sábado, 14 de novembro de 2015

14 DE NOVEMBRO - YANNI

EFEMÉRIDEYanni, de seu verdadeiro nome Yiannis Chrysomallis, pianista, teclista e compositor grego, nasceu em Kalamata no dia 14 de Novembro de 1954. Filho de uma cantora e de um violonista, Yanni cresceu a ouvir Beethoven, Mozart, Chopin, Stravinsky e outros grandes nomes da música erudita. Estas acabaram por ser as maiores influências da sua carreira. Além de ter sido portanto, desde sempre, um amante de música, Yanni passou a infância e a adolescência a praticar natação e, aos 14 anos, já havia batido vários recordes gregos.
Aos 18 anos, mudou-se para os Estados Unidos, onde cursou Psicologia na Universidade de Minnesota durante três anos e meio. Ao terminar a faculdade, decidiu porém não seguir a carreira de psicólogo, resolvendo dedicar-se apenas à música. Aos 21 anos, aprendeu a tocar teclado sozinho e passou a fazer parte da banda de rock Chameleon.
Alguns anos depois, decidiu mudar-se para Los Angeles com o baterista Charlie Adams, que conhecera nos Chameleon, e começou a gravar as suas próprias composições através da editora Private Music. Fez também bandas sonoras para filmes. Em 1986, lançou o seu segundo álbum, “Keys to Imagination”.
Não tardou muito a estabelecer-se como um conceituado músico de estúdio, compositor de jingles e produtor. Tornou-se um dos artistas mais vendidos da Private Music.
Considerado já um dos nomes de maior destaque no segmento instrumental, a fama de Yanni aumentou a partir de seu relacionamento com a actriz americana Linda Evans, no início da década de 1990. O relacionamento terminou ao fim de nove anos.
Por ser autodidacta, Yanni não sabe ler nem escrever músicas do modo tradicional. Ao invés disso, inventou uma maneira própria de compor e continua a criar as suas músicas usando a mesma técnica até hoje, depois de muitos anos de carreira e mais de vinte e dois discos publicados. As composições de Yanni foram muito usadas em programas de televisão e na abertura de Jogos Olímpicos. Foi nomeado para vários prémios Grammy.
Em 2003, lançou a sua autobiografia, em co-autoria com David Resin. No livro, o músico relata as suas memórias, partindo da infância na Grécia, do início do aprendizado de piano e realçando o amor do pai, considerado por ele «uma lição para toda a vida». Descreve a mudança para os Estados Unidos, os estudos em Minnesota e o seu relacionamento com Linda Evans. Ao tratar do sucesso que a sua música alcançou em todo o mundo, Yanni fala sobre os percalços que enfrentou, a depressão que o ameaçou algumas vezes e o seu empenho para não rotular de new age a música que produz. O lançamento do livro coincidiu com a edição do seu 13° álbum (“Ethnicity”) e foi considerado um best-seller pelo “New York Times”.
Em 2010, foi pela primeira vez à América do Sul, actuando no Chile, Argentina e Brasil. Foram shows com salas esgotadas. Dessa experiência, o próprio Yanni disse em entrevista que se surpreendeu sobretudo com o show no Rio de Janeiro, quando o público se levantou e o aplaudiu de pé.
Deu concertos também na Índia, no Dubai e em San Juan (Porto Rico). Em 2014, facto excepcional, foi autorizado pelas autoridades iranianas para organizar um espectáculo em Teerão.
A nível mundial, recebeu até agora 35 discos de oiro e platina, totalizando mais de 20 milhões de álbuns vendidos. 

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