terça-feira, 31 de maio de 2011

EFEMÉRIDE Judith Arundell Wright, escritora, crítica de poesia, militante pelos direitos dos aborígenes e ecologista australiana, nasceu em Armidale, Nova Gales do Sul, na Austrália, em 31 de Maio de 1915. Morreu em Camberra no dia 26 de Junho de 2000.
Passou a maior parte da sua juventude em Brisbane e Sydney. Depois da morte prematura da mãe, viveu com uma tia e, depois, num internato feminino a partir de 1929. Ingressou na Universidade de Sydney em 1934, onde estudou filosofia, história, psicologia e inglês, mas sem se formar. Perto dos vinte anos, foi ficando progressivamente surda.
Entre 1937 e 1938 viajou pela Europa. Com 30 anos, conheceu o companheiro com o qual se viria a casar anos mais tarde: o romancista e filósofo J.P. McKinney. O casamento só duraria porém quatro anos, pois McKinney faleceu.
No começo da Segunda Guerra Mundial, voltou para casa do pai com a finalidade de o ajudar num período de penúria de mão-de-obra.
O seu primeiro livro de poesia, “The Moving Image”, foi publicado em 1946. Nesta época trabalhou na Universidade de Queensland e na revista literária “Meanjin”.
Considerada um dos maiores vultos da literatura australiana em ensaios e poesia, foi Doutora Honoris Causa pelas Universidades de Queensland, de Nova Inglaterra e de Sydney. Em 1992, foi a segunda poetisa australiana a receber a Queen’s Gold Medal for Poetry. Os seus poemas estão traduzidos em italiano, japonês e russo.
Foi uma das fundadoras da Sociedade para a Preservação da Fauna de Queensland, sendo sua presidente entre 1964 e 1976. Apaixonada pela natureza, o seu principal centro de interesse era a relação entre o Homem e o Meio Ambiente, que ela considerava um catalisador da criação poética.

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