sexta-feira, 9 de março de 2012




EFEMÉRIDEFernando Luís, actor português, nasceu em Lisboa no dia 9 de Março de 1961. Iniciou a sua actividade no Teatro de Animação de Setúbal, onde permaneceu duas temporadas.


Em 1992, recebeu o Prémio de Melhor Actor da Associação Portuguesa de Críticos de Teatro, pela peça “A Ópera dos Três Vinténs” de Bertolt Brecht. Depois disso, passou pelo Teatro Nacional D. Maria II, pelo Teatro Maria Matos, pelo Teatro da Cornucópia e pelo Teatro Aberto, entre outros, representando peças de Brecht, Eugene O'Neill, Turgueniev, Manuel Teixeira Gomes e Hélia Correia. Foi dirigido por nomes como João Canijo, Diogo Infante, Fernando Gomes, Filipe La Féria e Carlos Avilez.


Estreou-se no cinema com “Rosa Negra” de Margarida Gil (1992). Desde então, participou em filmes de vários realizadores. Foi dirigido por João Canijo em “Sapatos Pretos” (1998), “Noite Escura” (2004) e “Mal Nascida” (2007).


Actor regular em séries televisivas, integrou o elenco de “O Mandarim” (1990), “Alentejo Sem Lei” (1990) e “Polícias” (1996), popularizando-se depois em “Médico de Família” (1998 a 2000). Seguiram-se “A Minha Família é Uma Animação” (2001 a 2002), “A Minha Sogra é Uma Bruxa” (2002 a 2003), “Inspector Max” (2003 a 2005), “Nome de Código: Sintra” (2005 a 2006), “Bocage” (2006) e “A Minha Família” (2006 a 2007).


Em 2007, estreou-se em telenovelas com “Fascínios”, tendo participado no ano seguinte na série “Equador”, baseada na obra homónima de Miguel Sousa Tavares. De salientar ainda, entre outras séries e telenovelas: “Sentimentos” (2009/2010), “República” (2010) e “Anjo Meu” (2011). Fez igualmente vários trabalhos notáveis de dobragem.


Vários órgãos de comunicação social têm tentado entrevistar Fernando Luís sobre aspectos da sua vida privada, tendo este recusado sempre revelar tais pormenores, afirmando que «é preferível que o público não fique com a ideia dos actores, mas sim dos personagens que eles representam».

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