foi feito nos Estados Unidos através de um programa de intercâmbio de estudantes. Frequentou o curso de Comunicação Social no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa, não tendo concluído a licenciatura.
Participou como argumentista e actor, dando vida a vários personagens, em todos os sketches e DVD lançados pela equipa do Gato Fedorento.
Na sua colaboração com as Produções Fictícias desde 2000, escreveu textos para o canal televisivo SIC, para a RDP e a peça de teatro “Três é uma Multidão. Foi co-autor igualmente de diversos textos para os programas “Herman SIC” e “Crónicas da D. Bitória”.
Em 2006, Quintela emprestou a sua imagem à conhecida bebida portuguesa Licor Beirão, recriando a personagem “Fernando” (dos Gato Fedorento), conhecida por «educar quem padece de desvios comportamentais».
A política e o futebol são dois dos pontos que diferenciam Quintela (que é de direita liberal e adepto do Sporting CP) dos restantes três elementos dos Gato Fedorento (de tendência política mais à esquerda e do SL e Benfica). No entanto, estas diferenças nunca beliscaram a cumplicidade existente.
Em Março de 2010, Zé Diogo Quintela publicou o livro “Falar é Fácil”, constituído pelas suas crónicas para o jornal “Público”. Está ligado ao grupo comercial Padaria Portuguesa, tendo actualmente outros projectos empresariais.

sábado, 28 de maio de 2016

VICENTE DA CÂMARA - "Fado Marialva" (falecido hoje)


CRIANÇA (quadras)


CRIANÇA

Criança frente a um muro,
Pobre do refugiado,
Uma alma sem futuro,
Num corpo apunhalado.

O mundo é da criança.
Trata dela com cuidado,
P’ra podermos ter esperança
Num futuro melhorado.

Criança chora ao nascer
E não conhece seu fado.    
O velho chora ao morrer,
Ao relembrar o passado.

Neste Dia da Criança,
Lembrei-me que fui menino.
Vivi sonhos de esperança,
Aguardando meu destino.


Gabriel de Sousa

28 DE MAIO - MAYA ANGELOU

EFEMÉRIDEMaya Angelou, de seu verdadeiro nome Marguerite Ann Johnson, actriz, escritora e activista política norte-americana, morreu em Winston-Salem, no dia 28 de Maio de 2014. Nascera em St. Louis, em 4 de Abril de 1928.
Passou grande parte da infância com a avó paterna. Quando tinha 8 anos, foi violada pelo namorado da mãe, que viria a ser assassinado. A pequena Marguerite ficou a sofrer de mudez durante algum tempo. Graças à ajuda de uma amiga da avó, recuperou a fala e ganhou o gosto pelos estudos e pela literatura.
Na década de 1950, quando surgiu com o pseudónimo “Maya Angelou”, afirmou-se como actriz, cantora e dançarina em várias montagens teatrais que percorreram o país. Nos anos 1960, tornou-se amiga de Martin Luther King Jr. e de Malcolm X, trabalhando para o Movimento de Direitos Cívicos. Ainda na década de 1960, viajou por África, como jornalista e professora, ajudando vários movimentos de independência africanos. Em 1970, publicou o seu primeiro livro, “I Know Why the Caged Bird Sings”, sendo nomeada para o Pulitzer Prize de Poesia no ano seguinte.
Angelou teve uma carreira longa e muito variada. Actuou na peça de Jean Genet, “The Blacks” e na aclamada série “Roots”, que ganhou um Emmy. Escreveu vários trabalhos autobiográficos.
Em 1993, leu um dos seus poemas, “On the Pulse of Morning”, na tomada de posse de Bill Clinton como presidente, o que constituiu um dos pontos altos da sua carreira. Foi professora de História Americana na Wake Forest University, na Carolina do Norte. Fez também longas viagens e proferiu palestras em vários locais. Além de inglês, falava francês, espanhol, italiano e árabe.
Angelou foi encontrada morta em casa pela sua enfermeira. Embora lhe tivesse sido diagnosticada uma grande fraqueza e de ter cancelado vários eventos que estavam agendados, estava a trabalhar noutro livro – uma autobiografia sobre as suas experiências com líderes nacionais e mundiais.
Após o falecimento, foi alvo de várias homenagens populares, com a participação de artistas famosos, de Oprah Winfrey, de Michelle Obama, de pessoas ligadas ao entretenimento, de Bill Clinton e de Barack Obama.
Em 2015, um selo postal dos Estados Unidos foi dedicado a Maya Angelou. Alguns dos seus livros fazem parte dos programas em escolas norte-americanas.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

27 DE MAIO - CILLA BLACK

EFEMÉRIDECilla Black, de seu verdadeiro nome Priscilla Maria Veronica White, cantora, animadora e apresentadora britânica, um dos rostos mais populares da TV no Reino Unido durante os seus 50 anos de carreira, nasceu em Liverpool no dia 27 de Maio de 1943. Morreu na sua casa de Estepona em Espanha, perto de Marbella, em 1 de Agosto de 2015. Cilla também é reconhecida como a segunda maior estrela a emergir de Liverpool depois dos Beatles.
Quando era criança, foi encorajada pelos pais a começar a cantar e, nos anos 1960, determinada a entrar para o show business, aceitou um emprego no famoso Cavern Club em Liverpool, onde os Beatles tocavam regularmente. Ela conseguiu impressioná-los e ali começou a sua carreira, com apresentações de improviso.
Foi o início de uma longa amizade com os Beatles. John Lennon convenceu Brian Epstein a gerir a carreira de Cilla, prometendo algumas composições suas e de Paul McCartney para ela gravar.
O sucesso de Cilla Black só viria, porém, um ano depois, em 1964, quando gravou “Anyone Who Had a Heart” de Burt Bacharach e Hal David. Outras das suas canções mais conhecidas, e que a tornaram famosa em todo o mundo, foram “You're My World”, “Alfie” e “Step Inside Love”.
Continuou sempre a gravar e a apresentar programas de televisão. Durante muitos anos, foi extremamente popular em Inglaterra, sendo condecorada com a Ordem do Império Britânico em 1993.
Em 2014, a Academia Britânica de Cinema e Televisão concedeu-lhe um prémio especial, considerando-a um “ícone”. Uma mini-série sobre o inicio da sua carreira foi produzida e exibida pelo canal ITV em Setembro de 2014.
Entre 1964 e 1971, teve onze discos nos hit-parades britânicos, dos quais dois em nº 1. Ela foi a apresentadora melhor paga da história da televisão britânica, em 1980/90. 
Ao completar 50 anos de carreira, a editora EMI lançou “Completely Cilla: 1963-1973”, um conjunto de 5 CD com 139 gravações e um DVD com as suas raras actuações na BBC.
Foi casada durante mais de trinta anos com o seu manager, Bobby Willis, até à morte deste em 1999. Tiveram três filhos. Cilla Black foi sepultada em Liverpool, sua terra natal.

quinta-feira, 26 de maio de 2016

CILLA BLACK - "You're My World"


NANCY SINATRA - "These Boots Are Made For Walking"


26 DE MAIO - MANUEL URIBE

EFEMÉRIDEManuel Uribe Garza, recordista de obesidade mexicano, morreu em Monterrey no dia 26 de Maio de 2014. Nascera na mesma cidade em 11 de Junho de 1965. Ficou famoso ao entrar para o Guinness World Records, como o homem mais pesado naquela época (2008).
Após alcançar o peso aproximado de 597 kg e sendo incapaz de sair da cama desde 2001, Uribe perdeu aproximadamente 180 kg, cerca de um terço do peso de seu corpo, com a ajuda de médicos e nutricionistas, seguindo a chamada “Dieta das Zonas”.
Uribe trabalhara nos Estados Unidos, no conserto de máquinas de escrever. Morando próximo de uma pizzaria, alimentava-se excessivamente, o que desencadeou um processo de descontrolo do peso.
Também apelidado de “Horrible”, chamou a atenção mundial quando apareceu no canal de televisão Televisa, em Janeiro de 2006, suplicando uma ajuda para emagrecer.
Em Março de 2007, definiu como meta diminuir o seu peso até atingir os 120 kg. Entretanto, tinha-lhe sido dado grande destaque em “O Homem Mais Pesado do Mundo”, um documentário do Discovery Channel sobre a sua vida e as suas tentativas para perder peso. Em Outubro de 2008, já conseguira reduzir o seu peso para 360 kg, mas em 2011 já tinha readquirido 83 kg.
Faleceu aos 48 anos no Hospital Universitário de Monterrey, sua terra natal. Pesava então 394 kg e estava internado há cerca de 20 dias, em virtude de problemas cardíacos. A causa da sua morte foi uma falha no funcionamento do fígado.
Manuel Uribe nasceu com 3,4 kg, fez durante a vida várias cirurgias abdominais e o seu peso máximo foi 599,7 kg. Casou-se em 2008 com Cláudia Solis.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

25 DE MAIO - KLAUS MEINE

EFEMÉRIDEKlaus Meine, cantor e compositor alemão, integrante da banda Scorpions, nasceu em Hanôver no dia 25 de Maio de 1948. Canta desde os nove anos. Apesar de não ser o fundador do grupo, ele é o seu membro mais famoso.
Klaus foi vocalista e guitarrista de duas bandas, The Mushrooms e Copernicus, ainda nos anos 1960, antes de ingressar nos Scorpions.  
Quando era adolescente, ouvia muito rock das décadas 1950/60, principalmente dos Beatles, o que o influenciou a cantar, a tocar e a criar a sua primeira banda, The Mushrooms.
A sua carreira nos Scorpions começou quando conheceu Rudolf Schenker, fundador da banda – em 1965 – juntamente com o seu irmão Michael. Ao lado de Rudolf, Klaus Meine nunca deixou os Scorpions e, juntamente com ele, tem sido o responsável pela maioria das composições do grupo.
Os Scorpions passaram os sete primeiros anos de carreira a tentar conquistar o público em bares locais, vindo a gravar o seu primeiro disco em 1972.
Klaus e Rudolf reformularam os Scorpions. Com a entrada do guitarrista Ulrich Roth, fizeram grande sucesso na Europa graças aos álbuns que lançaram.
Em 1981, Klaus perdeu a voz depois da Animal Magnetism Tour, como consequência do aparecimento de nódulos nas cordas vocais. Chegou a pensar em abandonar a banda ou suicidar-se, com receio de não poder voltar a cantar. Foi então que Meine recebeu a maior prova de amizade dos seus companheiros, que aguardaram a sua recuperação da delicada cirurgia a que foi submetido.
Após consultar outro especialista sobre o seu problema, Klaus Meine foi aconselhado a pôr de lado a carreira. Recorreu então à ajuda de um famoso cirurgião de Viena, que tratava cantores de ópera, passando por duas novas cirurgias e um treino vocal intenso. O tratamento foi tão eficiente que ele regressou com uma amplitude vocal ainda maior da que tinha antes.
Três anos depois das cirurgias e do tratamento, Klaus Meine gravou “Still Loving You”, um dos hinos do rock mundial, grande sucesso até hoje (álbum “Love at First Sting”).
Colaborou com o tenor espanhol Josep Carreras (2014), numa versão de “Wind of Change”, um dos maiores êxitos dos Scorpions, tendo também várias actuações com outros cantores. Klaus Meine, além de cantar, toca instrumentos como o violão, a viola de 12 cordas, guitarras eléctricas e acústicas.
Com mais de 50 anos de carreira, gosta de ler biografias, de praticar desporto, de viajar e de conduzir carros de alta cilindrada. Sente-se motivado face a novos desafios. É casado com Gabi Meine, que conheceu depois de um show em 1972. Na época, ela tinha apenas 16 anos, tendo-se casado em 1977. Têm um filho nascido em 1985. Em 2009, foi nomeado embaixador da Fundação Internacional de Leucemia Josep Carreras e colabora assiduamente com organismos humanitários, como a Unicef, entre outros. 

terça-feira, 24 de maio de 2016

KLAUS MEINE (Scorpions) - "Wind of change"


24 DE MAIO - JIM BROADBENT

EFEMÉRIDE – James “JimBroadbent, actor britânico, nasceu em Lincoln no dia 24 de Maio de 1949. Entre os prémios que já recebeu, salienta-se um Oscar, um Globo de Ouro e um BAFTA, todos em 2002.
É filho de uma escultora e de um artista e designer de interiores. Os pais eram actores amadores e foram co-fundadores da Companhia Teatral Holton. James teve uma irmã gémea que morreu à nascença.
Estudou na Leighton Park School, dedicando-se igualmente às Artes, antes de se transferir para a Academia Londrina de Música e Artes Dramáticas. Formou-se em 1972 e foi trabalhar para o Teatro Nacional Real e para a Companhia Real Shakespeariana. Em 1976, protagonizou o épico “Illuminatus”, de Ken Campbell, uma peça pós-moderna cuja apresentação durava quase doze horas. Trabalhou igualmente num grupo de comédia, no Teatro Nacional de Brent.
Iniciou-se no cinema no fim dos anos 1970, mas só ao virar de século começou a conhecer a celebridade, recebendo a Taça Volpi de Melhor Actor em Veneza (1999) e o Oscar de Melhor Actor Secundário em 2002.
Passou então a ser escolhido para grandes produções, como “Moulin Rouge” de Baz Luhrmann. A partir de 2009, entrou em vários filmes da saga de “Harry Porter”. No princípio de 2012, fez “A Dama de Ferro”, interpretando o papel de esposo de Margaret Thatcher.
Jim Broadbent é o presidente honorário do Lindsey Rural Players. É casado com a pintora Anastasia Lewis.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

23 DE MAIO - JAMES BLISH

EFEMÉRIDEJames Benjamin Blish, escritor americano de ficção científica, nasceu em East Orange, Nova Jersey, em 23 de Maio de 1921. Morreu em Henley-on-Thames (Inglaterra) no dia 30 de Julho de 1975. Foi também crítico de ficção científica sob o pseudónimo de William Atheling Jr.
Formou-se em Biologia na Rutgers e na Columbia University, passando o período de 1942/44 como técnico médico do exército. Após a guerra, trabalhou como especialista farmacêutico na empresa Pfizer.
O seu primeiro conto publicado apareceu em 1940 e a sua vida literária progrediu de tal modo que ele abriu mão do seu trabalho para seguir a carreira literária profissional.
Foi casado com a agente literária Virginia Kidd, de 1947 a 1963. Entre 1967 e a sua morte em 1975, tornou-se o primeiro autor a escrever colecções de contos baseados na série televisiva clássica “Star Trek”. Ao todo, escreveu onze volumes de contos adaptados de episódios daquela série dos anos 1960 e também um romance original, “Spock deve morrer!” (1970) — o primeiro romance para adultos baseado na mesma série (desde então, muitos outros têm sido publicados por diversos autores). Faleceu quando estava a escrever “Star Trek 12”, tendo a sua segunda esposa, J. A. Lawrence, completado o livro postumamente.
James Blish emigrara em 1968 para a Inglaterra, onde viveu até à sua morte, vítima de cancro nos pulmões.

domingo, 22 de maio de 2016

22 DE MAIO - JOSEPH PLANCKAERT

EFEMÉRIDEJoseph Planckaert, considerado um dos melhores ciclistas belgas das décadas 1950/60, morreu em Otegem no dia 22 de Maio de 2007. Nascera em Poperinge, em 4 de Maio de 1934.
Tornou-se profissional em 1954. A sua melhor época foi a de 1962, em representação da equipa Faema-Flandria, sendo Campeão Belga de Estrada, vencendo o Paris-Nice, o Liège-Bastogne-Liège e a Volta ao Luxemburgo, ficando ainda em segundo lugar na Volta a França.
Antes, vencera o Omloop Het Volk em 1958 e os Quatro Dias de Dunquerque em 1957 e 1960, repetindo o feito em 1963.
Nas nove Voltas a França em que competiu, acabou seis vezes no Top 20. Em 1961, venceu a 6ª etapa Strasbourg/Belfort. Em 1962, vestiu a camisola amarela durante 7 dias consecutivos, conquistando-a ao britânico Tom Simpson e perdendo-a para o francês Jacques Anquetil, que ganharia a prova. 
Planckaert terminou a sua carreira em 1965, falecendo aos 73 anos de idade, vítima de doença prolongada.

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