
Desde criança demonstrou uma enorme vontade de aprender. Em 1796 já dava explicações particulares de matemática, de química e de línguas.
Foi professor em vários estabelecimentos de ensino, leccionando a partir de 1804 na Escola Politécnica de Paris e mais tarde no Collège de France. Em 1814 foi eleito membro da Academia de Ciências, sendo igualmente correspondente de várias Academias europeias e mantendo relações com a maioria dos cientistas do seu tempo. Interessou-se por vários ramos do conhecimento humano, deixando obras de grande importância, principalmente no domínio da física e da matemática.
Em 1820, partindo de experiências feitas pelo dinamarquês Oersted sobre o efeito magnético da corrente eléctrica, soube estruturar e criar a teoria que possibilitou a construção de um grande número de aparelhos electromagnéticos. Além disso descobriu as leis, que regem as atracções e repulsões das correntes eléctricas entre si. Idealizou o galvanómetro, inventou o primeiro telégrafo eléctrico e, em colaboração com Arago, o electroíman. Enunciou em 1827 a teoria do electromagnetismo.
Em sua homenagem foi dado o nome de “ampere” à unidade internacional de corrente eléctrica. O seu nome foi dado igualmente a várias escolas, liceus, praças, ruas e a uma estação de metro em Lyon. Figura entre os nomes ilustres inscritos na Torre Eiffel em Paris.
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