quinta-feira, 7 de novembro de 2013

BORBA




«Com a tua graç’infinda
Tu Borba não tens rival
Pois és a flor mais linda
Do jardim que é Portugal»

BORBA
(Décimas)
 
1
Borba, terra de encantar
Que eu jamais esquecerei.
Que saudades eu terei
Na hora de te deixar
Por não poder cá ficar.
Mas hei-de voltar ainda
A esta terra tão linda,
Rever amigos queridos
E recordar tempos idos,
Com a tua graç’infinda.

2
Foste conquistada aos mouros
Nos anos mil e duzentos.
Com todos os teus talentos,
Fazes parte dos tesouros
A deixar p’ra os vindouros.
És terra sem igual
Onde o Bem é Ideal.
Mármore, festas e vinho,
Relembro-te com carinho,
Tu Borba não tens rival!

3
Teu vinho é degustado
Por todo o Portugal,
Com gosto sem igual,
Alentejano afamado,
Por todos apreciado.
Mal te conheço ainda
E já estás na berlinda
De todo o meu pensar,
Não paras de me encantar
Pois és a flor mais linda.

4
Estive em romarias,
Amei o artesanato,
Gostei do Povo pacato,
Senti muitas alegrias
E as noites menos frias.
Ser Borbense é sinal
De um orgulho geral.
Borba é um baluarte
E com justiça faz parte
Do jardim que é Portugal!


Gabriel de Sousa

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