"Escrita - Acto Solitário, mas que se deve Partilhar" - Gabriel de Sousa *** "Quanto mais envelhecemos, mais precisamos de ter que fazer" - Voltaire *** "Homens de poucas palavras são os melhores" - Shakespeare *** "Um Banco é como um tipo que nos empresta o chapéu-de-chuva quando está sol e que o pede assim que começa a chover" - Mark Twain
domingo, 25 de fevereiro de 2007
EFEMÉRIDE - Mário Raul de Moraes Andrade, poeta, romancista, crítico de arte, musicólogo e ensaísta brasileiro, morreu em São Paulo, no dia 25 de Fevereiro de 1945, vítima de crise cardíaca. Nascera, igualmente na capital paulista, em 9 de Outubro de 1893. Escreveu o primeiro poema aos onze anos e publicou o seu primeiro livro (Há uma gota de sangue em cada poema) em 1917. Logo após a publicação do segundo livro de poesia (Paulicéia desvairada), foi considerado como um dos pioneiros do movimento modernista brasileiro. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1938, onde exerceu durante quatro anos o cargo de director do Instituto de Artes. Assegurou depois o ensino de História da Música no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo. Colaborou em variadíssimas publicações por todo o Brasil. Em 1938, formou uma equipa que teve como objectivo a recolha e catalogação de músicas do Norte e Nordeste do Brasil. Desse trabalho resultou um espólio, que pode ser considerado como o primeiro projecto multimédia da cultura brasileira. Alguns dos seus livros são verdadeiros manifestos em defesa da liberdade poética, da ausência de rimas, do poder de síntese e dos particularismos da língua portuguesa utilizada no Brasil. Curiosamente, em alguns textos, enuncia fórmulas e regras defendendo a não utilização de regras… Foi sócio fundador da Sociedade dos Escritores Brasileiros. Mário de Andrade e a sua vida foram tema de filmes para cinema e televisão. A sua efígie constou em notas antigas de cruzeiros.
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